quinta-feira, 31 de março de 2011

Cena final de Antígona

















A esquerda O Corifeu´(Ariane Pedroti), na concepção do espetáculo, a Deusa Têmis ( a justiça ), Ao fundo, Cléber Lorenzoni como Creonte teno nos braços Hemom (Alexandre Dill) sobre o corpo de Antígona (Dulce Jorge)

Edna e Rubenci em Ed Mort

Renato Casagrande, o Fernando de O Castelo Encantado

A Atriz Marcele Franco no especial Histórias Extraodrinárias

quarta-feira, 30 de março de 2011

Recebendo troféu de melhor ator
























Recebendo de Stela Bento troféu de melhor ator por Esconderijos do Tempo

No camarim



















O oficio por trás das cortinas...

Erechin 2008


















Elenco de Esconderijos do Tempo no festival de Erechim- Gelton Quadros, Tatiana Quadros, Angélica Ertel, Stela Bento, Cléber Lorenzoni, Gabriel Wink e abaixo Dulce Jorge

quinta-feira, 24 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Diário de Bordo - Esconderijos do Tempo em Porto Alegre 18 à 20 de março de 2011

E Mario voltou para o Majestic 

    Quando um grupo do interior recebe um convite para apresentar-se na capital, o número de indagações que envolvem a equipe, os atores e a direção, é muito grande. "Faremos um bom trabalho?, Nosso espetáculo é bom?, O público ocorrerra a apresentação?" Algumas pessoas indagaram como o Máschara sentía-se indo finalmente a Porto Alegre mostrar seu trabalho, a elas respondo, não foi a primeira vez! O Máschara já apresentou-se em vários palcos da capital. No Renascença em 1995, no teatro do Sesc em 2002, no Bruno Kieffer em 2001 e em vários outros espaços da "grande cidade pequena", para parodiar o poeta... 
          Esconderijos do Tempo é um espetáculo de 2006, concebido por Cléber Lorenzoni  e Dulce Jorge, que percorreu todo o estado e somente agora pode estar na casa de Mario Quintana, por que? Não sabemos, falta de oportunidade? Desorganização? Desmerecimento? Dificuldade para os grupos do interior em conquistar espaço na capital? 

