quarta-feira, 29 de julho de 2015

Amigos do Máschara

Os 12 Pares de França



1-Jorge Cláudio da Silva (Seu jorge)
2-Rogério Furian (Fúria)
3-Professora Elisabeth Zavaglia (bebeta)
4-Helcy Martins
5-Anelise Nicolodi
6-Luciane Dal-Soto...
7-Professora Elizabeth Dorneles
8-Alexandre Giacomini
9-Patricia Laura Kuhn
10-Professora  Patrícia Dall Agnol Bianchi
11-Jeison Ertel Costa e Aline Cezar Costa



P.S: Os doze pares de França faziam a guarda do Rei Carlos Magno. Em Olhai os Lirios do Campo, Dr. Eugênio refere-se carinhosamente ao "velho Florismal" como sendo um dos doze pares de França. Aqui intitulamos assim, carinhosamente, pessoas que fizeram algo em pról do Grupo Máschara sem pedir nada em troca, apenas pelo bem, pelo apreço talvez à arte, à Cruz Alta ou ao ser humano.


Vive les douze paires de France...

Elenco e direção do Máschara


terça-feira, 28 de julho de 2015

A vida no Palco - Teatro do SESC de Ijuí


Renato Casagrande - O Fernando de O Castelo Encantado


12ª Matinê - Os Saltimbancos

A louca tentativa em tentar compreender a mente da platéia.

MUITO BEM, QUAL É SUA IDADE E O QUE A TROUXE AO TEATRO?

Tenho trinta e dois anos, e o que me trouxe ao teatro foram dois motivos, sou amiga de alguns atores do teatro no face e achei legal ter um programa diferente para fazer em um domingo a tarde com meus dois filhos.

INTERESSANTE, QUAL A IDADE DELES E COMO TOMASTE CONHECIMENTO DO ESPETÁCULO?

Tenho uma menina de nove e um menino de cinco. Meu filho recebeu uma propaganda na escolinha dele, e a minha guria viu a propaganda na tv, depois também tomei conhecimento pela rede social (facebook).

TU JÁ TINHAS VINDO EM OUTRA OCASIÃO, À MATINÊ DO MÁSCHARA?

Sim, sim, já tinha vindo no teatro da Lili, e já fui em vários teatros na Casa de Cultura. A gente sabe da luta do pessoal do teatro...

E O QUE TU ACHAS DO LOCAL ONDE A MATINÊ SE DÁ?

Ah! eu gosto, é perto da minha casa, a gente fica bem pertinho dos personagens e eles (crianças) adoram. Parece meio apertado, mas pelo que a gente vê, entrou bastante gente...

E O ESPETÁCULO? O QUE TU ACHOU DE OS SALTIMBANCOS?

Muito bom, muito bom mesmo, Eles(os atores) são maravilhosos, eu gostei muito do cachorrinho e da galinhazinha, o Eduardo e a Prí (filhos) gostaram da gatinha, mas todos estão de parabéns, o burrinho também... É o Ricardo né... As maquiagens são muito bem feitas, perfeitas, parecem os bichinhos de verdade...

TU CONSEGUES COMPREENDER BEM A HISTORIA E OS MENINOS TAMBÉM?

Sim, claro, eles vão se encontrando, até que encontram a gatinha exibida, aí vira uma confusão né... Eles querem morar naquela casinha, mas primeiro não dá, depois da certo, né... E no final a gatinha vira uma... uma estrela né...

E ELES DANÇAM E CANTAM...

Pois é, a gente vê depois que só a gatinha que cantava né, por que ela queria ser a cantora... Mas eles dançam bastante, nossa, eu ri tanto quando o cachorrinho tentava pegar o osso, quando a galinha pôs os ovos... (risos)

TU ACHAS QUE FICOU MEIO LONGO, OU O TEMPO TE AGRADOU?

Nem vimos o tempo passar, teve umas partes lá no meio que ficou meio enrolado, mas acho que não, acho que foi bem bom o tempo. A gente vai se divertindo e quando vê já está no final. Só que eu sentei do lado deles, daí não vi direito umas coisas...

O LANCHE COMERCIALIZADO NA PORTA ATRAPALHA OU TU ACHAS QUE É LEGAL?

Não, é bem bom, por que daí eles comem enquanto vêem o teatro, o ruim é que o Eduardo ficou querendo pipoca na hora da peça por que viu as crianças do lado comendo, aí tive que sair com ele um pouco para buscar.

ENTÃO FOI UM BOM DOMINGO COM TEATRO

Foi, nossa, foi mesmo, e a Prí agora só me dizia: - Mãe, nós não podemos comer frango lá no vô. - Por que o vô dela faz galinha assada todo os domingos, (risos) Aí eu disse para ela: Não, isso é só teatro, é só faz de conta. Mas... mas eles adoraram, eu ri mais que eles até. E eles já me perguntaram, se dá para vir de novo.

MUITO OBRIGADA E VENHA SEMPRE AO TEATRO, TEATRO É VIDA!

