quinta-feira, 28 de julho de 2011

Entrevista feita por Rômulo Seitenfus do Jornal Estilo de Cruz Alta ao ator Cléber Lorenzoni


1- Como foi o início de sua carreira e por que escolheu o teatro como profissão?

O inicio foi conturbado, cheio de dúvidas incertezas, pois sabía que não estava lidando com uma profissão qualquer, e sim com algo que envolvia com princípios, alma! Não fui eu que o escolhi, foi ele que me escolheu... Engraçado por que também não o escolhi como profissão, sei que para atores maravilhiosos não passa de uma profissão, para mim é mais que isso, é uma forma de vida!!!



2 - Você é ator e diretor do grupo Máschara. Como é conciliar as duas responsabilidades e qual delas lhe proporciona mais satisfação?

Certamente ambas já se tornaram uma só para mim, não consigo me imajinar apenas atuando ou apenas dirigindo no máschara. Como diretor organizo as idéias que tenho e que desejo que meus atores passem adiante como comunicador. Como ator eu comunico, alí cara a cara com o público, minhas verdades, sonhos e esperanças...



3 - Você participou de muitos festivais de teatro. Quantos foram no total e as premiações?

Poxa, não ligo para premiação. No principio, quando mais novo, o que importava era o troféu. Com o tempo vc vai percebendo que o troféu significa muito pouco, é apenas o ponto de vista daquelas quatro ou cinco pessoas que estão alí, naquele momento, mas não é como um filme por exemplo, quem julga um filme vê teu trabalho na tela que é um só, não da para melhorar nem estragar. Daqui déz anos o público vê e pensa "Ah! Determinado ator ganhou esse troféu por que estava bem nesse filme... " Mereceu...

No teatro não é assim, cada dia é diferente. Posso estar péssimo fazendo um personagem e nod ia que os jurados vêem, por causa da adrenalina, posso estar maravilhoso. Posso errar a medida no dia em que o jurado vê e depois melhorar e ser sempre incrível em determinado personagem... Então é muito complexo. Claro que um troféu meche com o ego, em uma profissão tão pouco reconhecida e respeitada, é como um carinho caloroso. São muitos troféus, mas acho que o que mais amo é o primeiro que ganhei há 13 anos atráz interpretando meu primeiro personagem infantil.



4 - No último final de semana você interpretou o personagem principal Mário de "Esconderijos do Tempo", uma adaptação de Mário Quintana. Após o encerramento, revelou à plateia que foi a peça mais marcante. Poderia nos falar sobre isso?

Poxa, fazer Mario Quintana no palco é maravilhoso. Primeiro por que o que ele escrevia é maravilhoso, perspicaz, contundente e todo mundo se identifica com alguma poesia, soneto ou prosa... Não procuro imitar ele, procuro interpretá-lo o que é muito diferente... Mas as pessoas dizem: "Poxa até tua voz ficou como a dele" Eu fico muito agradescido, afinal esse é meu trabalho, minha voz, minha postura, tudo é meu trabalho e se me elogiam, é por que sou um bom trabalhador... O problema é que me identifico demais com Mario Quintana então preciso tomar cuidado para não fazer uma viagem dentro de mim e sair de cena deprimido. A arte é assim, ela engrandesce o ator, mas também o judía...



5 - Como é viver de teatro no interior?

Uma droga e uma glória. Tudo é um problema, a falta de dinheiro, a falta de apoio, a falta de público, a falta de espaço adequado, a falta de respeito... Por outro lado, o público do interior é mais fascinável. Eles tem ainda uma sinceridade, uma sensibilidadeque as pessoas das cidades grandes estão perdendo, penso que por isso nos grandes centros o teatro pós moderno seja mais aceito. Ninguém da cidade grande se preocupa em levar teatro ao interior, a não ser que esteja passando fome e querendo ganhar dinheiro fácil. Eles sabem que chegando aqui basta dizer que tem um ator global e todo mundo corre. A gente que tem menos visibilidade em meios de comunicação corre com as próprias pernas. Tem cidade, como Soledade por exemplo, que nos conhece por que já fomos em quatro oportunidades, assim vamos criando um público. Talvez um dia, quando pararmos de fazer teatro, ou formos para a cidade grande como vivem nos aconselhando, ninguém mais faça teatro em Cruz Alta, e talvez mesmo nos esqueçam rápido. Isso é muito triste. Por isso não posso parar. Tenho que fazer o quanto conseguir o maior número de vezes, para que o teatro fique no coração das pessoas.



