quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Criando para o Corpo em Ação


Espetáculos em Nova ramada


Grupo Máschara em mais um Corpo em Ação


Depoimento sobra e oficina ministrada por Raquel Arigony Prates


Os acordes do corpo e os mil caminhos a serem galgados por um artista em busca da compreensão de seus movimentos. – Sistema LABAN/BARTENIEFF  através da pesquisadora Raquel Arigony Prates.

 

                Seis encontros para se mergulhar nos ilimitados viesses do palavreado corpóreo, pode parecer muito para quem vê o irmão corpo como um amontado de músculos, ossos e cartilagens. No entanto para quem compreende ou ao menos questiona-se quanto a pluralidade desse misterioso equipamento de comunicação, de troca, e de efervescência, seis noites para visualizar a consciência corporal em cada entroncamento é apenas um ponta pé, o inicio de uma motivação muito maior.

Como ator, debato-me sempre naquilo que busco enquanto comunicador, nas possibilidades que tenho a minha disposição. “Segundo Barba, a antropologia Teatral é o estudo do comportamento humano quando o ator usa sua presença física e mental em uma situação organizada de representação de acordo com os princípios que são diferentes dos usados na vida cotidiana”.  Enquanto diretor, essa premissa de Barba sempre me acompanhou e isso encontra eco na caminhada proposta pela oficineira Raquel Prates, que não mediu esforços para abrir portas, apresentar chaves, lançar interrogações e levantar questões em nosso cérebro que respingavam em nossos músculos e articulações.

Durante nosso mergulho por uma Labananálise, Raquel nos revelou gotas generosas dos “Fundamentos Corporais Bartenieff”: qualidades de movimento, formas cristalizadas, a eucinética e ainda diálogos acalorados de “dentro para fora”. Obviamente esse muito adquirido é pouco quando voltamos nosso olhar para as extensas pesquisas de Rudolf Van Laban. Tentamos desmistificar juntos, o retrógrado pensamento enraizado em alguns de nós, de que dança e teatro sejam caminhadas distintas, talvez a dança seja um teatro sem falas. Ora, o mundo contemporâneo carrega consigo um contexto diferenciado no que tange a área das artes, as circunstâncias históricas, sociais e estéticas, conferem ao artista-cênico, uma postura versátil, diversificada e ousada. O artista do século XXI não se contenta em levar ao palco um obra básica, restrita, pelo contrário, ele se nutre das mais variadas formas de interação, matizes e técnicas. Para isso ele busca em Barba, Meyerhold, Decroux entre tantos outros, suas versáteis análises do pensar cênico.

Raquel Prates elenca alguns exercícios para ir nos dissecando e nos propõe um olhar para o interno e também para o externo. Tudo é feito com calma, respeito ao tempo de cada aluno e principalmente de forma a não saturar nossa mente. As propostas vão fluindo em meio a eloquentes diálogos que aludem e informam.

No primeiro encontro os sentidos são despertados de forma a ficarmos ligados, prontos à tudo o que iremos receber de fora para dentro. Ultrapassada essa primeira fase, chegamos ao Espaço Tridimensional ao Redor do Corpo, ou seja, nossa Cinesfera.

Nossa vivencia teatral adaptou rapidamente, desenvolveu caminhos, indagações e reações nesse primeiro estudo e o mais interessante foi encontrar em nossas cinesferas, muito de nossa vaidade. Ou seja, somos um único ser, que se comunica, reage, cria de acordo com um todo.

Nas qualidades dinâmicas, o jogo teatral falou muito alto e variamos entre pesos e intenções. A oficineira nos proporcionou criar, desenvolver coreografias e mostrou-se sempre sensível as dificuldades e espontaneidades de cada individuo. A seguir, Fluxo, Camadas e Forma. Uma busca por algo novo, por um gesto, por uma inspiração, pela descoberta do genuíno e do autêntico.

Os aprofundamentos propiciados pela pesquisa e conhecimento de Raquel Prates encontraram sim barreiras, nossos corpos, ainda que atuantes, desenvolvem como todos os corpos, vícios e robotizações. É preciso sensibilidade, curiosidade, vontade e por que não dizer, humildade.

Ao fim dessa primeira etapa, a percepção de que a observação junto as linhas e formas do nosso existir em meio ao espaço, promovem uma consciência de nossas possibilidades motoras e psíquicas, torna-se a maior conquista. No plano artístico, ela gera uma maior conexão com nosso “eu” interior, e elenca um artista ainda mais preparado para o exercício da comunicação.

 

 

 Cléber Lorenzoni – Diretor de Teatro

Pelas ruas de Cruz Alta


Preparativos ao ar livre em 2013


O Natal vem chegando, vamos nos reinventar?


sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Resenha de Renato Casagrande a partir dos dramaturgos O'Neill, Albee e Williams

“O passado de uma pessoa pode se tornar seu destino”
                                                                                                      Eugene O’Neill