                         *                          *                             *                           *

                   A percepção do público é muito diferente do que a que os atores esperam, o que chega, não é o mesmo que é proposto. É como um telefone sem fio, uma mensagem visual é enviada, mas quando chega no seu objetivo, está transformada. O elenco parecia meio nervoso, afobado. A proposta em fazer o espetáculo em arena, acaba por agitar as crianças e a preocupação em contê-las acaba por atrapalhando a interpretação. Ricardo Fenner não repetiu o feito da apresentação anterior e por diversos momentos perdeu a platéia. Souza e Casagrande exageravam nos volumes as vezes, a ponto de virar uma balburdia confusa. O público posicionado em "U" acabava fazendo um efeito prejudicial ao elenco. O som que as crianças da lateral emanava, acabava por bagunçar o som, e o público do fundo da sala recebia som do público misturado com voz dos atores. Uma dica: quando a platéia começa a falar, elenco não deve medir forças gritando mais alto e sim, conter seu próprio som. O que se dará, será o público buscando em meio ao silêncio, o som do espetáculo. 
                    Saltimbancos não tem a ludicidade de Lili inventa o mundo, por exemplo, mas a partitura dos quatro animais nos convida a mergulhar em um mundo de faz de conta. Todos nós, adultos conhecemos os sons propostos por Chico Buarque e Sergio Bardotti, na verdade, muitos dos pais estavam mais mergulhados do que as crianças. E riram muito com as gags propostas pela Gata que antagonizavam o Cão. O trabalho físico de Souza e Fenner está muito mais interessante, e sinto falta de Lorenzoni ficar mais tempo no plano rasteiro. 
                  Acho que seria muito interessante se em um dos lados da carroça, o pano tivesse a imagem de uma casa, que fosse mostrada somente na cena em que a gata encontra a pousada, as vezes o cenário fica muito estanque, apesar de auxiliar ele não faz parte da historia.
                         Ao final do espetáculo me deu até uma certa melancolia em sair da sala, levei para casa mais do que as sete notas musicais, levei as tantas versatilidades do Grupo Máschara.

Alessandra Souza (**)
Cléber Lorenzoni (**)
Ricardo Fenner (*)
Renato Casagrande (**)
Bruna Malheiros (**)
Evaldo Goulart (**)
Fabio Novello (**)
Douglas Maldaner (**)
Bárbara Santos (**)
Dulce Jorge (**)


                OBS: Parabéns a Cléber Lorenzoni pela maquiagem muito bem feita nessa apresentação. E a Evaldo Goulart pela disposição em tentar cumprir tudo o que lhe é atribuído.


                               A Rainha
                         







segunda-feira, 20 de julho de 2015

Alessandra Souza com seu público em Matinê


11ª Matinê - Os Saltimbancos tomo 25

Alguém ainda não conhece o Máschara?

                             Não é o tempo que faz o Máschara ser tão conhecido, mas sim o trabalho, não são os vinte  e três anos de historia, mas as mais de seiscentas apresentações. O grupo Máschara não luta pelo reconhecimento ao nome, mas pelo apreço a arte. O público que na década de noventa assistiu a O Bulunga o Rei Azul, hoje leva os filhos para assistir Os Saltimbancos. E leva mesmo. o público da Matinê do Máschara vem crescendo muito, o hábito está se solidificando. É difícil fazer? É difícil colocar um espetáculo no palco? Sim. Mas deve sempre ser apresentado. O teatro deve sempre acontecer. Deveria estar exposto de segunda à domingo, nas ruas, nos clubes, nos palcos. 
                          O Máschara sempre teve uma preocupação em oferecer ao público o seu melhor, preocupado sempre com o conforto, modificou o palco e apresentou Os saltimbancos em arena. Um arrojo tanto para a equipe quanto para o público. Crianças e adultos riram muito, e certamente serão motivadores do fazer teatral amanhã.
                              O teatro em arena surte na platéia um clima de intimidade, tanto entre eles como que para com os atores. Na arena tanto fechada como aberta (público em três lados) o ator faz as vezes de um gladiador romano. Por isso mesmo não precisa preocupar-se tanto em voltar-se para um ou outro lado como se existisse uma frente do palco. O intérprete em arena, pode, e por isso é tão agradável, esquecer os meio-perfis, ele pode embarcar na historia tridimensionalmente. Nesse quesito Cléber Lorenzoni se sai muito bem e é seguido por Renato Casagrande, ator bastante instintivo. Alessandra Souza e Ricardo Fenner se saem bem, mas podem e devem estudar muito quanto a interpretação em arena. O público embarcou na historia, tão incoerente as vezes, e riu muito, se sensibilizou com os quatro animaizinhos e até torceu por eles. 
                                 O mais interessante do projeto Matinê, é podermos ver o crescimento de cada ator, isso logicamente se tivermos paciência em assistir quatro vezes o mesmo espetáculo. Ricardo Fenner esteve muito melhor em cena, pena ele e Alessandra Souza não cantarem em cena. Por que então a escolha de um  musical? O trabalho corporal dos quatro é muito intenso, mas galinha, cachorro e gata parecem ir mais fundo na construção partiturada. O personagem Jumento parece mais preso em uma fórmula. Renato Casagrande as vezes se deixa levar muito pela platéia, e disso surgem improvisos que as vezes podem colocar o andamento do espetáculo em risco.
                                 A estética do espetáculo fica restrita em um espaço tão pequeno e sem urdimento. E pergunto, o que afinal é um espetáculo teatral? São bons atores contando uma historia? Ou a soma de um figurino bem cuidado, uma luz bem pensada e uma trilha coerente? Ambos, dependendo da proposta, do objetivo. Por exemplo, há alguns dias a Cia. apresentou O castelo Encantado na área social de uma escolinha, luz ambiente, ausência de cenário, etc... mas essa era a proposta. a proposta da matinê me parece, é outra.
                                       Cléber Lorenzoni, apesar de desafinar as vezes, canta muito em cena e uma dica aos outros é que encontrem o momento da respiração correta para não parecerem tão cansados após cada coreografia.
                                    Teatro é trabalho de equipe e é muito gratificante ver Maldaner, Malheiros,  Giacomini,  Goullart, e Novello se dedicando tanto para que o espetáculo fique de pé. Para quem não viu, há ainda duas opções, dois domingos para que os atores amadureçam ainda mais em seus papéis, e a contra-regragem exerça melhor ainda sua função.


