quinta-feira, 18 de abril de 2019

842- Paixão de Cristo - Ano III (tomo II)

             chofer. O assunto em voga, era grenal e eu não tinha como esquivar-me a perguntas tais: -Qual seu time? -Grêmio ganhou mas Inter já havia ganho... etc... -Enquanto a outra falava eu pensava no quanto o ser humano se organiza em torno de ações humanas de grupo. No quanto precisamos de vida em sociedade com assuntos que nos ligam. Afinal se não fosse assim, como nos perceberíamos, como nos reconheceríamos enquanto conjunto humano. Há milênios o homem percebeu que não bastava unir-se para acasalamento ou para aquecer-se à noite. Era preciso mais. Era preciso rituais, mesmo a conversa a volta da fogueira para ouvir historias dos antepassados, era uma maneira de nos organizar socialmente. Liderar, cativar, sensibilizar, exemplificar... 
 Enquanto retornava a Cruz Alta, de carona com uma amiga, ouvia comentários sobre o futebol, não estava muito interessada, já que saía de uma apresentação teatral e carregava em mim um misto grande de emoções que merecia silêncio e reflexão. Mas como disse, estava de carona, precisava devolver a gentileza em forma de "papo" e atenção para com minha
                    Duas horas antes, no interlúdio do espetáculo, o hino nacional ecoou pelo ginásio. Um belíssimo ritual, que deve ser respeitado. Um ritual patriótico, que estica seus braços sobre todos que vivem em solo brasileiro. E ainda que alguns torçam o nariz, ou recusem-se veemente a respeitá-lo. Ele nos torneia quanto ao enorme grupo humano a que pertencemos. 
                      Ora o teatro é um ritual. Um ritual que nos recorda quem somos, e de onde viemos. Um ritual que serve para educar-nos, ao menos foi esse o seu princípio ainda na Grécia. Reverenciar os Deuses, elevar o heroísmo, apontar os erros, valorizar a vida. A igreja católica sabia disso e após a queda do Império Romano, usou dos princípios teatrais para controlar a vida dos cidadãos. Os textos encenados pelos membros clericais após as missas ou procissões, tinham como temas as passagens bíblicas, os milagres, os mistérios, os sermões, os autos sacramentais, as biografias de santos e os dramas litúrgicos. Muitos deles eram apresentados em latim. Na época o teocentrismo era o conceito chave, ou seja, Deus era o centro do mundo, ele que regia todo o universo. O homem tornou-se no mundo atual, o centro do mundo. Tudo emana do homem e para o homem. Nossos heróis são rapidamente substituídos, os erros são agora questionáveis, as vezes justificáveis. Mas por que então essa historia continua sendo evocada? Contada? 
                        Por que o principio ritual do humano, sua vontade de evocar a vida ao redor da fogueira nunca irá morrer. Silenciosamente na noite de ontem os pais com filhos no colo repetiam o ato humano de dois mil anos. No palco ancestrais de todos nós eram relembrados e reverenciados, na necessidade humana de se reconhecer, de se espelhar, de contar-se repetidamente como forma de perseverar a espécie. 
                         Foi uma noite extremamente emotiva. Fiquei orgulhosa de poder dizer: Eu sou da mesma cidade desses atores! Como não se orgulhar com tantas técnicas, com tantas sutilezas, nuances, imagens. Cléber Lorenzoni faz de seus atores gato e sapato, em prol do melhor. Tanto é que já saio de casa pensando:  o que farão de novidade hoje esses tresloucados?
                            O teatro era de arena. Bem diferente do formato apresentado em Ijuí. E muito mais interessante. O público posicionou-se em escala social, revelando mesmo no espaço teatral as diferenças de classes. Acentuadas pela postura imposta pela estrutura social e econômica. Nas cadeiras do ginásio a elite, silenciosa, engomada. Nas arquibancadas o povo, dividido entre a cantina e as redes sociais em seus aparelhos celulares. 
                              Logo na recepção o criativo ator Stalin Ciotti em um papel que lhe parece servir qual luva(***). Logo de inicio a atriz Dulce Jorge(***), tão cheia de vigor, usando muita coluna, e planos físicos. A atriz que interpretou tantos papéis marcantes em sua longa carreira teatral, só nos podia dar uma Maria com essa expressividade ímpar. Uma pequena rusga em sua belíssima atuação foi o equívoco em relação ao lado em que seu filho Jesus surgia na cena. No entanto a força com que preencheu o pé do madeiro quase ofuscou o restante do elenco. 
                               
