sábado, 21 de dezembro de 2019

Corpo de Baile do Máschara

Momento emocionante na cerimônia do melhores do ano.
Elenco do Corpo de Baile recebendo novos integrantes para 2020
Direção: Renato Casagrande
Curadoria e orientação: Cléber Lorenzoni
Coreógrafos: Renato Casagrande e Cléber Lorenzoni
Elenco: Alessandra Souza, Douglas Maldaner, Evaldo Goulart
Stalin Ciotti, Vagner Nardes, Kauane Silva, Laura Hoover, 
Clara Devi
Antonia Serquevittio, Luís Felipe padilha, Luara heger

Novos integrantes: Marta Medeiro, Maria Antonia Silveira Netto, Nicolas Miranda

A morte dos baobás

Um dos altos momentos do espetáculo O Pequeno príncipe - O sofrimento das grandes árvores que estão sendo dizimadas observadas pelo pequeno príncipe

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Entrega de presentes - CRAS - Um lugar ao sol

Os mercados Super Útil contaram com o apoio dos atores do Máschara para uma ação de solidariedade em um dos CRAS de Cruz Alta. mais de cem crianças receberem presentes entregues pelo Papai Noel Renato Casagrande, e os duendes Cléber Lorenzoni, Alessanra SOuza e Douglas Maldaner. Uma tarde de emoção.

Vitrine Loja Gang

Cléber Lorenzoni e Stalin Ciotti brilharam na vitrine da loja Gang, Cléber Lorenzoni sente o público e cria a cada instante levando em conta as reações na rua. Stalin Ciotti é mais introspectivo na hora de criar. Atua um pouco dentro da caixa, mas consegue bons efeitos na proposta do dia.

As emoçõoes finais de O Pequeno príncipe

A cena final de O pequeno príncipe, o jovem menino permite que a serpente do deserto lhe de uma picada fatal, afinal a mesma lhe dissera que tinha o poder de fazer as pessoas voltarem para o lugar de onde vieram.
No detalhe o Aviador carrega o pequeno príncipe já sem vida até o proscênio em um momento que encantou a todos.

Alunos do curso de Iniciação da ESMATE recebendo seu certificado de conclusão de curso.

Durante a premiação do melhores do Ano 2019, os alunos da turma de iniciação, ou 12ª turma da ESMATE receberam seu certificado de conclusão do curso de Iniciação. Com destaque à aluna Marta Medeiro, exemplo de dedicação e estudo  no teatro.

Cléber Lorenzoni- mil caras

Um dia ele tem nove anos e interpreta um Pequeno Príncipe, no outro ele vai de uma senhora da terceira idade com sotaque da colônia à um duende vitoriano de natal. 


Cléber Lorenzoni, Renato Casagrande e Luíza Maicá

Cléber Lorenzoni como Dona Flica, Renato Casagrande como Papai Noel e Luíza Maicá como duende, três forças somadas para levar o bem aos pacientes do hospital São Vicente

O Pequeno Príncipe - Espetáculo de danças

Cléber Lorenzoni enfrentou o desafio de envolver o Máschara no espetáculo de formação da escola de danças Cristiane Yabiku, Interpretar o pequeno principezinho que vem parar no deserto do Saara era um desejo antigo, Sendo assim Cléber abraçou a ideia e deu a Renato Casagrande a  incumbência de narrar a historia, nada mais correto já que Renato Casagrande é Status I e tem o talento de dominar plateias, O som ainda foi confiado à atriz Alessandra Souza que se esmerou mesmo sem ensaios, para compreender a direção da coreógrafa Cristiane. 
O espetáculo foi um sucesso e embora não tenha lotado o auditório do Instituto Annes Dias, deixou a platéia com vontade de buscar a obra escrita.

Vitrine Viva na loja GANG

Os  atores Cléber Lorenzoni, Alessandra Souza, Douglas Maldaner e Stalin Ciotti levaram os elegantes duendes vitorianos da Cia. e um papai noel repaginado para a vitrine da loja GANG de Cruz Alta. O que chamou a atenção foi a técnica usada na performance - VITRINE VIVA.
Nela se destacaram principalmente os atores Cléber Lorenzonie  Alessandra Souza que já trabalham com essa técnica há vários anos

Grupo Máschara visitando os pacientes do hospital São Vicente

A ideia do projeto foi levar um pouco do espirito natalino aos pacientes do hospital São Vicente de Paula. Os integrantes do Corpo de Baile do Máschara contaram com o apoio da aluna da ESMATE Luíza Maicá que cantou e tocou violão pelos corredores e enfermarias do hospital. Uma manhã de muita emoção.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Auto de Natal 2017 - Apresentação para a Paróquia de Fátima (tomo VI)