O Majestic é um imponente do século dezenove, na área antiga de Porto Alegre e que hoje em dia acolhe o melhor das artes, alí no segundo andar da área oeste Esconderijos do Tempo instalou-se e foi soberbo. Na primeira noite alguns aquéns causados pela confusa distribuição dos espetáculos que preencheriam a primeira noite de CINPOA e a correria para pontualmente estrear o espetáculo naquela tournê. 
A sala Carlos Carvalho é um espaço razoavelmente pequeno, sem coxias ou urdimento, que homenageia o dramaturgo que segundo consta enlouqueceu no final da vida (não sei se a informação é correta). Mas que muito acrescentou para o teatro brasileiro. 
A primeira noite portanto, foi de teatro formal, técnico, e ainda assim muito emotivo. Os protagonistas estavam conectados, uma energia sinestésica que alcançava o público. Gabriel Wink e Angélica Ertel ousaram improvisar, sucesso do primeiro, fracasso da segunda. Tatiana Quadros carecia de mais ensaio, e Renato Casagrande preencheu o palco com despreparo interpretativo. Havia emoção, mas estava mal canalizada e suas partituras me confundiram mais uma vez. Dulce Jorge não deu tudo de sí na primeira noite, pareceu guardar para as próximas. Cléber Lorenzoni no entanto foi Mario, talvez motivado pela visita ao quarto do poetinha. A noite era sua, e sem ciúme o atencioso elenco ergueu a bola para que ele fizesse o gol. Houveram algumas gaguejadas, alguns repiques de língua, mas foram ignorados pela contrapontuosa ação em cena.  A platéia ainda que pequena da primeira noite foi tomada de assombro e comoção. Mario Quintana tinha voltado realmente para a rua da praia. 
A noite de sábado foi mais emotiva, mas faltou técnica aos coadjuvantes, o ar gelado do teatro causou problemas à parte do elenco e foi Dulce Jorge quem salvou a noite com todo a sua maturidade de atriz. Tatiana Quadros retornou ao palco com mas sensibilidade e o ar de atriz adulta que quase estragou sua interpretação, deu espaço a infância de Lili. No entanto falta-lhe ainda ensaio para assimilar que "o iodo é passado na garganta do peixinho"...  Nessa noite na platéia, duas senhoras naturais do Alegrete, comprovaram a existência de Gioconda e Glorinha, personagens citadas no texto. Que maravilha, que profunda perspicácia dos roteiristas e que sensação de missão cumprida quando o teatro, a arte é tão viva, tão próxima e tão potencialmente dominada pela platéia. 
              Mas foi na noite de domingo que o Máschara finalmente fechou com chave de ouro sua turnê. Até o cenário, montado as pressas na sexta pela competente equipe formada por Alessandra Souza, Diego Pedrozo e Ricardo Fenner parecia mais vivo, mais iluminado, melhor distribuído. Os momentos de concentração, as conversas tidas entre a equipe nos cantos do teatro, as gentilezas trocadas entre o elenco, o preparo iniciado mais cedo nesse dia, tudo colaborou para a eficiência da encenação... Angélica Ertel parecia nervosa, e por isso mesmo ainda mais viva. Gabriel Wink emocionou em seu soneto de forma delicada. Tatiana Quadros foi elegante em sua "Musa" e Renato Casagrande muito mais vivo embora sua mente  pareça repleta de dúvidas quanto a arte. Dulce Jorge entrou em cena iluminada e embora já a tenha visto dezenas de vezes nesse espetáculo sempre me surpreendo com sua chegada, há nela o peso de toda a existência do espetáculo como se trouxesse para a cena o teatro cruzaltense inteiro. Quando a atriz Angélica Ertel saía pelo corredor de memória de Mario Quintana, eu observava-lhe a força das pernas, o vigor da alma, o brilho nos pequeninos olhinhos e aquelas malditas lágrimas que sempre teimavam em cair naquela cena, onde não deveriam cair, mas como impedir a verdade de uma atriz? Aí me abateu um arrepio que ousava questionar-me, "será que a emoção que envolveu tanto aquela ultima apresentação, foi causada pela percepção do elenco em que a perda de tão dedicada atriz irá enfraquecer o Máschara. "Que singelo elenco unido, deve ter sentido no sangue o desfalque de uma colega que tanto fez e faz pela Cia. "
       Somente atores muito insensíveis não sofreriam a perda de um talento que junto com o seu dicotomizava o sucesso do Máschara...
                 Posso dizer que senti falta de Alessandra Souza em cena, mas parabenizo-a pela sonoplastia tão bem executada. A iluminação estava simples e objetiva nas mãos de Ricardo Fenner.
                  Em Junho o Máschara novamente tentará participar do CINPOA com A Maldição do Vale Negro e suponho que após o público portoalegrense ter aprovado Esconderijos, aprovará facilmente outro trabalho do mesmo diretor. No entanto, o trabalho sobre Mario Quintana, foi muito mais que um espetáculo a ser apresentado na capital e por isso também tenho certeza da FELICIDADE do elenco em ter conquistado um passo tão importante. Graças à Ricardo Fenner e Cléber Lorenzoni que não mediram esforços e CONSEQUÊNCIAS para enviar Esconderijos do Tempo ao projeto. Foi na verdade uma exequía, um oferecimento, uma homenagem ao poeta. Quem mais ganhou com as três noites de espetáculo foi Mario Quintana, que foi louvado e respeitado com tanto desempenho. Claro, nem todos entenderão o que estou dizendo, somente os verdadeiros artistas, pois falo de algo que tem a ver com alma e mesmo em cena, hoje em dia são poucos que a tem!!!


                                                                       E Esconderijos foi a POA,
                                                                          E eu SOU a Rainha


Esconderijos do tempo temporada 18 à 20 de março de 2011


















-Em um daqueles cafés...