6 - Fale sobre os desafios da profissão e os prazeres que ela proporciona?

Prazer é o aplauso, prazer é o olhar fascinado da criança, ou o olhar do adulto. Prazer é saber que teu espetáculo gerou discução, mesmo que ninguém tenha gostado. Só não suporto quando alguém trata o teatro como um evento, não é evento, não é para prestigiar, é como ver um filme, vc vai, vê e depois senta no bar ou na lanchonete e discute com teu marido, ou namorada ou familia se entendeu, o que pensa a respeito daquilo etc...



7 - Encarnar um personagem exige além da técnica um envolvimento emocional, vivenciando uma catárse e até mesmo transcendendo ao tempo. Como você encara todo esse processo?

Como eu disse, é dificil, as vezes vc pega uma personagem que em um primeiro momento parece nada ter a ver com você, mas depois vai vendo o quanto tudo tem haver com você. Pois no palco está você falando com a mascara daquela personagem. É um paradoxo, você se veste como outra pessoa para poder ser você mesmo. Por exemplo, as vezes você é muito tímido e não tem coragem de se pronunciar, mas lá dentro você sabe que tem pontos de vista, que quer ser popular etc... Aí você recebe uma personagem que tem o dom da oratória, que se expressa maravilhosamente bem, que é tudo o que você não consegue ser, e aí, no palco, protegido pela quarta parede, pela iluminação, pelo figurino, você torna tudo possível. É um jogo maluco!!!!! E o melhor é que o público leva aquilo para casa, na mente, ou no coração, ou no estômago. Sim tem espetáculos que vão com você em seu estômago. Outros vão no seu sexo. Cada espetáculo vai com você em algum lugar, mas sempre vai...



8 - Quais foram os momentos mais marcantes de sua carreira?

Sempre é marcante, felizmente tudo é tão dificil, tão intenso, nosso grupo tem uma característica de ser um grupo muito intenso, muito verdadeiro em suas ideologias. Isso torna todos os momentos marcantes... Mas principalmente quando estréia um novo espetáculo e vc vê que o público aceitou, aprivou, aí é marcante...



9 - Poderia nos citar os personagens inesquecíveis que você interpretou? E as peças que mais lhe deram prazer como diretor?

Personagens todos são inesquecíveis, sou uma pessoa de museu, carrego tudo comigo sempre em meu coração e falo o tempo todo no passado, nas emoções vividas... Mas penso que o Mario em Esconderijos do Tempo foi maravilhoso interpretar e dirigir. O Dr. Stokmann em Um Inimigo do Povo... Todos..



10 - Considerações finais

O Teatro é complexo demais para tentar falar dele em nove perguntas, e talvez com cinquenta ainda teria o que falar, por isso mais simples é assistir ou fazer. Eu o faço, exerço essa profissão como um sacerdócio. Ao público resta assistir para tentar achar respostas para as milhares de perguntas que não estão nessa entrevista...

A morte de Mario Quintana

No camarim do teatro Carlos Carvalho

Ed Mort

O Castelo Encantado - Capão da canoa 2010

O público encantado de Lili Inventa o Mundo - Santo Angelo

Personagens - Para O Patinho feio?

A caminho de Itaqui 2010

Em Tapera 2010

Lagoa Vermelha em 2010

Oportunidade artística

O Grupo Máschara estará selecionando interessados de qualquer idade em participar de projeto teatral remunerado, interessados contatar pelo fone 33221838 com Dulce.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Espetáculo Novo

Deu A Louca No Ator


"A vida é uma história, contada por um idiota, cheia de som e fúria e significando nada..."  


            Essa é a frase inicial de "Deu a louca no ator", nova proposta do Grupo Teatral Máschara, a premissa, um ator tentando encontrar em meio a platéia um clima agradável e receptivo para pronunciar seu pedaço de texto... A inspiração  vem de uma obra de Antonio Fagundes, onde o próprio ator usa de situações ocorridas em suas apresentações para compor esse texto. 
O Máschara vem viajando pelos mais variados teatros e apresentando seu trabalho aos mais diferentes públicos à quase duas décadas, por tanto é inevitável que um, caminhão de historias e situações bizarras some-se a sua história. E são essas historias que permeiam o novo espetáculo.
Em cena Cléber Lorenzoni vive o ator que em uma noite de espetáculo, onde interpreta Macbeth, perde a cabeça, chinga o público e o expulsa do teatro. Renato Casagrande faz o colega de cena que parece não se incomodar com o jeito da platéia. Alessandra Casagrande é a produtora que tenta acalmar os ânimos do elenco para assim salvar a companhia. Dulce Jorge, Ricardo Fenner e Gabriel Wink, representam o público dito "leigo", aqueles que tem um outro ponto de vista sobre o teatro. E é esse choque que vai dar todo o sabor de "Deu a louca no ator".