O problema do Eu

               Eu não faz teatro, pois precisa do ele, do nós e do tu!
Eu não conseguiria organizar uma grande estrutura, pois não seria capaz de preparar outros atores. Eu não conseguiria ter uma escola, pois iria querer certamente ser o único em uma sala de aula. Eu não poderia ser iluminador, ou operador de som, pois iria querer ficar sentado no palco para ser iluminado ou para que as musicas sonorizassem sua cena. Eu além de ser egoísta, é um ser que acaba ficando sozinho. 
               O Grupo Máschara ontem nos apresentou mais uma vez seu Auto de Natal (2017), uma aula de como contar uma historia de forma lúdica e artística. Cléber Lorenzoni consegue agradar a gregos e troianos. A narrativa se da de forma tão fantástica que já não estamos falando de religião, mas de lições e ensinamentos interessantes a serem refletidos nos dias atuais.
           Entre esses ensinamentos é importante pensar em tudo o que a ESMATE nos ensina, humildade, generosidade, coleguismo, respeito e por que não falar uma palavra que o próprio Cléber sempre repete: resiliência.
                 Teatro também tem a ver com tolerância e perdão. Afinal as personagens dos espetáculos passeiam por todos esses princípios de moral. 
                 No espetáculo da noite falou-se em perdão, em respeito, e em resiliência. Maria diz sim, para aceitar o que seu Deus lhe pede. Deixando de lado a questão cristã romana, pensemos no simples fato de você crer em algo, dedicar-se a algo e ter um líder. Ele te pede algo, e você acata. Pois você é feito como a terra, como a árvore, como o feixe de trigo, e uma boa postura é estar sempre com o coração alegre e disposto.  Principalmente quando se convive em equipe. 
                  A noite foi de substituição, a talentosa Antonia Serquevittio não pode se fazer presente, mas Nicolas Miranda a substituiu com muita dedicação e profissionalismo. Vagner Nardes auxiliou e muito o colega nesse ato. Clara Devi, agora uma das imortais, com seu premio Máscharito, assumiu um espaço de maior confiança e respeito dentro da Cia. Sendo assim, já sabemos de fonte segura que em janeiro sobe de status. Clara tem se mostrado organizada, dedicada, profissional, precisa apenas tomar muito cuidado para não se deixar levar-se pela soberba ou prepotência. Achar que é melhor que alguém ou que sabe mais, o que a colocou naquele posto foi antes de tudo a humildade. Ter mais espaço é ter mais obrigações, significa mais trabalho.
                    Stalin Ciotti e Ellen Faccin como sempre se destacam, ele por sua entrega, ela por sua organização, dedicação e contribuição para o todo. Uma forte candidata ao Máscharito algum dia no futuro. 
                      Laura Heger e as crianças cumpriram muito bem sua parte, ela encantadora e com muita sutileza, o que aprecio em uma boa atriz. Fabio Novello muito dedicado e entregue nesse dia, embora seu anjo tenha chegado quase correndo na cena, o que coloca em perigo o espetáculo e ele mesmo na perna de pau. 
                      Maria Antonia Silveira Netto tem uma percepção muito grande de humildade e respeito ao seu diretor, que devia servir de inspiração para outras atrizes.  O Máschara da espaço para todos, ensina a todos, e quando Cléber pergunta a alguém sobre algo na maquiagem ou figurinos, ele está na verdade dando a oportunidade da pessoa rever e aprender. Mas o orgulho as vezes estraga essa proposta. Uma pena.
                      Kauane Silva me confundiu, vi a mãe de Maria primeiro com sua roupa de contadora e depois com o avental na cena do casamento. As convenções em teatro de contação, como é o caso do auto, funcionam assim: quando se está com a roupa que se chegou, você é um contador, quando põe o adereço você é determinado personagem. José não põe adereço, mas é sempre José. Se Cléber fosse fazer qualquer outro personagem, precisaria de um adereço. Renato Casagrande faz um velho do templo, barba e manto, depois faz Herodes, coloca uma coroa e assim por diante. Clara Devi ao entrar como a idosa que é auxiliada por maria, devia ter colocado o chale sobre os cabelos. 
                       Renato Casagrande é um grande ator, mas como um dos líderes, precisa aprender a ser mais calmo, se estressar menos. Alcançou um dos mais altos espaços do Máschara, mas ninguém quer um grande ator emburrado ou fechado. É o contrário, querem alguém que os motive sempre. Ficar irritadísso só o atrapalha passando uma imagem de pessoa inacessível.
                       Ricardo Fenner fez um trabalho lindo, pena ficar no escuro, onde pouco era visto. Aliás alguns atores podiam ter buscado a luz, mas preferiram chegar muito perto do público, onde havia pouca luz. As mães de jerusalém ficaram muito tempo procurando a posição das palavras no chão, o que poderia ter sido bem mais prático.  
                        O espetáculo foi coerente, bonito e uma linda gentileza à igreja de Fátima. A postura do público me levantou um questionamento. Foram por causa do Auto de Natal? Isso prova o quanto o Máschara dá grandiosidade a um evento. 
                        

                        O pior:  A escuridão do espaço. O Máschara deve ficar lisonjeado com o convite mas ao mesmo tempo é uma pena as pessoas não compreenderem o sacrifico que a equipe faz para se adaptar a espaços que prejudicam o trabalho teatral. 
                           O melhor:  A dedicação de Ellen Faccin e o cuidado de Renato Casagrande em organizar tudo.


                                                                     Arte é vida


Stalin Ciotti (***)
LAura Hoover (**)
Clara Devi (**)
Ellen Faccin (***)
Nicolas Miranda (***)
Vagner Nardes (***)
Felipe Padilha (**)
Evaldo Goulart (**)
Kauane Silva (**)
Douglas Maldaner (**)
Maria Antonia Silveira netto (***)
Anita Coelho (**)
Laura Heger (**)


                  
            

             

Alessandra Souza, Renato Casagrande, Clara Devi e Douglas Maldaner em Chapeuzinho Vermelho - um conto