Esconderijos do tempo temporada 18 à 20 de março de 2011



















-E a água fez um redemoinho, que foi serenando, serenando, até que o peixinho morreu afogado...

Esconderijos do tempo temporada 18 à 20 de março de 2011



















-Resta o consolo de que por mais que se demula, a gente continua morando sempre lá, na velha casinha onde nasceu...

A musa de Mario Quintana...
























- A Morte deveria ser assim, um céu enorme, que vai escuro, escuro, e a gente nem percebe que era o fim...

Esconderijos do tempo temporada 18 à 20 de março de 2011




















-Quem é ela Mario?

E quem é esse que procura desvendar quem sou...?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Recebendo troféu de melhor coreógrafo comissão de frente IZN 2011

Comissão de frente da São José 2011















Recebendo troféu de comissão de frente pela Unidos de São José

Artigo publicado no Jornal estilo em 4 de fevereiro

Henrique Madeira

Burro enterrado de patas para cima

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Henrique Madeira: Para aqueles que não me conhecem, serei o pária responsável por assinar esta coluna venenosa e espinhenta, a partir de hoje. Sou professor, escritor romancista, roteirista, nasci e resido a três décadas em Cruz Alta. E, justamente, por ser um homem amante das belas artes, gostaria de começar falando sobre a cultura, ou melhor, a falta de cultura de nossa gente. Gostaria de compartilhar com vocês a questão que tanto me assola: “O que os cruz-altenses fazem quando não estão trabalhando?
Não seria interessante ir ao teatro? Temos o Máschara, um grupo fantástico que encena desde Shakespeare à Erico Verissimo. “Não. Teatro é bobagem”. É o que um cruz-altense da gema responde. E quem desmentir o que digo, sei dizer se é, ou não é, um hipócrita, pois vou ao teatro e já decorei o semblante de todos os trinta expectadores que estão sempre por lá. Ah, mas quando o pessoal da Pop Rock/Porto Alegre ou o Guri de Uruguaiana vem para cá o teatro lota, pois para um verdadeiro cruz-altense, o que é de fora é sempre melhor.
E que tal um cineminha? “Pra quê pagar 10 reais quando posso comprar um filme nos camelôs por 5 pila?” É o que um cruz-altense da gema responde. Como se a emoção fosse a mesma. Ah, quanta saudade do Cine Rex e o Ideal!
Que tal ler um livro? Bem, cruz-altense que se preza só lê jornal e bula de remédio, pois não sei da onde surgem tantas farmácias. Se as duas livrarias da cidade vierem à falência, garanto que 90% da população não terá nem reparado que elas fecharam. Por falar nisso, quantos livros do Erico Verissimo você já leu?
E que tal uma exposição de quadros ou esculturas? Retiro o que disse, pois nesta cidade agrária ainda ouço pessoas (supostamente instruídas) chamarem pinturas de “desenhos”. E quando falamos em esculturas, o que lhes vem à mente são aquelas estátuas de anão de jardim. O cruz-altense Saint Clair Cemin é um dos maiores escultores do mundo. Alguém saberia me dizer, de cabeça, o nome de alguma obra sua? Se tu és um cruz-altense da gema, sua resposta é, obviamente, NÃO.
Ah, mas, pelo menos, o bom cruz-altense aprecia a música. Não faltam idiotas circulando pelas ruas principais em seus veículos com o som no último volume, a escutar música eletrônica, vanerão e sertanejo universitário. E para os ofendidos, digo que gosto não se discute, mas qualidade, sim. Sem mencionar a falta de educação e respeito ao próximo com todo aquele exagero de volume.
Agora voltemos para a questão que não quer calar: “Como não há interesse pelas artes, o que os cruz-altenses fazem quando não estão trabalhando?” Ora, a resposta é simples: um cruz-altense que se preza assiste telenovelas e futebol para comentar com o colega de trabalho no dia seguinte; os mais arrojados praticam algum esporte e, a maioria esmagadora, coloca aquelas cadeirinhas dobrável na porta da casa, preparam o mate e assistem a vida passar.
Há uma lenda que diz que tudo dá errado em Cruz Alta, pois, há muito um burro foi enterrado de patas para cima. Assim como uma corajosa professora respondeu numa entrevista de rádio, farei delas as minhas palavras: “Não existe nenhum burro enterrado de patas para cima. O problema da cidade é que existem muitos burros soltos, que circulam diariamente pelas ruas da cidade”. Mea culpa, páter. Mea culpa.
PS: Por falta de espaço, darei continuidade ao assunto na próxima semana, abordando-o de forma mais incisiva e abrangente.