Dulce Jorge (**)
Cléber Lorenzoni ( *** )
Ricardo Fenner ( **)
Alessandra Souza (**)
Evaldo Goulart ( **)
Bruna Malheiros   (**)
Douglas Maldaner (**)  
Fábio Novello (**)
Renato Casagrande (**)
                       


Obrigado Gabriel Araújo, Lucas Chalita e Bárbara Santos pelo esforço em prol dos colegas e da arte...



Teatro é vida




                     A Rainha

crianças viajando com as personagens do teatro


O grupo Máschara formando plateias


quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Castelo Encantado Escolinha Arco Íris

            Nunca me ative a falar profundamente sobre a questão hierárquica e sobre o Status dos atores do Máschara, mas acredito que nesse vigésimo quarto ano de Cia. é importante desvendar o manto de dúvidas que envolvem toda essa organização.
                     Há muitos anos ouvi de uma atriz restrita do Grupo, que o teatro não é trabalho, que não adiantava exigir dos atores, que eles não eram funcionários. Não, não são. Porém, do vernáculo, trabalho significa conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim. Sendo assim, levando-se em conta que o fim é a performance perfeita. Os atores estão sim exercendo um trabalho. Muitas vezes o mesmo não será remunerado, o que não interfere na dedicação, partindo do pressuposto que o grupo nasceu como Grupo de Teatro Amador.
                    O Grupo Máschara vem crescendo a cada ano, tanto no que tange a excelência de seu trabalho quanto ao respeito e admiração que vem conquistando junto ao público. Já em seus primeiros anos, ousou, pesquisou, buscou, errou logicamente tentando acertar e nos brindou com grandes performances como Cordélia Brasil e Bulunga o Rei Azul. A partir do ano 2000, avançou para os textos clássicos. E cinco anos depois enveredou-se pelas obras literárias. Seu elenco, veio de vários pontos de nossa cidade, alguns poucos vieram de fora, de outras cidades. A maioria, até o momento que foi aceito na companhia, não havia tido nenhum tipo de contato com o teatro, mas rapidamente os diretores buscaram apresenta-los com a base necessária do conhecimento exigido à um razoável intérprete.
                    Os integrantes da Cia são organizados de acordo com sua dedicação, de acordo com a entrega ao teatro. O Máschara não está preparando apenas atores, mas defensores do teatro, amantes das artes-cênicas. Fazer teatro no interior, as vezes pode ser comparado há uma batalha. Os atores estão como entrincheirados, um passo à frente, cinco atrás. Portanto não basta ensinar a fazer teatro ou ainda encontrar neles seu talento e apreço ao interpretar, mas é preciso desenvolver neles a certeza de que lutar pela arte vale à pena, dignifica o homem e os torna especiais. Conforme sua dedicação pelo grupo e pelo teatro vai aumentando, ao ponto de abrir mão de coisas por ele, os integrantes são condecorados com um titulo que vai do cinco ao um. Os Atores que estão na Cia a mais de dez anos ininterruptos, recebem simbolicamente a honraria de classe A e podem opinar, e ajudar a tomar decisões.
                   Respeito e admiro muito essa hierarquia. Dela surgiram grandes atores, como Angélica Ertel, Miriam Kempfer, Gabriel Wink e mais recentemente Alessandra Souza e Renato Casagrande. No entanto o mais prejudicial da hierarquia, é a forma como ela pode corromper o caráter. O Teatro precisa de humildade, o teatro precisa de generosidade. Pois lida com o humano, com seu psicológico. No Máschara o mais importante não são talento e vocação, essas duas forças impalpáveis, mas a vontade de lutar pela Cia. A lealdade e a dedicação por uma historia de mais de 23 anos que quer sempre dar a chance de cada um falar, de cada um se pronunciar frente ao público.
                   Afora isso, há ainda a fogueira das vaidades onde muitos se queimam, há a ambição e infelizmente a dificuldade em viver com o pouco que se ganha. O maior bem, é a certeza de que em cada apresentação se toca o público, e em cada sorriso de criança, o idealismo de que no futuro, o teatro será visto com melhores olhos.
                  Hoje, por exemplo foi um dia de agir em prol das crianças, um dia de batalhas, um dia de embate, e há sempre um olhar crítico a espreita, um olhar desconfiado. Em cena Alessandra Souza, Renato Casagrande, Evaldo Goulart e Cléber Lorenzoni. Quatro atores vívidos. Ávidos pelo aplauso, pelo sorriso dos pequenos. O espetáculo foi delicado, comunicativo, e lúdico. Um dos mais lúdicos do Máschara. Senti falta apenas de mais apuro em cada um dos cinco quadros apresentados. O início foi interessante, gostaria de ver em novas ocasiões. Hoje pareceu-me sim que a pequena Rosa Maria encontrou os “contadores de historia”.
                  
