quarta-feira, 27 de maio de 2009

Mario e Dona Glorinha


Cenas de Esconderijos do Tempo




Sinopse de Esconderijos do Tempo


É PRECISO LER SEUS LIVROS POR QUE ELE BRINCA MUITO A SÉRIO, ELE É O “MENINO QUE ENVELHECE UM DIA DE REPENTE”. O LIRISMO PERENE DE QUINTANA É RIQUÍSSIMO POR ESSA E MUITAS OUTRAS CONOTAÇÕES QUE TORNAM O POEMA CLARO E PALPITANTE, COMO DEVE SER TODA AUTÊNTICA OBRA DE ARTE.

Heitor Saldanha

A poesia está nas plantas, nas pessoas, nas praças e cafés, nosso poeta passeia pelas ruas de uma cidade qualquer e vai colhendo historias com as mais incríveis figuras que encontra. Quem era Mario Quintana? Um anjo disfarçado de poeta? Disse um dia Erico Veríssimo que às vezes, quando ele se descuida ao vestir o casaco, suas asas ficam de fora. Mario Quintana era assim, um irônico afetuoso, que fazia humor para disfarçar o sentimentalismo, não está mais entre nós, mas está profundamente vivo em suas poesias, em alguma folha seca caindo numa tarde de outono, ou em uma luzinha de lampião que teima em manter-se acesa.Trata-se de um espetáculo de recordações, trata-se de reavaliar a vida através de sua obra, do jovem rapaz que saiu do Alegrete, que conversa com suas poesias, que fuma para espantar as tristezas, que ouve as histórias dos amigos para transformá-las em sonetos... Nessa praça imaginária que bem pode representar qualquer fonte inspiradora, ele e a jovem Glorinha riem, enamoram-se, choram até. Conversa com Lili de igual para igual, possivelmente com o menino que insiste em viver em seu intimo, confronta-se com a morte como quem conversa com uma irmã mais velha que sempre esteve presente, não se trata do retrato perfeito de Mario Quintana, mas das impressões que o poeta nos legou.

A Maldição do Vale Negro


Dorotéia de Nelson Rodrigues

Ariane Pedroti, Ducle Jorge e Alexandre Dill


Adriane, Vera Porto, Cléber Lorenzoni, Ducle Jorge, Alexandre Dill e Simone De Dordi