domingo, 24 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Teatro em Cruz Alta

           Já se falou muito nos anos de ouro do teatro Cruzaltense, quando aqui havia um teatro, quando grandes companhias vinham para cá direto do Rio de Janeiro, sabe-se que em remotos tempos, um grupo de jovens Cruzaltenses montaram Édipo, tendo no elenco Amparo Bálsamo e o jornalista Paulo Pinto, com figurinos de D. Gioconda. 
                Isso se perdeu infelizmente e as novas gerações de jovens da terra da panelinha mal sabiam o que era teatro. Nos idos de 1991, um novo grupo de famigerados pela arte embrenhou-se nas cortinas do teatro e começaram o que hoje seria o Grupo Teatral Máschara. Giane Ries, César Dórs, Vera Porto, Nádia Régia, Dulce Jorge e outros tantos, Marli, Thire, Janaína, Dudu, Dão, e ali vão-se mais historias, mais situações, mais lutas, ou talvez nem soubessem que lutavam, apenas faziam... E por que? Por que amavam, por que eram loucos apaixonados, amantes, desejosos de questionamento? Não sabemos, talvez quisessem fazer a diferença. O tempo foi passando e Cruz Alta foi presenteada com várias linguagens artísticas, com teatro nos bairros, com performances mil. Alguém deve lembrar-se que no começo da década de noventa constantemente haviam jovens fazendo "sombras" nas pessoas pelas ruas da cidade. Devem lembrar também das rifas vendidas nas sinaleiras, devem lembrar das famosas Estátuas douradas e Prateadas que encantaram em muitos natais. Com certeza as crianças já esqueceram do espetáculo Bulunga O Rei Azul que a preços simbólicos levava alunos das escolas a preços simbólicos até a Casa de Cultura para ver teatro. Mas o tempo passou... E os ventos nos trouxeram os anos 2000. Não foi o fim do mundo como se esperava, mas foi o inicio de um novo ciclo.
                 Cléber Lorenzoni e Dulce Jorge ascenderam o Máschara ao lugar em que se encontra hoje, e o fizeram com a ajuda de dezenas de artistas cruzaltenses que passaram pela Cia. Muitos hoje, fazendo teatro em outras paragens... Simone De Dordi, Alexandre Dill, Nádia Régia, Gelton Quadros e Angélica Ertel.  Veio a época dos carnavais... As comissões de frente, o Centenário de Erico Verissimo, o de Mario Quintana e finalmente o Cena às 7.
                      A intenção era bem simples, criar um teatro dentro da Casa de Cultura Justino Martins. Mas como assim? Lá já não era um teatro? Não! Lá é um auditório construído provavelmente para palestras ou grandes reuniões. Mas o Máschara queria que Cruz Alta tivesse um espaço que oferecesse teatro frequentemente ao público da cidade. Para formar o hábito, para desenvolver em crianças e adultos  o interesse pela arte cênica. Para que os artistas cruzaltenses pudessem mostrar seu talento e provar que pode haver teatro como profissão no interior. 
                           No começo foi difícil, algumas edições do Cena às 7 tiveram menos de 10 pessoas na platéia. Mas Cléber Lorenzoni não desistiu. Continuo, lembrando de toda a historia lá para trás, ele queria dar um passo a mais. Hoje estamos as vésperas da quadragésima edição do cena às 7, no sexto ano de sua existência. E o público? Aumentou e muito! Os patrocinadores foram chegando! Os apoiadores foram se somando e agora há teatro em Cruz Alta. Não que não houvesse  Sempre existiu, os grupos de fora adoram vir a Cruz Alta mostrar seu trabalho Global ou capital, mas agora há o teatro daqui, com jeitinho daqui, que conhece o público daqui.
                            Ricardo Fenner, Ducle Jorge e Cléber Lorenzoni, apoiados pelo resto do time, conseguiram vencer as dificuldades de atrair as pessoas e esperamos sinceramente que um dia, talvez tenhamos em Cruz Alta um espaço realmente voltado par ao teatro. Um curso superior de artes-cênicas, um pólo de teatro. 
                             Domingo assisti o espetáculo A Maldição do Vale Negro. Três atores, três verdades, sete personagens. Caio Fernando Abreu do avesso e bem mais interessante. Não que o original não o fosse, mas essa nova roupagem me atraiu muito. Pois para mim, o mérito de se remontar milhares de vezes um espetáculo, é sua capacidade em recontar de novas formas,  uma mesma história. 
                                O público amou. Rosalinda e Úrsula a condessa louca, estão imortalizadas no imaginário do público, e a cigana Jezebel foi digna de ser aplaudida em pé. Os personagens masculinos estavam um pouco simplórios. O conde Maurício por exemplo já esteve muito mais intenso. Mas a frase final do Marquês, dita com tanta verdade pela primeira vez, foi realmente o que valeu a noite fria. 
                                   A sonoplastia foi bem executada por Diego Pedroso e Marcele Franco, voltou depois de tanto tempo para mostrar suas qualidades de ótima iluminadora. Enfim. Noite de gala.