**O Máschara agradece ao ator Ricardo Fenner por organizar essa apresentação.


Renato Casagrande (***) Pelas ideias em melhorar o espetáculo.
Alessandra Souza (***) Pela humildade aceitando as ideias em melhorar o espetáculo.
Cléber Lorenzoni(**)
Evaldo Goulart (**)
Bruna Malheiros(**)


Arte é Vida



A Rainha



O castelo Encantado conta Erico Verissimo na escolinha Arco Íris



segunda-feira, 13 de julho de 2015

Com o filhinho da querida amiga Luciane Dal-Soto em Matinê do Máschara


A gatinha pla interpretação de Cléber Lorenzoni


Os quatro músicos de Bremem


10ª Matinê do Máschara - Os Saltimbancos 24ª Apresentação

As Crianças de hoje são o público de teatro de amanhã...

                            O teatro infantil tem como função principal, preparar, criar o hábito no público para o amanhã.  Dois erros básicos que costumam acontecer no teatro infantil, e que são os mais comuns nesse gênero de atividade, se originam no desconhecimento da natureza do teatro como arte independente e legítima, bem como de suas características essenciais. Abandonando o caminho do teatro, os que que erram descambam para dois campo opostos: o da suposta pedagogia, e da exacerbação  emocional gratuita, ambas esquecidas de que o teatro é uma experiência artística, estética, uma experiência independente, autônoma, ligada ao que é definível especificamente como uma ação dramática. Que o teatro educa não há dúvida - ou, melhor dizendo, pode educar -, mas educa pelos próprios meios, pelo aprimoramento de conceitos estéticos, pela ampliação da experiência do conhecimento humano, e nunca pela lição de moral impingida, soletrada e empurrada goela abaixo a qualquer preço. O estilo do Grupo Máschara é sempre artístico e não tenta erguer a bandeira careta de pregar o que é supostamente certo ou errado. Pelo contrário. No entanto as vezes alguns atores precisam tomar cuidado para não percorrerem esse caminho falho. Para chegar no público infantil o Máschara conta com o apoio do público adulto, que também motivado pela consciência da importancia e do prazer em assistir teatro, leva seus filhos. E que ótima opção, Os Saltimbancos, música, dança e uma mensagem de união e perseverança. 
                            Recordei-me de uma página que o Grupo fez no jornal Diário Serrano por ocasião do aniversário de 15 anos da trupe. Na mesma estava escrito, "O Grupo Máschara completou 15 anos de teatro, mas será que a comunidade quer teatro?". Foi sem dúvida uma frase ousada. E hoje a resposta parece clara, o público quer teatro. Prova disso, foi a lotação do espaço, pena o espaço ser tão pequeno e pouco apropriado. Veja bem, qualquer lugar é para o teatro, no entanto, a partir da quinta fila da platéia, a assistência já não enxergava plenamente os atores. A iluminação era precária, sem pontos cênicos ou efeitos artísticos, novamente pela ausência de espaço adequado. Mas a Cia. continua lutando, se adequando, viajando qual mambembe tentando encontrar um espaço seu. 
                        O teatro é um vício, uma vocação, alguns nasceram unicamente para ele, outros passam por ali, nesse domingo Alessandra Souza, Renato Casagrande, Cléber Lorenzoni e Ricardo Fenner subiram ao palco muito mais inteiros do que na ultima apresentação de Os Saltimbancos um ano antes. Alessandra está mais madura, mais completa como atriz, suas improvisações e seus tempos cômicos na "galinha" preenchem o foco. Renato Casagrande e Cléber Lorenzoni dão o tom do espetáculo, Ricardo Fenner está muito mais versátil, senhor da cena, sua maturidade cênica tem se mostrado mais presente desde a montagem de Olhai os Lírios do Campo, no entanto, seu ritmo estava um tanto vagaroso, após a primeira coreografia pareceu cansado, sem fôlego, precisas ensaiar mais, respirar mais e controlar o aparelho respiratório. Em algumas frases falou baixo e perdeu o público. 
                           O chão molhado provocou um tombo na intérprete da penosa, mas a atriz solucionou rapidamente. A trilha, operacionada por  Evaldo Goulart as vezes foi estrépita, merece mais delicadeza. 
                               As montagens de Os saltimbancos sempre me parecem incorrer no mesmo erro, a falta de personalidade na escolha de seu objetivo. O maior acerto dessa montagem é sem duvidas o trabalho de composição dos animais. As canções podiam ser muito melhor interpretadas, durante o canto só ouvia as vozes de enato Casagrande e Cléber Lorenzoni. Quando se monta um musical, é necessário cantar...