Descobrindo as origens de um dramaturgo poderemos compreender melhor o sentido de suas palavras em sua obra, sua inspiração e até mesmo seu “desabafo”.
Aceitei o desafio de desvendar os imortais O’Neill, Williams e Albee. Ambos tratam em suas obras sobre a sociedade norte-americana, tentam questionar ou até ironizar o tão desejado sonho americano, com personagens totalmente avessos a esse ideal. Seus personagens sempre são psicológicos em graus que oscilam entre a loucura ou até mesmo a uma vida completamente fracassada. É necessário mencionar que O’Neill de certa forma alcançou o apogeu com o que se tornaria o teatro realista norte-americano. Tennessee não descobriu ou criou algo novo, mas redescobriu por si só o que já fora descoberto. O realismo permanece o estilo norte-americano, o mérito às vezes, foi fundir o realismo com a imaginação, o que Williams explorou muito bem.
Me inteirando das biografias, chego a conclusão de que os três dramaturgos em questão, encaixam-se no gênero teatral denominado Realismo-Trágico. Peças decorrentes do mundo real, sem fantasias ou misticismo (embora seja impossível viver sem) mas com grande escala de tragédias pessoais, tais como: vícios, suicídios, assassinatos ou mesmo insanidade. Personagens convincentes no mundo de hoje, usam dos instintos humanos, referência da tragédia grega, para seguirem com sua jornada.
Eugene O’Neill traz uma força em sua obra, sentimentos profundos e uma verdade interna, inovando e mesmo criando uma nova ideia própria de tragédia. Revela personagens mais violentos que de Albee e um pouco mais semelhantes com os de Tennessee Williams; esse por sinal demonstra personagens mais solitários com conflitos internos à beira da explosão. Edward Albee não fica longe de personagens solitários e/ou trágicos, lembrando sempre de que foi diretamente influenciado por O’Neill, em sua obra podemos ver claramente o choque entre o sonho americano e o “mundo real”.
Analisando a vida e mesmo a trajetória de tais dramaturgos, chego a conclusão de: o que realmente os une - além de sua obra o que é indiscutível – são suas vidas. Portanto declaro aqui, mesmo com meu pouco conhecimento de tais “monstros”, que vejo-os como dramaturgos autobiográficos. E por quê? Simplesmente pelo fato de suas personagens possuírem características próprias de seus familiares. O’Neill e Williams foram internados em sanatórios, devido a dependências químicas. Renegados pela sociedade americana por serem opostos ao padrão da sociedade. Um tentara se suicidar, outro morrera por algo tolo, outro viveu a vida inteira tentando se encaixar em sua família. Todos possuem histórico de família conturbada.
Albee era adotado, e não teve muita intimidade com seus pais, isso reflete-se em sua obra, personagens com carência de sentimentos. Em ”A História do Zoológico” vemos o duelo entre dois indivíduos, o Zoológico em si é a sociedade, com seres presos em suas jaulas separados por grades impedindo a comunicação, tornando assim quase impossível vencer o individualismo e mesmo a solidão. Será que não se refere ao seu convívio familiar? Pensemos...
Podemos ver claramente a irmã de Tennessee, Rose, incorporada como Laura Wingfield em “À Margem da Vida”. Rose fora diagnosticada com Esquizofrenia e passou por uma lobotomia que a incapacitou para o resto da vida. Alguns estudiosos intitulam Blanche DuBois em “Um bonde chamado desejo” como uma leve inspiração de Rose, será? Pensemos...
O’Neill teve uma vida conturbada, com casamentos fracassados e uma tentativa de suicídio em seu histórico, uma mãe alcoólatra que também tentara o suicídio, filho de atores, demorou a se encaixar na sociedade, e não sei ao certo se conseguiu. Tuberculoso assim como sua mãe, teve Parkinson e morreu decorrente a tuberculose que o acompanhou durante muito tempo. Curioso pensar que sua mãe e ele tentaram o suicídio devido a insatisfação que sentiam da vida, mais curioso ainda é que seu filho teve êxito neste desejo. Agora eu pergunto: A arte imita a vida ou a vida imita a arte?
Outra ressalva que tenho a fazer é que todos os três trataram em suas obras de assuntos considerados tabus, abusaram da ortografia para introduzir no meio literário de personagens homossexuais, dependentes químicos, e até mesmo diferenças raciais que eram demasiadamente inseridas na sociedade norte-americana da época e comum até nos dias de hoje em quase todo lugar. Apesar de notarmos o quanto a vida e a obra de cada dramaturgo estão unidas, não pretenderemos explicar a obra por meio da vida de um autor, uma vez que na obra ele seleciona, transcende, distorce os fatos de forma que eles signifiquem muito mais do que na vida.
Uma pena que esse teatro anunciava um declínio nos palcos norte-americanos que não conseguiria superar o apogeu do cinema tão cheio de surrealismo e fantasia.
Concluo aqui que o legado de tais nomes é a tragédia humana em meio a uma sociedade conformada com um padrão de vida que não cobre e nem permite pessoas avessas ao seu ideal e que se possível seria discutível a possibilidade de banimento de tais seres, um mundo onde os autômatos teriam vez e que o fracasso não é permitido e nem a desistência. Agradeço à Eugene, Tennessee e Edward, pois com eles podemos ver um mundo real sem fantasia ou utopia, e às vezes isso pode ser essencial para questionarmos nossas vontades e ideais e até mesmo compreendermos melhor nossa função como sociedade.


Renato Casagrande

ESMATE 10/09/2016


quarta-feira, 21 de setembro de 2016


Resenha crítica após pesquisa sobre os dramaturgos Racine, Corneille e Molière e seus aspectos em comum.