   Logo uma galeira de atrizes talentosíssimas marchou pela cena. Kauane Silva  (**)com sua expressividade efusiva. Clara Devi(***) tão visceral no piso gelado da quadra, seduzindo a todos ainda que sem uma única palavra. Laura Hoover (**), Alessandra Souza (**) e Eliani Alessio (**) compõe além de lindas, personagens repleta de nuances, conferindo ao espetáculo um apuro impecável. Mesmo as coadjuvantes com participações menores estão muito bem ensaiadas e preparadas. Maria Antonia(***) muito convincente e ainda ajudando a todos assim como Clara Devi, Laura Heger(***) e Antonia Serquevitio(***), aliás Antonia tem se destacado muito como uma garota de teatro. Essa pimentinha é fogo e joga muito bem com os colegas de cena. O formato com que Cléber organizou logisticamente o espetáculo, acabou por encarcerar adereços em lados opostos aos quais atores estavam. Mas ainda que Clara Devi não tenha vindo com seu manto original em uma das cenas. Ou o próprio Cléber tenha entrado na ressurreição envolto no santo manto, nada disso tolheu a beleza de um espetáculo tão detalhista. Pedras, vasos, cajados, copos, adereços que levam a assinatura de Fábio Novello e Renato Casagrande. Implico apenas com a bacia de alumínio nas mãos de Evaldo Goulart. Feia e muito atual.
                                  No âmbito masculino Vagner Nardes pareceu um tanto atrapalhado com seu figurino de Anaz, mas tirou de letra com sua capacidade de gigante(**), Fabio Novello (**) esteve melhor do que em Ijui, algumas vezes pareceu um pouco perdido, mas a cena de Pilatos compõe-se muito por mérito de seu jogo hoje muito perfeito com Stalin Ciotti e Ricardo Fenner(**). Ricardo Fenner, Fabio Novello e Douglas Maldaner(**) atuam bem, cada um a sua maneira, mas seria bom concentrar-se um pouquinho mais. Respirar, relaxar. Douglas Maldaner como o primeiro homem, o escolhido para cuidar de MAria em sua velhice, triangula muito bem com o messias, mas na cena final não deve dar as costas para o palco, uma dica, estátuas tem apenas um "foco", seus olhos também são estátuas. 
                                    Os ladrões nas cruzes estão bem Nicholas Miranda(**) pode ser um pouquinho mais expressivo como Gestas. Na dança está muito bem ao lado dos outros três baixo-demônios. Evaldo Goulart(***) é motivo de orgulho. Com percepção, jogo, ritmo. Interessado, e principalmente disposto a ajudar em prol do todo. Os seguidores do pescador estão muito parelhos em interpretação. Antonio Longhi pode colocar um pouquinho mais de energia nas cenas. Jesmar Peixoto (**) e Rick que não sei ao certo se assina Lanes ou Artemii(**) estão irretocáveis, Barrabás tem crescido e muito. A direção poderia inclusive dar-lhe algumas falas. Romeu (**) esse nome Shakesperiano promete, tem uma presença cênica muito interessante, está aprendendo, e isso é maravilhoso, não compreendo muito bem algumas palavras de seu texto, deve sempre estar atento a melhorar isso, mas de toda forma seu corpo tem muita força na cena da mulher adultera. Gabriel Giacomini (**) está muito bem, pode trabalhar mais o corporal em seu demônio, com mais altos e baixos. Como Pedro ele parece um jovem aprendiz do monstro Renato Casagrande(**), cujo maior mérito, embora brilhante em cena, seja colocar a banda na rua e ainda ser extremamente físico em Judas. Felipe Padilha(**) e Gabriela Fischer(**) são crianças maravilhosas. Ele pode ser mais atento aos sinais e ela é uma princesa que deve ser acolhida e ensinada sempre pelos maiores. É uma futura atriz!
                                   Agora meu maior elogio de hoje precisa ser para aquele rapazinho que atua como o primeiro soldado Romano, Gabriel Barbosa(***). Não é do Máschara, mas devia ser, sua força, seu olhar, sua concentração e ainda seu crescimento nessa ultima encenação foram espetaculares. 
                                        Cléber Lorenzoni, não sei se os colegas perceberam, conseguiu fazer um novo Jesus, diferente e mais frágil. Talvez por isso mais cênico, melhora a cada apresentação. Mas como ele diz: Não faz mais que obrigação!! Maluco!!