Alessandra Souza (**) Por seu trabalho cênico, onde o personagem sabe o momento de falar.
Renato Casagrande (***) Pelo esforço em salvar o espetáculo, pela energia em cena.
Ricardo Fenner (*) Para buscar mais ritmo e volume.
Cléber Lorenzoni (*) pela escolha em não colar suas plumas no figurino.
Dulce Jorge (**) Pela sua participação como diretora da Cia.
Evaldo Goulart (*) Que necessita de mais concentração, entrega e percepção.
Bruna Malheiros (***) Pela disponibilidade, pela prestatividade e compromisso.
Douglas Maldaner (**) Por cumprir o que lhe é pedido.


Membros Honorários
Gabriel Araújo (**) Pela prestatividade desinteressada
Lucas Chalita (**) Pelo apoio desmedido



Arte é Vida                                                      A Rainha
                          

Vem aí mais um Castelo Encantado


Jumento, galinha e nossas crianças, o público de amanhã!


Mais uma das fãs do nosso trabalho


sexta-feira, 10 de julho de 2015

currículo Cléber Lorenzoni

CURRÍCULUM

1.0 - Idade : -
1.0.2 - Endereço: Cruz Alta/RS
1.0.3 - Escolaridade: Ensino Superior Direito (pausado) UNICRUZ
1.0.4 - Altura: 1,78
1.0.5 - RG: 9076674762
1.0.6 - Registro de ator pelo Sated/RS: 11502



Ator do Grupo Máschara desde 1996
Diretor Artístico do Máschara desde 2000


2.0 -Trabalhos de Interpretação:
Eugênio  em Olhai os Lírios do Campo (2015)
Paulo em A Serpente (2013)
Eurico em O Santo e a Porca (2012)
Gata em Os Saltimbancos (2012)
Ator em Deu a Louca no ator (2011)
Adelaide Fontana em As Balzaquianas (2011)
Rosalinda e Úrsula em A Maldição do Vale Negro (2009)
Ed Mort em Ed Mort (2008)
Dr. Stokmamm em Um Inimigo do Povo (2007)
Senhor Poeta em Lili Inventa o Mundo (2006)
Romeu em Romeu e Julieta (2006)
Mario Quintana em Esconderijos do Tempo (2006)
Contador de Historia em O Castelo Encantado (2005)
Menandro Olinda  em O Incidente (2005)
Leonardo em Bodas de Sangue (2003)
Guarda de trânsito em  O feriadão (2002)
Velha cega em Yerma (2002)
Macbeth em Macbeth (2002)
Tartufo em Tartufo (2001)
Creonte em Antígona (2000)
Palhacinho em O Conto da Carrocinha (1999)
Flávia em Dorotéia (1998)
Fada Morgana em Bulunga o Rei Azul (1996)



                                                     2.0.1 -  Interprete em substituição em: O Incidente
Feriadão
O Castelo Encantado
Bodas de Sangue
Um dia a Casa Cai


3.0 - Direção: Olhai os Lírios do Campo (2015)
A Serpente (2013)
O Santo e a Porca (2012)
Os Saltimbancos (2012)
Deu a Louca no ator (2011)
As Balzaquianas (2011)
A Maldição do Vale Negro (2009)
Ed Mort (2008)
Um Inimigo do Povo (2007)
Lili Inventa o Mundo (2006)
Romeu e Julieta (2006)
Esconderijos do Tempo (2006)
O Castelo Encantado (2005)
O Incidente (2005)
Bodas de Sangue (2003)
O feriadão (2002)
 Macbeth (2002)
Tartufo (2001)
 Antígona (2000)

3.0.1 - Assistência em Direção: O Conto da Carrocinha (1999)
                                          
4.0 - Indicações  e troféus em Festivais: 


Melhor Ator como Rosalinda no 1º Festival da Cidade dos Anjos (Santo Angelo) 34ª Indicação 2015

Melhor Ator como Fred em Feriadão no FESTVALE (Rolante) 33ª Indicação 2014

Melhor Ator como Ericão - no Art in Vento de Osório 19º Troféu 2012

Melhor Ator como Gata  no Art in vento de Osório - 31ª Indicação.