                           Mas aí é que questiono. alguém realmente percebe o que significa o Cena às 7 para essa cidade? Alguém tem feito algo para apoiar? Ajudar, fomentar? E não me refiro ao público, esse vai, apóia com seu ingresso. Sim por que embora o mais importante seja o aplauso caloroso, é o dinheiro que faz as coisas acontecerem... Os atores do Máschara marcham com os próprios pés, com muito pouco dinheiro, para não dizer com nenhum! E se continuar assim, O Cena Às 7 não irá durar muito mais tempo. Será que fizemos nossa parte? Será que o poder público, as empresas de Cruz Alta percebem que o teatro, a arte requer ajuda? O Cena Às 7 nunca mais pode morrer. Estou cansada de ver as coisas acabarem em nossa cidade, e as pessoas resignadamente se acostumarem a isso. Façam algo, ajudem o Cena às 7, ou um dia ele será apenas uma memória do passado... E não podemos nem dizer que quem vive do passado é o museu, pois nem um museu decente nós temos em Cruz Alta.


                                                                     A RAINHA

terça-feira, 19 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

The End de A Maldição do Vale Negro

Lili Inventa o Mundo

Lili Inventa o Mundo

As dificuldades de montar um cenário...

Rosalinda de Belmont

Dulce Jorge na montagem de cenário na véspera do Cena às 7

Rosalinda e Ágatha

Comemoração após apresentação de A Maldição do Vale Negro em 17/07/2011

O Primeiro festival-


Diulio Penna, Cléber Lorenzoni, Dulce Jorge e Altiva Soares (in memoriam)

Lili Inventa o Mundo

39º Edição do Cena às 7

Cena famosa de Ed Mort

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Próximo Cena Às 7

Os primeiros passos da carreira artistica da Impagavel Dulce Jorge

Dulce Jorge e Ricardo Fenner no Balcão to teatro Prozewodowski em Itaqui

Grupo Máschara em visitação à arquitetura em suas turnês


Lauanda Varone, Tatiana Quadros, Rafael Aranha, Kellem Padilha, Ricardo Fenner, Liliam Kempfer, Cristiano Albuquerque, Gelton Quadros, Cléber Lorenzoni

Jurados do Fest de Teatro de Capão da Canoa

Mauro Soares, Stella Bento, Cléber Lorenzoni, Dulce Jorge e Eva Shull

Alessandra Souza, Renato Casagrande e Gabriel Wink em Lili Inventa o Mundo

Crianças fascinadas com a peça Lili Inventa o Mundo

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Agenda

Próximos Espetáculos









549- Tartufo (tomo 27/28) 23-24/06/2012  49º Cena às 7


547/548-Os Saltimbancos (tomo 06/07) 06/06/2012 E.E. Venâncio Aires


545/546/-Os Saltimbancos (tomo 04-05) 05/06/2012 E.E. Margarida Pardelhas


543/544-Os Saltimbancos (tomo 02/03) 26-27/05/2012 48º Cena às 7


541/542- O Castelo Encantado (tomo83/84) 15/05/2012 Feira de Livros de Bento Gonçalves


540- A Maldição do Vale Negro (tomo 17) 14/05/2012 Feira de Livros de Bento Gonçalves