Henrique Madeira – Professor, escritor romancista e roteirista.
Maiores detalhes: www.cruzaltino.blogspot.com / www.henriquemadeira.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

Esconderijos em Porto Alegre

Gabriel Wink e Cléber Lorenzoni recebendo troféu de coreógrafos 2010

Comissão de frente 2010 Imperatriz da zona norte

Entrevista feita por Cristiano Lopes para o blog da Imperatriz


 1- conte um pouco o processo de produção da coreografia
Bom, a gente começa sempre em janeiro, com atores do Grupo Máschara , que são também bailarinos, e inclui alguns membros da comunidade, que vão dar uma injeção de garra para defender a escola. A partir do tema que a escola se propôs a trabalhar na avenida, eu e meu parceiro, Gabriel Wink, criamos o desenho da movimentação, e após debater com o carnavalesco e diretoria da escola, desenhamos também as fantasias. Isto é, depois de tantos anos temos carta branca para fazer o que acharmos mais conveniente. São quase sete dias por semana de ensaios, não aceito apenas uma coreografia bem ensaiada, quero também expressão facial e alma na avenida. Como nem todos os integrantes são artistas da um pouco de trabalho até que fique interpretativa. 


2- quais os anos e o que representou a comissão de frente nos desfiles da Imperatriz
Bem tudo começou em 2004, ano em que a Imperatriz homenageou a UNICRUZ, a convite do Thiago Amorim desfilei na comissão de frente, nesse ano ainda não havia a participação do Máschara.  Em 2005, não houve carnaval na avenida, apenas uma representatividade em frente a prefeitura, ai sim participei com o Máschara e fizemos uma coreografia reprisando o samba da UNICRUZ. Em 2006 voltamos a desfilar no Sambódromo Mestre Vidal, nesse ano ainda desfilamos em mais duas agremiações. Levamos para a avenida os navegadores em busca de um mundo melhor. Nese ano participaram da comissão de frente cinco integrantes. Em 2007 foi a vez do "Casamento do Leão com a Imperatriz" Eu fazia a Imperatriz. eram cinco casais, todos integrantes do Máschara. Em 2008 foi o ano em que a Imperatriz cantou "Espanhóis e Portugueses"... Foi a primeira vez que a Imperatriz teve uma alegoria na comissão de frente, era uma capela, de onde saíam os bailarinos. Em 2009, Gremio e Inter trouxe a avenida os cupidos do futebol, era uma coreografia divertida, onde os anjinhos jogavam flechas imaginarias no público, a alegoria era uma bola gigante que também podia representar o planeta. 2010 foi o ano da curiosidade, a comissão de frente representava a serpente do paraíso e Adão e Eva. Os bailarinos trabalharam uma figura da mitologia indiana, em um gestual que foi muito aplaudido. Finalmente 2011 com a procissão do sírio de nazaré, trazendo o andor com Nossa Senhora Aparecida, e ainda os bailarinos levavam às mãos, uma peneira representando o seringueiro que encontrou a imagem da padroeira do Brasil.


3- como o grupo se sente representando a comissão de frente de uma escola tetra campea?
Na verdade nossa alegria é por termos sido escolhidos pela Imperatriz para sermos a comissão de frente da escola. Costumo dizer que fazemos pensando antes da pontuação ou dos premios, no público, que é como agimos no nosso grupo de teatro e por isso suponho que tenha dado tão certo. Antes do Júri e da nota, vem toda a platéia sentada na avenida que pagou para ver algo que fique registrado em sua memória durante o ano inteiro. Claro que por estarmos tão ligados a escola vemos a garra com que se trabalha e por isso acreditamos que ser campeã tantas vezes é completamente merecedor.