Melhor Ator como Rosalinda - no Art in Vento de Osório 18º Troféu 2010

Melhor Ator como Rosalinda e Úrsula - 11ºFestival de Itaqui- 29ª Indicação 2010

Melhor Ator por Sr. Poeta em Lili – 1º FETTEN – 28ª Indicação 2008

Melhor Ator por Mario em Esconderijos – 1º FETTEN- 17º Troféu 2008

Melhor Ator por Sr. Poeta em Lili – XVº Erechin – 16º Troféu 2008

Melhor Ator por Mario em Esconderijos – XVº Erechin – 15º Troféu 2008

Melhor Ator por Sr. Poeta em Lili – 10º DOMPA – 14º Troféu 2008

Melhor Diretor 10º DOM PEDRITO por Lili Inventa o Mundo

Melhor Ator por Mario em Esconderijos – 10º DOMPA – 13º Troféu  2008

Melhor Diretor 10º DOM PEDRITO por Esconderijos 2008

Melhor Ator por Mario em Esconderijos – 14º FERTAI – 12º Troféu 2007

Melhor Diretor 14º FERTAI - por Esconderijos 2007

Melhor Ator por Mario em Esconderijos – 5º FESTSALTO – 11º Troféu 2006

Melhor Diretor 5º FESTSALTO por Esconderijos 2006

Melhor Ator por Noivo em Bodas de Sangue –Xº FERTAI – 20ª Indicação 2003

Melhor Ator por MacBeth em MacBeth – XIIIº FETARGS – final 10º Troféu 2002

Melhor Diretor  XIIIº FETARGS Final por Macbeth 2002

Melhor Ator por MacBeth em MacBeth – XIIIº FETARGS – 18ª Indicação 2002

Melhor Ator por MacBeth em MacBeth- 16º CANELA – 9º Troféu 2002

Melhor Ator por Tartufo em Tartufo- 2º FESTSALTO – 8º Troféu 2002

Melhor Ator por MacBeth em MacBeth –9º FERTAI – 7º Troféu 2002

Melhor Ator por Tartufo em Tartufo –XIIº FETARGS final – 6º Troféu 2001

Melhor Diretor XIIº FETARGS final por Tartufo 2001

Melhor Ator por Tartufo em Tartufo – VIº Santiago em cena – 13º Indicação 2001

Melhor Ator por Tartufo em Tartufo – XIIº FETARGS – semifinal -12º Indicação 2001

Melhor Ator por Creonte em Antígona – XIº FETARGS –Final 11ª Indicação 2000

Melhor Diretor XIº FETARGS Final por Antígona 2000

Melhor Ator por Creonte em Antígona – Iº FESTSALTO – 10ª Indicação 2000

Melhor Ator por Creonte em Antígona – XIº FETARGS –Semifinal 5º Troféu 2000

Melhor Ator por Creonte em Antígona – IVº Santiago em cena- 4º Troféu 2000

Melhor Ator por Creonte em Antígona – 2º Uruguaiana – 3º Troféu 2000

Melhor Ator por Creonte em Antígona – 2º Rosário sem Cena- 6ª Indicação 2000

Melhor Ator por Palhacinho em Carrocinha – 1º Uruguaiana – 2º troféu 1999

  Ator Coadjuvante por Palhacinho em O Conto da Carrocinha 3º Santiago em Cena-4ª indicação

Melhor Ator por Palhacinho em Carrocinha – 9º Guaíba – 4ª Indicação 1999

Melhor Ator por Palhacinho em Carrocinha – VIºFERTAI - 3ª Indicação 1999

Melhor Ator por D.Flávia em Dorotéia – IXº FETARGS semifinal 2ª Indicação 1998

Ator Coadjuvante por D. Flávia em Dorotéia Vº FERTAI-2º troféu 1998

MelhorAtor por Morgana em Bulunga VIIIº FETARGS semifinal 1ª Troféu 1997

     Ator Coadjuvante por Fada Morgana em Bulunga o Rei Azul IVº FERTAI-1ºtroféu 1997

       Ator Coadjuvante por Rico em Cordelia Brasil IIIº FERTAI- 1ª indicação 1996


5.0 - Participação em Curtas: Minha Historia de Natal veiculado pela RBS
Historias Extraordinárias (O Santo Acorrentado)

6.0 - Roteirista e Adaptador : 
6.1-Adaptação da obra Esconderijos do Tempo a partir da obra de Mario Quintana
6.2-Roteirista do programa Pequenos Heróis, veiculado pelo canal 20  na cidade de Cruz Alta

7.0 Escritor: 
7.1-Autor do Romance Fortaleza de Cristal
7.2-Vencedor de duas edições do concurso Novos Talentos promovido pela UNICRUZ 

8.0- Formação Teatral: 
8.0.1-              Formação na escola  “Luzarte” de atores de Santa Maria, com técnica em teatro e televisão. Tendo professores: Fábio Sabag, Evaldo Lemos, Cininha de Paula, Andréa Avancini, Ângela Vieira, e Antônio Grassi.

8.0.2-  Workshop de interpretação com Jaqueline Pinzon, Helquer Paez, Luís Paulo Vasconcelos, Maria Lúcia Raimundo e Regina Machado. Atores e diretores de Porto Alegre

8.0.3-           Oficina de Clowns com Rogério Beretta.

9.0 - Professor:
9.1-                   -Professor de teatro na escola ESMATE – junto a UNICRUZ, universidade de Cruz Alta onde ministra oficinas a crianças, curso básico para adultos e curso técnico para adultos.
9.2-         Ministrou oficinas de teatro em parceria com a prefeitura de Cruz Alta na CASA DE CULTURA de Cruz Alta durante os anos de 2007 e 2008
9.3-        Instrutor no programa do governo PROJOVEM- contratado pela empresa Aldeia, durante o segundo semestre de 2013.
9.4-                  Professor do projeto Envolver-se ministrando aulas de teatro para quatro escolas da periferia. (ACEMAS).