Sobre humanismos e realismos

            Falar aqui de Jean Baptiste Racine, Pierre Corneille e Jean Baptiste Poquelin (Molière) e seus aspectos em comum é um grande desafio. À primeira vista as semelhanças são óbvias. E em profundidade? O que encontramos nas entrelinhas de suas histórias? Buscarei resumir um pouco do que encontrei e do que me instiga a buscar mais.
            Comecemos, então, pelo óbvio. Estes três nomes representam clássicos da dramaturgia francesa. Contemporâneos (sec. XVII), tiveram seus caminhos entrecruzados. Foram mestres de sua arte. São referências até hoje. Por isso, clássicos; por isso, grandes.
            Corneille é considerado o pai da tragédia francesa (embora também tenha se aventurado pelas comédias na primeira fase de sua carreira). Sua força ganhou até um adjetivo: corneliano, com uma ampla significação, fazendo referência a vontade, heroísmo, densidade literária, grandeza da alma, integridade e oposição irredutível aos pontos de vista.
            Já Molière é reconhecido como fundador indireto da Comèdie-Française. Dedicou-se à dramaturgia e à atuação. Mesmo tendo preferência pelas tragédias, tornou-se famoso por suas farsas.
            Racine triunfou com suas tragédias. Foi considerado o criador moderno de tragédias míticas (fortemente influenciado por Eurípides). Ao contrário de Corneille, que celebrava a força do homem, Racine, da ordem e sensibilidade, dramatizava a fraqueza, apontava a trágica vitória da paixão sobre a razão. De uma maneira diferente Molière também apontava para as falhas humanas: voraz crítico da hipocrisia através de suas sátiras.
            Além de conterrâneos, contemporâneos e grandes clássicos da dramaturgia, em que mais convergem esses autores?
            Curiosamente os três tiveram formação católica. Molière e Corneille de influência jesuítica, Racini de influência do jansenismo. Curiosamente, também, acredita-se que os três estudaram direito. Todos tinham muito a dizer sobre moral, justiça e a natureza humana.
            Suas obras estão calcadas no universo plausível da sociedade de sua época e na dimensão humana dos acontecimentos. Os aspectos do ser humano: as emoções e estados psicológicos das personagens, os diferentes tipos de personalidade e comportamento interessam mais que a ação em si.
            Outro ponto em comum era o apoio do rei Luis XIV. Mais do que uma característica “coincidente”, é um retrato da realidade político-cultural da época. Os teatros eram feitos para os reis, as personagens eram representantes da nobreza (em sua maioria) e, portanto, os artistas eram apadrinhados e patrocinados por reis e nobres.
            Defensores de seus pontos de vista e críticos da sociedade e do comportamento dos homens, Racine, Corneille e Molière foram alvos de críticas e censuras. A proteção do rei, nesses casos, os ajudou.
            Como clássicos, esses grandes escritores foram imortalizados. Ironicamente, antes de tornarem-se imortais, todos têm de ter um fim. É como se a morte fosse o caminho para transcender.
            Racine, que acreditava que o homem, por si só, era incapaz do bem; que possuía um temperamento dramático e uma estranha perturbação do espírito, deixou-se levar por sua vaidade, acreditando poder ocupar a posição de ministro do Estado. Sua reinvindicação foi negada, seu orgulho foi ferido ao ser expulso da corte de Luis XIV, adoeceu de humilhação e morreu. Escreveu em sua própria história a tragédia da qual sempre falou.
            Corneille, que triunfou falando de força e heroísmo, teve sua obra ofuscada por Racine. No fim da vida encontrava-se tão mal que passou a receber pensão do rei. Antes de ser imortalizado como herói da dramaturgia francesa, saiu de cena sem grandes aplausos, em declínio.
            E, por falar em sair de cena, dizem que Molière retirou-se da vida em cena. Desmaiou no palco, encenando um falso doente e, poucas horas depois, deu seu último suspiro.
            Ainda em vida Racine e Molière deixaram de se falar. Curioso que, mesmo contrários um ao outro, muito disseram em comum.
            Essas vidas e mentes interessantes, com certeza, têm muito mais a contar através de suas obras. Há um mundo (ou muitos mundos) a desvender. Um mundo (ou muitos) humanista e realista, vivido, contado, descrito, escrito e imortalizado por Jean Baptiste Racine, Pierre Corneille e Jean Baptiste Poquelin (Molière).
            Ouso dizer, ainda, que esses três têm mais uma característica em comum: instigaram-me a pensar, a “curiosar” e a amar ainda mais a arte de “teatrar”.


Raquel Arigony Prates

domingo, 18 de setembro de 2016

Com a professora Fabiana Iser na Feira das Profissões UNICRUZ


As drags do Máschara pelas ruas de Cruz Alta


Tango a Roxane


Turma da ESMATE recebendo a visita da colega Amanda Oliveira - Turma 2016


XV º Corpo em Ação


Grupo Máschara com Maria Luiza Gaúcha na festa da diversidade


O Corpo em Ação da diversidade foi sucesso junto ao público


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Historia do Máschara



1992
-Giane Ries promove oficina na Adágio Academia, logo depois os participantes decidem criar um grupo. Entre eles Nádia Régia, Vera Porto, Dulce Jorge, Dudu Gonçalves, Jederson Dill;
-O Grupo participa da 3ª Edição do Arte Viva e das comemorações alusivas ao aniversário do município.
-Os Sombras participa da 12 ª Coxilha Nativista.
-O Grupo participa do Suíte Cruzaltense, por ocasião da FENATRIGO e da Noite do Folclore com as performances BIBIANA DO PORTO e OS SOMBRAS.
-Em agosto estreia a Sketh Doce Quente da dor de barriga na gente.

1993

-Estreia do espetáculo Um Dia a Casa Cai na Casa de Cultura Justino Martins com direção de Giane Ries. O grupo apresenta-se na Escola Annes Dias pela primeira vez e participa da mostra de teatro amador no Teatro Renascença em Porto Alegre.
-O Máschara participa com Um dia a Casa Cai do Festival de teatro Amador na cidade de Julio de Castilhos, é o primeiro festival que participa. Onde Dulce Jorge ganha seu primeiro troféu de atriz.
-O Grupo faz parte da criação da ARTAJ, Associação dos grupos do Alto Jacuí.