4 - fale um pouco sobre o grupo maschara
Bom, são 19 anos completados agora em Janeiro. Poderia dizer milhares de coisas, mas acredito que o mais importante é que assim como a Imperatriz da Zona Norte, nosso grupo tem uma historia de garra e de conquistas batalhadas. Para se fazer teatro no interior é preciso vencer um leão por dia. Lutar com a falta de apoio, com a descredibilidade das pessoas, com a ignorância. Mas o teatro vem conquistando seu espaço e espero que as pessoas que nos aconselham a irmos embora para centros maiores para fazermos sucesso, compreendam que fazemos teatro aqui por que acreditamos em nossa terra, fazemos por elas, para elas, e continuaremos fazendo, em troca pedimos apenas que assistam nossos espetáculos, aplaudam quando gostarem e critiquem quando não gostarem. A arte é maravilhosa exatamente por ser democrática. E uma cidade melhor é feita sim com cultura, com o brilho e a beleza do carnaval e da arte.

Cléber Lorenzoni diretor do Máschara

sábado, 12 de março de 2011

Leonardo e a sogra - Bodas de Sangue

























-...O Cavalo é meu...! Que me esqueço que tu moras de favor e te lanço pro olho da rua!

Elenco de Bodas de Sangue na montagem de 2008

Mais de Esconderijos do Tempo

















O Tempo...

Obrigado por tudo Esconderijos do Tempo


Cléber Lorenzoni, Dulce Jorge, Kelem Padilha, Daiane Albuquerque, Gelton Quadros, Tatiane Quadros, Rafael Aranha, Luis Fernando Lara, Gabriel Wink, Angélica Ertel, Alessandra Souza, Renato Casagrande Luis Henrique, Ricardo Fenner, e Roberta Corrêa

sexta-feira, 11 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

Selecionados para o 1º CINPOA

Selecionados para o 1º CINPOA

Com 22 projetos inscritos de 14 cidades do estado, a comissão avaliadora composta por: Vinícius Cáurio - Presidente do SATED/RS, Fábio Cunha - Secretário Geral SATED/RS, Stella Bento - IEACEN, Guilherme Comelli - Sociedade Civil (Comunidade Artística) e Patrícia Sacchet - Sociedade Civil (Comunidade Artística) agradece a participação de todos e parabeniza os selecionados abaixo:
ADULTO
  • 1ª Temporada - 18, 19 e 20 de março (sexta, sábdo e domingo):
    ESCONDERIJO DO TEMPO - CRUZ ALTA
  • 2ª Temporada - 25, 26 e 27 de março (sexta, sábado e domingo):
    PSICOSE - PASSO FUNDO
  • 3ª Temporada - 29, 30 e 31 de março (terça, quarta e quinta):
    RETRATO - DOIS IRMÃOS
  • Suplente:
    WILMA E ELZA - MONTENEGRO
INFANTIL
  • 1ª Temporada - 18, 19 e 20 de março (sexta, sábado e domingo):
    O VALE DOS SONHOS - CAXIAS DO SUL
  • 2ª Temporada - 25, 26 e 27 de março (sexta, sábado e domingo):
    ARI AREIA - PASSO FUNDO
  • Suplente:
    AS AVENTURAS NO TREM DA LEITURA - CAXIAS DO SUL
CONVIDADOS
  • 1º - O AR QUE RESPIRAMOS JUNTOS - SÃO LEOPOLDO
  • 2º - O PALHAÇO BOLAXA - RIO GRANDE 
RealizaçãoSindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do RS - SATED/RS
ApoioServiço Social do Comércio - SESC/RS
Instituto Estadual de Artes Cênicas - IEACEN
Casa de Cultura Mário Quintana - CCMQ
Federação das Associações de Municípios do RS - FAMURS
Conselho dos Dirigentes Municipais de Cultura do RS - CODIC/FAMURS 

Mais uma comissão de frente do Grupo Máschara

















29ª Muamba da Imperatriz da Zona Norte de Cruz Alta