10.0 -        CARNAVAL

·       Bailarino e Coreógrafo da COMISSÃO DE FRENTE da escola Unidos de São José.
2011-Coreógrafo e coreografia nota 10 com o tema – O reino dos Mares
·       Bailarino e Coreógrafo da COMISSÃO DE FRENTE da escola Imperatriz da Zona Norte.
     2015 - A Historia do Espelho - O mito da Medusa
     2013 - A Mulher Guerreira 
2012 - Brincadeira de criança
2011- Coregrafia nota 10 com o tema – A fé a nos guiar.
2010- Coreógrafo e Coreografia nota 10 com o tema –Sou curioso e quem não é.
2009- Coreografo e Coreografia nota 10 com o tema – Internacional e Grêmio- uma paixão nacional.
2008- Coreografia nota 10 com o tema – Cruz Alta terra de Muitos Povos.
2007- Coreografia e coreógrafo nota 10 com o tema - E viveram felizes para sempre, Imperador e Imperatriz, o casamento perfeito.
2006- Coreografia e Coreógrafo nota 10 com o tema - Com a Imperatriz no carnaval um outro mundo é possível.
·       Coreografou a comissão de frente da escola de Samba Unidos de São José de Cruz Alta em 2006. Recebendo nota 10 como coreógrafo e em coreografia. E troféu Pandeiro de Ouro como melhor Comissão de Frente de 2006.
·       Coreografou a comissão de frente da escola de Samba Mocidade independente de São Miguel  da cidade de Cruz Alta em 2006.
·       Carnavalesco da escola Mocidade Independente de São Miguel em 2006 com o enredo “A São Miguel abra as cortinas para o espetáculo começar”.
·       Apresentador do Carnaval Gay em 2008 no Ginásio Municipal de Cruz Alta.


11.0- Trabalhos em Rádio: Apresentador no programa "Comédia Rasgada" transmitido pela rádio Independente AM, no período de agosto a dezembro de 2013.





quinta-feira, 9 de julho de 2015

Currículo Dulce Jorge

CURRICULUM                            





Dulce Helena Jorge da Silva



1.0 - Idade : -
1.0.2 - Endereço: Cruz Alta/RS
1.0.3 - Escolaridade: Ensino Superior Ciências - UNICRUZ
1.0.4 - Altura: 1,68
1.0.5 - RG:
1.0.6 - Registro de atriz pelo Sated/RS: 



Fundadora  e Atriz desde 1992 na Cia. Máschara de Teatro


2.0 -Trabalhos de Interpretação:
Eunice em Olhai Os Lírios do Campo (2015)
Caroba em O Santo e a Porca (2012)
Evangélica em Deu a Louca no ator (2011)
Penélope em Ed Mort (2008)
Sra. Billing em Um Inimigo do Povo (2007)
Dona Glorinha em Esconderijos do Tempo (2006)
Dona Quitéria Campolargo em O Incidente (2005)
Mãe em Bodas de Sangue (2003)
Dileta Prudente em O feriadão (2002)
Lady Macbeth em Macbeth (2002)
Dona Elmira em Tartufo (2001)
Antígona em Antígona (2000)
Dorotéia em Dorotéia (1998)
Bruxa Magnólia em Bulunga o Rei Azul (1996)
Cordélia em Cordélia Brasil (1995)
Bárbara em Um Dia a Casa Cai (1992)


                                                     2.0.1 - Interprete em substituição em: As Balzaquianas


3.0 - Direção: O Conto da Carrocinha (1999)
                Bulunga o Rei Azul (1996)
                Cordélia Brasil (1995)
3.0.1 - Assistência em Direção: A Maldição do Vale Negro (2009)
                                          Os Saltimbancos (2011)


4.0 - Indicações  e troféus em Festivais: 
Melhor Atriz como Caroba em O Santo e a Porca - Ar tin Vento 7º Troféu  (2012) 

Melhor Atriz Coadj. por D. Quitéria em O Incidente 11º DOMPA 10º Indicação (2009) 

Melhor Atriz Coadj. por D. Glorinha em Esconderijos 1º FETTEN 7º Troféu (2008) 

Melhor Atriz Coadj. por D. Glorinha em Esconderijos XVº ERECHIN 6º Troféu (2008) 

Melhor atriz Coadj. por D. Glorinha em Esconderijos 10º DOMPA 5º Troféu (2008)

Melhor Atriz Coadj. por D. Glorinha em Esconderijos 11º FERTAI 4º Troféu (2007) 

Melhor Atriz Coadj. por Mãe em Bodas de Sangue Xº FERTAI 3º Troféu (2003) 

M. Atriz por Lady MacBeth em MacBeth-XIIIº FETARGS final 6º Troféu (2002)

M. Atriz por Lady MacBeth em MacBeth-XIIIº FETARGS semifinal 16ª Indicação

Melhor Atriz Coadj. por Elmira em tartufo 2º FESTSALTO 4º Indicação (2002) 

M. Atriz como Lady MacBeth em MacBeth- 16ºCANELA- 15ª Indicação (2002)

M. Atriz como Lady MacBeth em MacBeth -9º FERTAI- 14º Indicação (2002)

Melhor Atriz Coadj. por Elmira em Tartufo – VIº Santiago em cena- 2º Troféu (2001) 