1994

-Estreia o espetáculo A Bruxinha que era boa com direção de Luciane Lopez e Giane Ries.
-O Grupo participa do Iº FERTAI Festival de teatro de Ibirubá, com a peça Um dia A Casa Cai.

1995

-O Máschara monta o espetáculo Cordélia Brasil com direção de Cesar Dors, no elenco Dulce Jorge, Gederson Dill, Eduardo Gonçalvez, e ainda Altiva Soares. A parte técnica fica a cargo de Janaíne Peroti.
1996

-Cléber Lorenzoni  e Diwlio Penna estreiam no espetáculo Cordélia Brasil nos papéis de Rico e Leônidas respectivamente.
-Cordélia Brasil participa e vence o 4º FERTAI, dando ainda a Dulce Jorge o troféu de MELHOR DIREÇÃO e o de MELHOR ATRIZ.
-Estreia Bulunga o Rei Azul, de PEDRO BLOCH com Diulio Penna e Zenaide Perez nos papéis principais, músicas de LEONARDO DIAZ MORALLES e direção de Dulce Jorge.

1997


-O Máschara participa do 5º FERTAI, Dulce Jorge, Diulio Penna e Cléber Lorenzoni recebem troféus por interpretação.
-Ingressam no Máschara, Fernanda Garrido e Marcele Franco.
-O máschara participa do Festival nacional de Novo Hamburgo com o espetáculo Bulunga o Rei Azul.
-Simoni De Dordi passa a integrar o elenco da Cia.
-Dulce Jorge ministra uma oficina no Galpão Crioulo da Brigada Militar, na oficina: Marcele Franco, Simone De Dordi, Alexandre Dill, Maria Amélia Ferraz, Ariane Pedrotti, Fernanda Garrido e Filipe De Dordi.
1998

-O diretor de teatro HELQUER PAEZ, é contratado para montar o espetáculo Dorotéia de Nelson Rodriguez. No elenco Dulce Jorge no papel tema.
-Dorotéia estréia no 6º FERTAI com Cléber Lorenzoni, Alexandre Dill e Ariane Pedrotti nos papéis das três irmãs castradoras.Cléber Lorenzoni traz para casa o papel de melhor ator coadjuvante.
-A atriz Ariane Pedrotti substitui a atriz  Vera Porto  que se afasta do espetáculo Dorotéia.
-Bulunga o Rei Azul participa do Festival nacional de Novo Hamburgo, na coral do espetáculo Simone Sattes e Marcão.

1999

-Cléber lorenzoni inicia sua caminhada de diretor auxiliando Dulce Jorge na direção de O Conto da Carrocinha. No elenco Cléber Lorenzoni, Simone De Dordi, Alexandre Dill, Ariane Pedrotti, Marcele Franco, Matheus dos Santos e Úrsula Macke.
-O Grupo participa de um projeto da Secretaria de cultura levando apresentações e performances aos colégios municipais. A performance mais apresentada é a “Contação de Historia”.
-O Grupo participa dos festivais de Santiago, Uruguaiana, e Ibirubá.
-Integrantes do Máschara interagem nas ruas com a performance Os Sombras.

2000

-Em Maio o Máschara estreia Antígona de SÓFOCLES sob direção de Cléber Lorenzoni, no elenco Dulce Jorge no papel título.
-O Máschara participa dos festivais de Rolante, Santiago, Ibirubá, Rosário do Sul, Caçapava e Caxias do Sul, trazendo nesse último os troféus de MELHOR ATRIZ para Ariane Pedrotti, e MELHOR DIRETOR para Cléber Lorenzoni.
-Antígona recebe da FETARGS o troféu de melhor espetáculo de teatro amador Gaúcho.

2001

-Em parceria com o SESC de Cruz Alta, o grupo organiza o 1º Festival de teatro de Cruz Alta.
-Fábio Novello, ator IBIRUBENSE é convidado para o papel de VALÉRIO no espetáculo Tartufo.
-Antígona faz temporada no TEATRO SÃO CARLOS em Caxias do Sul, na técnica, Diego Barcellos e Fábio Novello.
-Ricardo Fenner e Lauanda Varone ingressam no Máschara, após oficina.
-Estreia em Maio no FERTAI, o espetáculo Tartufo de MOLIÈRE, com direção de Cléber Lorenzoni, tendo no elenco Simone De Dordi e Alexandre Dill.
-DiegoBarcellos se afasta do Máschara, Fabio Novello aceitareviver Valério em Tartufo.


2002

-Em parceria com o SESC de Cruz Alta, o grupo organiza o 2º Festival de teatro de Cruz Alta com participações dos grupos de Santa Maria e Caxias do SUl.
-O Máschara é selecionado para participar de um projeto do DETRAN com outros três grupos do interior do estado. O texto é O Feriadão de HÉRCULES GRECCO vencedor de um concurso de dramaturgia sobre o trânsito seguro.
-O Máschara participa do Circuito Gaúcho de teatro na cidade de Ijuí, com o espetáculo Tartufo, no elenco Leonardo Mattos.
-O Máschara é convidado a participar do lançamento do XIVº FESIVAL DA FETARGS no SESC da Alberto Bins em Porto Alegre com o espetáculo Tartufo.
-O Máschara faz seleção entrando no grupo os atores Jorge Pittan, Monique Vogue, Luis Fernando Lara, Augusto Baugratz, e Ana Paula.
-O Jornalista PAULO PINTO homenageia o Máschara pelo seu trabalho junto as artes cênicas na 13ª edição do JANTAR DOS DESTAQUES.
-Estreia em maio na cidade de CAPÂO DA CANOA o espetáculo Feriadão,  tendo no elenco os atores Simone de Dordi e Alexandre Dill nos papéis principais.
-Estreia Macbeth de WILLIAM SHAKESPEARE com Cléber Lorenzoni e Dulce Jorge nos papéis principais. Simone De Dordi destaca-se como Lady Macduff.
-Dulce Jorge é premiada como MELHOR ATRIZ no XVIº Festival de Teatro Amador do Rio Grande do Sul como Lady Macbeth. Foi a ultima apresentação de Simone De Dordi na Cia.