539 - Os Saltimbancos (tomo 01) 14/05/2012 Feira de Livros de Bento Gonçalves


537/538 -A Maldição (tomo 15/16) 21 e 22/04/2012 47ºCena às 7


536-O Incidente Frag. (tomo 74) 18/04/2012 Bento Gonçalves

535-Ed Mort (tomo 09) 04/04/2012 Capão da Canoa

534-Esconderijos do Tempo (tomo 66) 27/03/2012 Osório

533 - Deu a louca no ator (tomo 02) 18/03/2012  46º Cena às 7


530/531/532- As Balzaquianas (tomo 05-06-07) 03,04,05/02/2012 Sala Carlos Carvalho 
Porto Verão Alegre


529- As Balzaquianas (tomo 04) 15/01/2012   45º Cena às 7


528-Esconderijos do Tempo-(tomo 65)04/12/2011 44ºCena às 7


526/527- Lili Inventa o Mundo (tomos 91/92) 26/11/2011- feira de livros de Viamão

525- O Feriadão (tomo 96) -10/11/2011) Tarde Garibaldi

524-A Maldição do Vale Negro (tomo  14) - 10/11/2011 manhã - Garibaldi

523- O Incidente (tomo 73) 09/11/2011 -manhã - Garibaldi

522- Feriadão (tomo 95) 08/11/2011-tarde- Garibaldi


521-O Incidente (tomo 72) 06/11/2011 -Cruz Alta - 43°Cena às 7

520-Lili Inventa o Mundo (tomo 90) Cruz Alta - 28/10/2011


519- Feriadão (tomo 94) 21/10/2011 Cruz Alta Annes Dias

518 - O Castelo Encantado  (tomo 82) 17/10/2011 Antonio Prado

517- O Castelo Encantado  (tomo 81) 17/10/2011 Antonio Prado

516- O Incidente (tomo 71) 16/10/2011 Antonio prado


515-Feriadão (tomo93) 09/10/2011 42º Cena às 7

514 - Ed Mort -41º Cena às 7 (tomo 08) 18/09/2011

513- Deu a louca no ator (tomo 01) 21/08/2011 40º Cena às 7


512- As Balzaquianas (tomo 03) 17/11/2011 - Itaqui


511 - Lili Inventa o Mundo (tomo 89) 12/11/2011 Feira de Livros

510 - A Maldição do Vale Negro (tomo 13) 17/07/2011 39º Cena às 7

509 - As Balzaquianas (tomo 02) 19/05/2011 38º Cena às 7

508 - O Feriadão  (tomo 92) 18/05/2011 Bento Gonçalves

507 - A Maldição do Vale Negro - 19/05/2011 (tomo 12) Bento Gonçalves 

506- Lili Inventa o Mundo - 18/05/2011 (tomo 88) Bento Gonçalves 

505 - O Incidente - 18/05/2011 (tomo 70) Bento Gonçalves

504 - Feridão - 17/05/2011 - (tomo 91) Bento Gonçalves

503 - O Incidente -17/05/2011- (tomo 69) Bento Gonçalves

502 - Lili Inventa o Mundo 16/05/2011-(tomo 87) Bento Gonçalves

501 - 37º Cena às 7 - As Balzaquianas -15/05/2011  (tomo 01)