M. Atriz como Elmira em Tartufo- 8º FESTVALE – 13ª Indicação (2001)

M. Atriz como Elmira em Tartufo- 3º URUGUAIANA- 5º Troféu (2001)

M. Atriz como Elmira em Tartufo- VIIIº FERTAI – 12ª Indicação (2001)

M. Atriz como Antígona em Antígona – XIº FETARGS-final 11ª Indicação (2000)

M. Atriz como Antígona em Antígona –Iº FESTSALTO – 10ª Indicação (2000)

M. Atriz como Antígona em Antígona – XIº FETARGS – semifinal- 9º Indicação (2000)

M. Atriz como Antígona em Antígona – IVº Santiago em cena – 8ª Indicação (2000)

M. ATRIZ como Antígona em Antígona – 2º URUGUAIANA – 4º Troféu (2000)

M. Atriz como Antígona em Antígona – 2º ROSÀRIO EM CENA – 3º Troféu (2000)

M. Atriz como Dorotéia em Dorotéia – Vº FERTAI - 5ª Indicação (1998)

Melhor Atriz Coadj. por Magnólia em Bulunga o rei azul- IVº FERTAI – 1º Troféu (1997) 

M. Atriz como Magnólia por Vulunga – VIIIº FETARGS semifinal 4ª Indicação

M. Atriz como Cordélia por Cordélia Brasil- IIIº Fertai 2º Troféu (1996)

Melhor Atriz Coadj. por Bárbara em Um Dia a casa cai – Iº FERTAI – 1º Indicação (1994) 

M. Atriz como Bárbara em Um dia a casa cai- Vº FETARGS semifinal 1º Troféu (1994)

5.0 - Participação em Curtas: Minha Historia de Natal veiculado pela RBS
Historias Extraordinárias (O Santo Acorrentado)
Cadê a Nota (produzido por alunos da UNICRUZ

6.0 - Roteirista e Adaptadora : Adaptação da obra Esconderijos do Tempo a partir da obra de Mario Quintana




Currículo Ricardo Fenner

CURRICULUM












Idade : 40 ANOS
Endereço: Cruz Alta/RS
Escolaridade: Administração de Empresa-UNICRUZ
Altura: 1,88
RG:7017960753
Registro de ator pelo Sated/RS: 7738


Ator desde 2001 na Cia. Máschara de Teatro
Produtor da CIa. Máschara de teatro desde 2009


Trabalhos de Interpretação:
Angelo em Olhai Os Lírios do Campo (2015)
Coronel Eudoro Vicente em O Santo e a Porca (2012)
Policial em Deu a Louca no ator (2011)
Conde Maurício e Cigana Jezebel em A Maldição do Vale Negro (2009)
Rubenci em Ed Mort (2008)
Pai em Bodas de Sangue (2003)


                                                     Interprete em substituição em: Os Saltimbancos
O Incidente
Tartufo
Feriadão


Contra-Regra nos espetáculos: Esconderijos do Tempo
                                                      

Indicação para Melhor ator coadjuvante: Iº Festival de Teatro da Cidade dos Anjos 2015

Troféu de Produção: (pelo espetáculo A Maldição do Vale Negro) Festival de Teatro de Itaqui 2010

Proprietário da  empresa: Script Produções Artísticas

Projetos que produziu: Cena às 7 (programa que oferecia teatro todos os domingos na cidade de Cruz Alta/RS)
Matinê do Máschara (programa de espetáculos Infantis )

Curtas:
Figuração série OXIGÊNIO - RBS TV sob direção de Pedro Zimmermann
Participação na série Minha Historia de Natal- sob direção de Hique Montanari
Participação na série da RBS TV Histórias Extraordinárias sob direção de Claudinho Pereira


Currículo Renato Casagrande

CURRICULUM                                           


RENATO GOLLE CASAGRANDE
Idade : -
Endereço: Cruz Alta/RS
Escolaridade: Ensino Médio (escola Margarida Pardelhas)
Altura: 1,84
RG: 7113014109
Registro de ator pelo Sated/RS:





Ator desde 2008 na Cia. Máschara de Teatro
Professor auxiliar na ESMATE (Espaço Máschara de Teatro) desde 2013

Trabalhos de Interpretação:
Ernesto Fontes em Olhai os Lírios do Campo (2015)
Décio em A Serpente (2013)
Dodó em O Santo e a Porca (2012)
Cachorro em Os Saltimbancos (2012)
Ator em Deu a Louca no ator (2011)



                                                     Interprete em substituição em: Esconderijos do Tempo
O Incidente
Ed Mort
Feriadão
Tartufo
O Castelo Encantado
Lili Inventa o Mundo

A Maldição do Vale Negro


Contra-Regra nos espetáculos:  As Balzaquianas

Bailarino em Comissão de frente das agremiações Carnavalescas: 
                              Acadêmicos de São José (2010) (2013) 
                              Imperatriz da Zona Norte (2010/2011/2012/2013/2014/2015)

Indicação para Melhor ator coadjuvante: Festival de Teatro de Osório -2012
                                                                           Festival de Teatro de Erechim - 2010


       Animador Cultural em empresas e aniversários desde 2014

Trabalhos na TV: Quequé no programa infantil Pequenos Heróis veiculado pelo canal 20 na NET tv, de abril à junho de 2013.

Trabalhos em Rádio: Apresentador no programa "Comédia Rasgada" transmitido pela rádio Independente AM, no período de agosto a dezembro de 2013.