2003
-Em parceria com o SESC de Cruz Alta, o grupo organiza o 3º Festival de teatro de Cruz Alta.
-O Grupo apresenta Tartufo para a ONG vivendo positivo.
-Estreia Bodas de Sangue, com  Marcele Franco no papel principal. O local é o Xº FERTAI, o Máschara é homenageado por ser o único Grupo a participar de todas as edições do festival.  Dulce Jorge é premiada como MELHOR ATRIZ.
-Tartufo é apresentado em Tupanciretã e Selbach.
-RafaelAranha ingressa na Cia.
-Ariane Pedrotti substitui Marcele Franco em Bodas de Sangue.
-Feriadão percorre várias feiras de livros do estado.

2004

-Cléber Lorenzoni e Lauanda Varone montam um performance chamada A Valsa, interpretação para a poesia de Casimiro de Abreu.
-O Máschara percorre várias cidades em parceria com o SESC.
-No mês de dezembro o Máschara faz audição para montagem de um novo espetáculo contratado pela pró-reitoria de pesquisa e extensão, na ocasião entram na Cia. Gelton Quadros, Miriam Kempfer, Lilian Kempfer, e Kelem Padilha.

2005

-O Máschara é convidado a participar da posse do prefeito, com a performance Guerra e Paz. No elenco Alexandre Dill e Cléber Lorenzoni.
-Cléber Lorenzoni é convidado para desfilar na Comissão de Frente da escola de samba Imperatriz da Zona Norte. Junto ainda vão todos os membros da oficina de 2005.
-O Máschara apresenta em março no salão nobre da UNICRUZ centro, o fragmento do espetáculo O Incidente montado para homenagear o centenário de Erico Verissimo, em cena os sete mortos de Antares, Alexandre Dill, Dulce Jorge, Cléber Lorenzoni, Lauanda Varone, Rafael Aranha, Cristiano Albuquerque e Geltom Quadros.
-Em Abril o Máschara estreia em Pejuçara o espetáculo O Castelo Encantado a partir da obra infantil de Erico verissimo. No elenco Lauanda Varone como Rosa Maria.
-Durante o ano o Grupo excursiona por mais de 50 municípios do estado em parceria com a UNICRUZ, levando O Incidente e O castelo encantado à diversos palcos.
-O Máschara recebe das mãos da governadora do estado o troféu CULTURA GAÚCHA por seu trabalho com o espetáculo O Incidente.
-O Ator Ricardo Fenner ingressa no espetáculo O Incidente  substituindo Ezequiel Mattos no papel de CORONEL TIBÉRIO VACARIANO.
-Em parceria com o ABAMBAÉ, o Máschara cria em outubro o programa de espetáculos Cena às 7, com espetáculos de danças e teatro a serem apresentados uma vez por mês na Casa de cultura Justino Martins em Cruz Alta. A estreia se dá com o espetáculo Tartufo no dia 9 de outubro.

2006

-8 de Janeiro é a ultima  apresentação de Lauanda Varone, Alexandre Dill, Miriam Kempfer e Lilian Kempfer no 6º Cena as 7.
-Daiane Albuquerque volta ao Grupo Máschara depois de três anos.
-Gabriel Wink entra no grupo em Janeiro e em fevereiro já faz parte do elenco de Feriadão.
-O Máschara estreia em Maio de 2006, um de seus grandes espetáculos na cidade de Sinimbú, Esconderijos do Tempo tendo no elenco Cléber Lorenzoni e Daiane Albuquerque. O espetáculo homenageia o centenário do poeta Mario Quintana.
-Na mesma ocasião estreia Lili Inventa o Mundo com Tatiana Quadros no papel principal, e que depois será substituída por Daiane Albuquerque, Kelem Padilha, Angélica Ertel (2007), Fernanda Peres(2013).
-Daiana Albuquerque retira-se definitivamente sendo substituída primeiro por Kelem Padilha e depois por Angélica Ertel.
-O Máschara participa do festival de Salto do jacuí com o espetáculo Esconderijos do Tempo e recebe os prêmios de Melhor Ator para Cléber Lorenzoni  e ainda o de Melhor Conjunto de Atores para o elenco do espetáculo.
-Em dezembro o Máschara apresenta no 12º Cena às 7, o espetáculo Romeu e Julieta em parceria com o núcleo de danças do colégio Santissima trindade. No elenco Angélica Ertel no papel de Julieta e ainda Rafael Aranha e Tatiana Quadros como o casal Capuleto.

2007

-O Máschara participa do desfile de Carnaval com três coreografias. Casais Imperiais, Commedia Dell Arte  e Anjos prateados.
-Com grandes problemas internos o Máschara estreia em Setembro no 18º Cena às 7, o espetáculo Um Inimigo do Povo  de Herick Ibsen. Tendo no elenco Marcele Franco e  a bailarina Kauane Linassi.
-Kelem Padilha faz sua ultima apresentação no Máschara no 21º Cena às 7 no espetáculo Esconderijos do Tempo, na plateia seis pessoas.