                                         O melhor- As dublagens melhorando a cada dia e a atuação equilibrada do elenco.
                                               O pior- Talvez o calção preto que Jesus usava por baixo de sua fralda.



                                        Arte é vida, não é aplauso, não é dinheiro, não é especulação. Arte é vida, que corre nas veias...


                                                      A rainha

Na rádio Independente com Zeca Amaral divulgando A Paixão de Cristo


Mais uma capa


A ultima ceia - Ijuí/RS


A capacidade do Máschara em adaptar-se à ambientes

No Parque municipal de Estrela Velha, 

Sobre tournê


Teatro em Estrela Velha

No detalhe a expressão corporal da interprete de Maria

domingo, 14 de abril de 2019

DCCCXLI - Paixão de Cristo - Ano III (tomo I)

O começo de uma tournê


Após o espetáculo oferecido de bandeja pelos atores do Máschara ao público do carnaval de Cruz Alta, esperava ansiosa por nova incursão de tal talento aos palcos. O A Paixão de Cristo - Da última ceia a ressurreição - foi estrear em Ijuí, cidade vizinha a Cruz Alta. Eu como não podia deixar de ser, parti com um grupo de amigas até a praça da república. O espetáculo iniciou um tanto atrasado, mas dava para ver que sem preconceito algum os ijuienses decidiram prestigiar o teatro cruzaltense. Talvez para fazer comparações, talvez por curiosidade, talvez mesmo por um apreço ao teatro.
Dois palcos posicionados paralelamente à prefeitura tentavam estabelecer o universo bíblico das últimas horas de Cristo na terra.
A produção assinada por Cléber Lorenzoni e Renato Casagrande, une atores, alunos do ESMATE e entusiastas da arte. Todos eles acabam sendo figurinistas, cenógrafos, iluminadores, técnicos de áudio, projecionistas, cinegrafistas, profissionais de segurança, divulgadores, maquiadores, cabelereiros, coreógrafos, essa é a realidade do Máschara e sua maior escola, seu legado àqueles que se tiverem sensibilidade e percepção, carregarão para sempre as sabedorias praticadas advindas dali.
Soube pela boca do diretor que tudo o que fora ensaiado durante os quatorze ensaios do espetáculo foi mudado de lugar para adaptar-se ao espaço cênico. Eis aí o primeiro mérito da equipe. Quem observou cena à cena certamente julgou-as reflexo de meses de ensaios da forma apresentada. Aprofundando o trabalho proposto nos anos anteriores, o dramaturgo nos oferece cenas bastante bem desenvolvidas, além de belíssimo apelo visual, uma estética ímpar com relação à cores, distribuição equilibrada pelo palco e vibração. Lorenzoni  pareceu  agradar grandes e pequenos, jovens e velhos, mais e menos intelectualizados, o que se percebeu pelo caloroso aplauso ao final do espetáculo. Algo grandioso e apoteótico, digno do jeito épico com que Cléber Lorenzoni apresenta seu teatro.
O discurso socialista de Jesus poderia ser mais profundo, mas conheço e aprecio a forma Aristotélica com que Cléber nos traz a arte. Os pontos de vista políticos estão dispostos de forma muito sutil e podem sim levar a grandes reflexões.  A escolha pelo misto entre teatro italiano e palco de galeria em algumas vezes embolou os atores. Exemplo disso foi a cena dos romanos torturando Cristo nas escadarias da prefeitura. É preciso sempre levar-se em conta onde esta o foco de uma cena e nunca cobri-lo.
Paulatinamente a curva vai se estabelecendo e ainda que os áudios deem ao espetáculo um caráter gessado, o elenco consegue grandes interpretações. O Jesus de Cléber Lorenzoni está muito mais interessante do que o messias de 2018. Havia nele mais dor, mais desencanto com a humanidade. Aliás esse Cristo foi muito mais atenazado que os dos anos anteriores. O Soldado Romano de Stalin Ciottti esteve muito bem, e sugiro aos colegas de cena que interpretam Romanos, que se inspiram nele. Fábio Novello deveria optar por um elmo semelhante ao do romano misterioso que suponho fosse Casagrande. Pois vemos distintamente que trata-se de Pilatos que estaria presente nas cenas finais.
A atriz Eliani Alessio vinda de Panambi, concede ao espetáculo uma perfeita Claudia Prócula, resignada, servil e submissa. A atriz apenas deve cuidar para que a roupa de baixo, cinza ou azul não apareça no seu colo. A direção do espetáculo conseguiu dar um ótimo contraponto entre as patrícias e as mulheres árabes, representadas aqui pela Salomé de Laura Hoover. Eliane enxuga a face de Cristo, no entanto de alguma forma me pareceu que a cena nãos e concluiu, talvez falte ali algum arremate.
Os discípulos principais do Messias, apóstolos, ganharam nessa edição do espetáculo uma força cênica maior, e a cena estática dos homens de cristo enquanto ele chorava em primeiro plano foi de emocionar até o mais sético.
A rua tem sobre o teatro um poder de confrontar ficção e realidade. A ausência da rotunda, coxias e etc..., confere a cena uma veracidade assustadora e poderosa. Talvez até emocionando mais que em uma câmara fechada.