500- Esconderijos do Tempo - 20/03/2011 (tomo 64) Teatro Carlos CArvalho

499-Esconderijos do Tempo - 19/03/2011 (tomo 63) Teatro Carlos Carvalho


498 - Esconderijos do Tempo - 18/03/2011 (tomo 62) Teatro Carlos Carvalho

497- Lili Inventa o Muno - 02/11/2010 (tomo 86) Tupanciretã

  496 -Esconderijos do Tempo - 24/11/2010 (tomo 61) Três Coroas


495- O Incidente - 05/11/2010 (tomo  68 ) Nova Prata

494- O Incidente - 05/11/2010 (tomo 67 ) Nova Prata

493 - O Castelo Encantado - 04/11/2010 (tomo 80 )  Nova Prata

492- O Castelo Encantado - 04/11/2010 (tomo 79 ) Nova Prata

491 - O Incidente -03/11/2010 (tomo 66 ) Nova Prata

490 - O Incidente -03/11/2010 (tomo  65  ) Nova Prata

489-A Maldição do Vale Negro - 23/10/2010 - (tomo 11 ) Osório 

488- Lili Inventa o Mundo - 1617/10/2010 (tomo 85) Antonio Prado

487-Feriadão -16/10/2010- (tomo 90) Antonio Prado

486 - Lili Inventa o Mundo- 10/10/2010- (tomo 84) 36º Cena às 7  -infantil-

485- Lili Inventa o Mundo - 09/10/2010 (tomo 83) Garibaldi

484 - Feriadão - 09/10/2010 - (tomo 89 )  Garibaldi

483 - Lili Inventa o Mundo - 07/10/2010 - (tomo 82 )  Garibaldi

482 - Lili Inventa o Mundo - 07/10/2010 - (tomo  81 )  Garibaldi

481 - Lili Inventa o Mundo - 06/10/2010  (tomo 80) Veranópolis

480 - Lili Inventa o Mundo - 06/10/2010 - (tomo 79 )  Veranópolis

479- O Incidente- 06/10/2010 -(tomo 63) Veranópolis

478- O Incidente - 06/10/2010 - (tomo  62 )  Veranópolis

TEATRO INDEPENDENTE - Delírios de Amores e Cigarros- (02/09/2010)
Festival de Esquetes Teatrais de Gravataí

477- Esconderijos do Tempo 29/08/2010 - (tomo 60 ) 35º Cena às 7

476- Lili Inventa o Mundo 27/08/2010 - (tomo   78  ) Progresso

475- Lili Inventa o Mundo 27/08/2010 - (tomo  77  ) Progresso 

474- A Maldição do Vale Negro (tomo-09) Soledade 22/08/2010

473- Lili Inventa o Mundo  1/08/2010  (  tomo - 76  ) Tupacireta

472- Ed Mort -18/07/2010  (tomo-07)     34º Cena às 7

Oficina de Interpretação com Sandra Loureiro Projeto Semear e Colher 
2 à 18/07/2010

Teatro Independente Delírios de Amores e Cigarros, 10/07/2010 - teatro 13 de Maio Santa maria
Teatro Independente  Delírios de Amores e Cigarros, 2/07/2010 - teatro Tui Santa maria

471-A MAldição do Vale Negro  - 13/06/2010 (tomo-08)  33º Cena às 7

470- Lili Inventa o Mundo-11/06/2010 (tomo-75) Emancipar Julho  de Castilhos

   Oficina de teatro em Veranópolis, ministrada por Cléber Lorenzoni
junho/2010

469- Lili Inventa o Mundo-29/06/2010 (tomo 74 ) Emancipar Panambí

468 -Lili Inventa o Mundo-28/06/2010  (tomo 73 ) Feira de Livro Lagoa Vermelha

467 - A Maldição do Vale Negro -28/04/2010 (tomo 07 ) Horizontina

466 - Esconderijos do Tempo -24/04/2010 (tomo 59 ) Ijuí

465  -Lili Inventa o Mundo -23/04/2010 (tomo 72 ) 3 de Maio Emancipar

464-A Maldição do Vale Negro 10/04/2010 (tomo  06 ) Festival de Teatro de Itaqui

463- O Castelo Encantado 01/04/2010 (tomo 78 )  Feira de Livros de Capão da Canoa

462- O Incidente- 31/03-2010 (tomo 61 )  Feira de Livros de Capão da Canoa

461- O Castelo Encantado-31/03/2010 (tomo  77 ) Feira de Livros Capão da Canoa
460-  Lili Inventa o Mundo 24/03/2010 (tomo 71 ) Emancipar Tapera

459- Lili Inventa o Mundo  24/03/2010 (tomo 70 ) Emancipar Tapera 

458- Esconderijos do Tempo 11/03/2010 (tomo 58 ) Emancipar Sano Angelo

457- Lili Inventa o Mundo 23/11/2009 (tomo 69 ) Feira de Livros Nova Ramada

456- Esconderijos do Tempo 23/11/2009 (tomo 57  ) Feria de Livros Nova Ramada

455- Lili Inventa o Mundo 13/10/2009 (tomo 68 ) Annes Dias

454 -Lili Inventa o Mundo 09/10/2009 (tomo  67 ) Veranópolis

453 - Lili Inventa o Mundo 09/10/2009 (tomo 66 ) Veranópolis

452 - Esconderijos do Tempo 09/10/2009 (tomo 56 ) Veranópolis

451 - Feriadão 08/10/2009 (tomo 88 )Veranópolis

450 - Lili Inventa o Mundo 07/09/2009 (tomo 65 )Emancipar São Luís Gonzaga

449- Ed Mort - 13/09/2009 (tomo 04 ) 32º Cena às 7

448- O Incidente - 25/08/2010 (tomo-60) Festival de Dom Pedrito