2008

-O Máschara, participa do festival de Dom Pedrito com o espetáculo Esconderijos do Tempo e Lili Inventa o Mundo, Cléber Lorenzoni trás dois troféus de direção e dois de atuação. Angélica Ertel é premiada como atriz adulta e atriz infantil e Dulce Jorge é a melhor atriz coadjuvante do festival.
-Renato Casagrande, Alessandra Souza e Roberta Correa, alunos do Núcleo de Teatro, são convidados a ingressar no Máschara.
-O Máschara participa do Festival de Teatro de Erechim com os espetáculos Lili Inventa o Mundo e Esconderijos do Tempo. Ambos os espetáculos são premiados como MELHORES ESPETÁCULOS. Cléber Lorenzoni, Angélica Ertel, Gabriel Wink, Dulce Jorge e Tatiana Quadros são premiados.

2009

-Em uma concepção ousada Cléber Lorenzoni dirige A Maldição do Vale Negro, peça de CAIO FERNANDO ABREU, no elenco Ricardo Fenner, Cléber Lorenzoni e Gabriel Wink interpretam sete personagens. O espetáculo estreia em Maio no 29º Cena às 7.
-Em setembro o Máschara leva ao palco do instituto Annes Dias, o espetáculo Ed Mort na 32ª Edição do Cena às 7.

2010

-Em maio o Máschara participa do 11º Festival de ITAQUI com A Maldição do Vale Negro, Gabriel Wink  recebe o troféu de MELHOR ATOR.
-Em Outubro o Máschara vai ao Art invento com A Maldição do Vale Negro. Cléber Lorenzoni recebe troféu de MELHOR ATOR.
-Morre a atriz Altiva Soares - DIVA.
-Gelton Quadros despede-se do gupo Máschara em apresentação de O Incidente  em Bento Gonçalves.
-Lili Inventa o Mundo é levada ao Cena às 7 em outubro, o público lota a Casa de Cultura.

2011

-Em abril o espetáculo Esconderijos do Tempo participa 1º CINPOA, em Porto Alegre no teatro CARLOS CARVALHO, projeto organizado pelo SATED/RS. No elenco Tatiana Quadros, Dulce Jorge, Gabriel Wink, Renato Casagrande, Cléber Lorenzoni e Angélica Ertel. Na contra-regragem Ricardo Fenner e Alessandra Souza.
-O Máschara estreia em 15 de Maio, no 37º Cena às 7, o espetáculo As Balzaquianas, com Cléber Lorenzoni e Angélica Ertel, e sob direção de ambos.
-O Ator Diego Pedroso se afasta do Máschara.
-Renato Casagrande chega ao status III interpretando João Paz.
-Estreia em Agosto no 40º Cena às 7, o espetáculo Deu a louca no ator com Cléber Lorenzoni, Alessandra Souza e Renato Casagrande nos papéis principais, nos papéis coadjuvantes Gabriel Wink, Dulce Jorge e Ricardo Fenner.
-No 42º Cena às 7, o espetáculo para as crianças é Feriadão, que passa por remontagem tendo agora apenas cinco atores no elenco. Cléber Lorenzoni, Angélica Ertel, Alessandra Souza, Renato Casagrande, e Gabriel Wink.

2012

-O Máschara começa o ano apresentando o espetáculo As Balzaquianas em comemoração aos 20 anos de GRUPO TEATRAL MÁSCHARA.
-O Máschara participa do Porto Verão Alegre com o espetáculo As Balzaquianas, no teatro CARLOS CARVALHO.
-Na 46º edição, com seis anos do projeto, O Máschara passa a apresentar seus espetáculos aos sábados e domingos no Cena às 7, o primeiro espetáculo da proposta é Deu A Louca no Ator.
-O ator Renato Casagrande destaca-se como Mãe Preta em Ed Mort e passa a Status (2).
-Em parceria com a AAPA o grupo estreia em Maio de 2013 o espetáculo Os Saltimbancos no 48º Cena às 7, tendo no elenco Gabriel Wink, Cléber Lorenzoni, Renato Casagrande e Alessandra Souza.
 -Em Julho a atriz Angelica Ertel retorna a Cruz Alta para a comemoração do 50º Cena às 7, o Máschara apresenta Esconderijos do Tempo.
-Estreia em Agosto o espetáculo O Santo e a Porca com Cléber Lorenzoni e Dulce Jorge nos papéis principais durante o 51º Cena às 7.
-A Atriz Fernanda Peres, assume o papel de Mariana no espetáculo Tartufo com Status (4), com a saída de Angélica Ertel, assume também o papel de Serenita em Feriadão.
-O Máschara participa do Festival de Teatro Art in Vento na cidade de OSóRIO com o espetáculo O Santo e a Porca, Cléber Lorenzoni e Dulce Jorge  regressam premiados.
-O Grupo recebe na Câmara de Vereadores das mãos do vereador Cléberson Gardin, o Prêmio Erico Verissimo por se destacar como Grupo de Teatro da cidade, na ocasião Cléber Lorenzoni e Alessandra Souza apresentam um cena de Esconderijos do Tempo.
-O Máschara participa da 1ª Mostra de Teatro Infantil do SESC Cruz Alta com o espetáculo Os Saltimbancos.
-Depois de seis anos o ator Gabriel Wink faz sua ultima apresentação no Grupo, por ocasião do 55º Cena às 7 com O Santo e a Porca no papel de BENONA. Na ocasião o espetáculo é beneficente em prol do Banco de Alimentos.
-A Atriz Roberta Queiroz retorna ao Máschara e participa das performances de natal.
-O Máschara faz uma decoração humana no loja Becker com os atores Renato Casagrande, Alessandra Souza e Cléber Lorenzoni.