As mulheres bíblicas que foram por mais de mil anos relegadas às lágrimas e à anulação, ganham através do espetáculo uma profundidade marcante. O que pensa Maria sobre Deus, o que pensa Madalena sobre sua condição? Nunca saberemos, mas nesse espetáculo ousamos ao lado delas, nos questionarmos. A Maria de Dulce Jorge trouxe novamente a grandeza artística da primeira encenação em 2017. A Maria de Alessandra talvez tenha ficado mais revoltada, sua triangulação com a atriz Dulce Jorge funciona, mas na cena da crucificação ainda parece faltar algo. Algo das “mulheres aos pés do cristo”. Eu aprecio muito a força de Alessandra Souza, atriz que já observo a anos. Apreciaria ainda mais vendo-a interpretar uma vilã nessa peça.
O palco de Herodes foi uma revelação a parte. Um dos trunfos do espetáculo. Os quatro dançarinos foram exímios. Envolvendo-se no fundo do palco, dançando, provocando, torturando o apostolo Pedro. A Salomé de Laura Hoover elevou a cena de Antípas, as provocações, o olhar, seu jogo com Vagner Nardes. Laura Hoover nasceu para ser estrela sobre o palco. Pode e deve se dedicar e estudar sempre para nos dar cada vez mais personagens brilhantes.
Renato Casagrande é outro dos grandes atores dos quais nós devemos nos orgulhar. Uma cria do Máschara que nos dá em troca do aplauso seu talento versátil. Judas, uma construção mesquinha, um olhar de maldade e interesse escuso. Para completar ao lado de Gabriel Giacomini, ambos dão vida aos demônios, a surpresa genial dessa encenação, onde Lorenzoni culmina com a interpretação física e quase antropológica da possessão.
Os códigos e símbolos canônicos só poderiam ser tão bem observados com a plateia parada, sentada, observando através de uma quarta parede finíssima.
Chorei, confesso em três momentos e a plateia ao meu redor em tantos outros. A adultera de Clara Devi, a tortura sofrida por Cristo, e finalmente a ressureição. Em quantas situações não queremos que alguém nos defenda, nos compreenda nos estenda a mão. O Jesus do Máschara, perdoa, aceita, compreende, fraqueja, suporta. Uma linda mensagem de tolerância pela qual vale todo o espetáculo. Curvar-se submeter-se, aceitar, perdoar, relevar, não são sinais de fraqueza, e sim sabedoria.
Ricardo Fenner volta a personagem de Kaifaz e está muito mais maduro, seu monsenhor do templo me deixa apenas uma dúvida, o que  ele pensa sobre Jesus, não o que ele fala, o que ele sente? Em Fabio Novello fica mais clara a sua postura como Pilatos. Mas Fabio Novello precisa melhorar as dublagens já que seu personagem é tão centralizador. Rick Artemii e Romeu Waier, são muito dedicados, ouço isso do próprio diretor sempre, essa foi a primeira vez que os vi no palco.  E não deixam a desejar. Cumprem de forma profissional suas funções. É hora de canalizar energia, de estudar, etc...
Na cena ainda destacam-se Felipe Padilha, Gabriela Fischer e Antonia Serquevittio que está muito mais entregue, cênica. Sua presença no senáculo é sutil e firme. A cena do templo e o trecho das mulheres de Jerusalém pedindo “amor” “Paz, “Fraternidade” e “justiça”, são cenas dignas desse grupo.
Vagner NArdes deveria voltar ao Máschara, alí é seu lugar, um ator tão talentoso. Na Paixão de 2018 não o vi tão presente, tão vivo como agora. Um digno ator em três papéis. Um deles um tipo. Vagner nos deu um Herodes de meia idade. Cansado dos problemas de Jerusalém, hedonista e astuto. Como crítica diria que ainda pode diferenciar mais o corporal de seus dois velhos. Stalin Ciotti repete o João Batista de Renato Casagrande em 2017, mas muito mais maduro, repleto de chão e uma força profética, a altura de sua dedicação. Evaldo Goulart também merece aplausos pois ainda que não tenha um papel grandioso, ele ajuda a dar suporto em várias cenas, com percepção espacial e energia, típicas da velha guarda do Máschara. No palco ainda Antonio Longui, Alcídes Cossettin, Jesmar Peixoto e Gabriel Barbosa, voluntários, entusiastas da arte, muito intensos e verdadeiros.
Para encerrar, o anjo de Douglas Maldaner, acrescendo ao espetáculo outro momento de beleza estética único, mas que pode e deve valorizar com pesquisa corporal e mais códigos de cena. A resposta está em Barba e Meyerhold que acredito trabalhe-se na ESMATE. O ator por outro lado se saiu muito bem como Thiago e foi sem dúvida um dos melhores dubladores da noite.
Foi enfim passos e mais passos a frente das encenações do anos passados.  Muito menor em encenação e muito maior em interpretação. Um arrojo. 
Apesar de tantos momentos eloquentes e inesquecíveis, alguns deslizes podem ser melhor administrados para não por em perigo a mise en scène,por exemplo os encontros entre personagens nas entradas e saídas; as luzes acesas na prefeitura revelando o Cristo subindo as escadas antes da ressurreição, e ainda a falta de discrição por parte dos atores em sua movimentação nos bastidores. 
Na operação de som Ellen Faccin pode ser mais macia.
Quanto aos figurinos, impecáveis, talvez pudesse haver uma revisão apenas nas roupas do cristo. Na contra-regragem não sei quem operou, mas acho que menos fumaça daria um efeito melhor.