2013

-Em Janeiro a atriz Angélica Ertel vem de São Paulo para a apresentação de As Balzaquianas no 56º Cena às 7.
-Fernanda Peres assume os  papéis de Lili e Glorinha em Lili Inventa o Mundo e Esconderijos do Tempo respectivamente, subindo assim para Status (3).
-Os Atores Gabriela Oliveira, Alessandra Souza, Renato Casagrande, e Cléber Lorenzoni, participam da comissão de frente da escola Imperatriz da Zona Norte.
-No 57º Cena às 7 o Ator Evaldo Goullart passou para o Status (4).
-Em Março o Grupo cria em parceria com o SESC Cruz Alta, a Matinê do Máschara apresentando o espetáculo Feriadão no salão de eventos do SESC.
-Alguns atores do Máschara começam a participar do programa infantil Pequenos Heróis no canal 20. Cléber Lorenzoni escreve os roteiros. Renato Casagrande é o personagem central.
-O Ator Renato Casagrande passa a ser Ágatha no espetáculo A Maldição do Vale Negro.
-Com a interdição dos espaços culturais, o Máschara lança em março um movimento requerendo uma sala, rapidamente os meios de comunicação aderem ao protesto.
-A Matinê do Máschara também muda de lugar e passa a ser apresentado no Clube Internacional com o espetáculo O castelo Encantado.
-O Cena às 7 passa a acontecer no centro de Eventos Erico Verissimo de Marcos Gruhum, com a apresentação de Esconderijos do Tempo no 59º Cena às 7.
-O Ator Diego Pedroso retorna ao Máschara para a apresentação de O Incidente em TUPANCIRETÃ.
-A Atriz Roberta Queiroz mais uma vez se afasta da Cia. E Tatiana Quadros retorna para os ensaios de A Serpente.
-O Máschara participa do 1º Cena Viva na cidade Santa Rosa.
-Estreia a peça A Serpente de Nelson Rodrigues, tendo no elenco Cléber Lorenzoni, Renato Casagrande, Alessandra Souza e Tatiana Quadros.
-A atriz Roberta Queiroz, participa como iluminadora de A Seprente e sobe ao Status 3.
-O Ator Luís Fernando Lara, depois de onze anos se retira da Cia.
-No dia 1/7 o Máschara inaugura com o apoio da UNICRUZ o  Espaço Máschara de Teatro –ESMATE .
-Em Julho o Cena às 7 passa a acontecer no auditório do Instituto Annes Dias. É a 61ª Edição.
-No dia 5 de agosto iniciam as aulas da ESMATE. No mesmo dia a atriz Tatiana Quadros sobe para o STATUS II. Ricardo Fenner recebe o status A, para integrantes com dez anos de participação.
-Em 8 de agosto o Máschara apresenta o espetáculo Ed Mort no ginásio 2 da UNICRUZ.
-Na sexta-feira 9 de agosto acontece o 1º Sarau Dramático –com a leitura do texto Deu a Louca no Ator, na ESMATE.
-Dueto, A Maldição do Vale Negro e Electra são textos lidos nos Saraus de Agosto.
-Alguns atores do Máschara passam a apresentar na Rádio Independente os programas Radionovela, Estação Mística e Relações Problemáticas.
-O Ator Cléber Lorenzoni completa 20 anos de carreira, 17 no Máschara.
-Gelton Quadros e Cristiano Albuquerque voltam a participar da 75ª encenação de O Incidente em Vacaria.
-O Máschara promove o 62º Cena às 7 no Auditório da Escola Annes Dias com A Maldição do Vale negro.
-Encerra-se o curso técnico da ESMATE. (novembro)
-O Máschara participa do evento Sonho de Natal – no estádio Guarany para mais de cinco mil pessoas.
-Em 23 de dezembro o Grupo Apresenta Lili Especial de Natal no largo da prefeitura. Evaldo Goulart desce para o Status 5.

2014

-Alessandra Souza e Renato Casagrande são eleitos os melhores de 2013.
-O Cena às 7 acontece no restaurante do clube Internacional com a peça Lili Inventa o Mundo.
-O ator Fabio Novello (Valério 2001) é convidado para participar do espetáculo Esconderijos do Tempo.
-O Grupo Máschara participa pela segunda vez do Porto Verão Alegre  com Esconderijos do Tempo.
-Evandro Amorim passa a fazer parte do Máschara em Status 5.
-Alessandra Souza passa a ser a Musa/Morte em Esconderijos do Tempo.
-A atriz Roberta Corrêa volta para o Máschara.
-O Máschara participa do FESTVALE –Festival do Vale do paranhãna com a peça FERIADÃO, e traz o troféu de Melhor Iluminação para Fabio Novello.
-O Máschara apresenta no Clube Internacional a 5º Matinê do Máschara com o espetáculo Os Saltimbancos.
-Em Julho a atriz Angelica Ertel substitui Gabriel Wink em O Santo e a Porca no 64º Cena às 7.
-O Ator Cristiano Albuquerque volta a interpretar Pudim de Cachaça na UNICRUZ. Fábio Novello fará João Paz.
-Renato Casagrande substitui Fabio Novello em Gouvarinho de Esconderijos do Tempo.
-Ed Mort é apresentado no colégio Santissima Trindade e os alunos da ESMATE Gabriel Giacomini e Nicolle Ardengui participam de algumas cenas.
-Evaldo Goulart interpreta Mario Quintana jovem em Esconderijos do Tempo e volta ao Status IV.
-Renato Casagrande passa a ser animador e divulgador de empresas.
-O Máschara é convidado a criar uma performance para a Cadeira Elétrica da Unicruz.
-Alessandra Souza voluntariamente desce para o Status III.
-Ricardo Fenner lança o projeto Caravana Unicruz.
-Cléber Lorenzoni dirige o desfile de natal em Carlos Barbosa.

2015

-O Grupo Máschara completa 23 anos.
-No dia 10 de Janeiro inicia a 8ª Oficina do Máschara na ESMATE.
-Começa a montagem e adaptação da obra Olhai os Lírios do Campo de Erico Verissimo. No elenco os atores vindos da oficina: Douglas Maldaner e Manoeli Machado.
-Dulce Jorge substitui Angelica Ertel em As Balzaquianas.
-Larissa Marques, Manoeli Machado e Bárbara Santos recebem o Status V.
-O Máschara apresenta Lili Inventa o Mundo na 6ª Matinê do Máschara no Clube Internacional, a atriz Bruna Malheiros substitui Alessandra Souza em a rainha das rainhas e vai para o Status V.
-A Cia. participa do Iº Festival da Cidade dos Anjos (Santo Angelo), trazendo o troféu de Melhor Espetáculo do Juri Popular para A Maldição do vale negro. Ricardo Fenner traz sua primeira Indicação de Ator Coadjuvante.
-O Máschara estreia em Julho, Olhai os Lírios do Campo, com Cléber LorenzoniAlessandra Souza nos papéis principais para um público de 680 pessoas.
-A cia. realiza no Clube Internacional a Matinê Os Saltimbancos para um público de 400 pessoas em quatro edições.
-No mês de setembro a Matinê passa a ser apresentada no Grêmio de Subtenentes, e leva ao palco O Castelo Encantado com Gabriel Giacomini, Amanda Oliveira e Bruna Malheiros.
-Bruna Malheiros e Douglas Maldaner sobem para o Status IV.
-Gabriel Giacomini é convidado a fazer parte do Máschara com Status V.
-Esconderijos do Tempo é apresentado no altar da Igreja Luterana Cruz.
-Bruna Malheiros se afasta do Máschara.
-Estreia na Matinê do Máschara, o espetáculo Zah Zuuu, com Renato Casagrande e Cléber Lorenzoni no elenco.
-Fernanda Peres pede para se afastar da Cia.
-O Máschara leva ao palco o 65º Cena às 7 com O Santo e a Porca, como a personagem Benona, Evaldo Goulart Status III.
-Cléber Lorenzoni dirige A Parada das Estrelas de Carlos Barbosa, participam também Renato Casagrande Alessandra Souza, Fabio Novello, Evaldo Goulart e Douglas Maldaner.
-O Máschara participa do Natal Linke com desfile, anjos, papai noel e pernas de pau.

2016

-O Máschara comemora os 24 anos, na ocasião são eleitos os melhores de 2015 – Atriz Coadjuvante Dulce Jorge (Eunice Cintra/Heleninha) – Ricardo Fenner (Angelo Fontes) – Alessandra Souza (Olívia) – Renato Casagrande (Bah bah) –
-Fábio Novello ganha o destaque de melhor do ano.
-A ESMATE oferece a oficina de preparação para 2016 – com estudos sobre Teatro do oprimido, Teatro do Absurdo e Teatro Apocalíptico.
-A ESMATE inicia com doze alunos.
-Tem inicio os encontros QUINTA SHAKESPEARE para discutir a obra do bardo. A atriz Raquel Arigony é convidada a participar.
-Estreia Corpo em Ação (danças no calçadão) participam Cléber Lorenzoni, Evaldo Goualrt, Renato Casagrande, Alessandra Souza e Douglas Maldaner, com a coreografia  Thriller.
-Raquel Arigony  é convidada a participar do novo espetáculo.
-O Máschara estreia  Complexo de Elecktra 28º espetáculo do Máschara, nas dependências da ESMATE. Nos papéis principais Alessandra Souza, Cléber Lorenzoni e Evaldo Goulart.
-Evaldo Goulart chega ao status III.
-Gabriel Giacomini sai de Complexo de Elecktra, será apenas contra-regra do espetáculo.
-O Máschara segue com o Corpo em Ação, Raquel Arigony é convidada a participar.
-O Máschara participa do IIº Festival de Teatro de Santa Rosa com Olhai os Lírios do Campo, Cléber Lorenzoni, Alessandra Souza, Dulce Jorge, e Ricardo Fenner são premiados, além de Melhor Espetáculo.
-Raquel Arigony ministra oficina de Experiência Somática (Laban).
-Sobe ao palco do Instituto Annes Dias, Olhai os Lírios do Campo, Raquel Arigony interpreta Dona Alzira Fontes.
-Douglas Maldaner desce para o Status V. Fernanda Peres desce voluntariamente para o Status IV e Raquel Aigony  ascende ao status IV.
-Estreia Empresa do Futuro, (teatro empresarial) com texto de Ricardo Fenner.

-Fabio Novello ministra oficina de Técnicas Circenses. 

Na rua com amigos do Máschara

Raquel Arigony, Evaldo Goulart, Cléber Lorenzoni, 
Isabel Cristina, Alessandra Souza, Renato Casagrande e Douglas Maldaner

15º Corpo em Ação - Tango a Roxane