O melhor – A mudança de proposta do espetáculo bem como a ótima distribuição do elenco.
O pior – As dublagens que precisam ser mais ensaiadas.


P.S Curiosa para ver as próximas três e como a cada encenação o elenco irá ficar melhor.


Arte é Vida

(***)
Cléber Lorenzoni , Renato Casagrande , Vagner Nardes, Dulce Jorge, Laura Hoover, Laura Heger, Gabriel Giacomini, Alessandra Souza, Rick Artemii, Alcides Cossettin, Stalin Ciotti, Douglas MAldaner
(**)
Ricardo Fenner, Eliani Aléssio, Kauane Silva, Gabriel Barbosa, Antonia Serquevittio. Douglas Maldaner, Jesmar Freitas, Antonio Longhi, Fabio Novello, Nicholas Miranda, Felipe Padilha, Gabriela Fischer, Evaldo Goulart, Ellen Faccin, Clara Devi, Romeu Waier, 


  A Rainha


divulgando festival


Marcação de Palco - Paixão de Cristo - Ijuí


Sobre a Paixão de Cristo - Ijuí


Jornal da manhã valorizando o teatro cruzaltense


Jornal da Manhã - Ijui/RS


Elenco de Paixão de Cristo

Paixão de Cristo Ano III
Cléber Lorenzoni
Laura Hoover - Nicholas Miranda  - Rick Artemii - Gabriel Barboza - Alcides Cossettin - Antonio Longhi - Vagner Nardes - Ricardo Fenner - Stalin Ciotti - Maria Antonia Silveira Netto - Eliani Aléssio - Jesmar Peixoto - Douglas Maldaner - Dulce Jorge - Romeu Waier - Fábio Novello - Evaldo Goulart - Antonia Serquevittio -  Kauane Silva  - Gabriela Fischer  -  Renato Casagrande  -Laura Hoover -  Alessandra Souza  - Felipe Padilha  - Gabriel Giacomini  - Clara Devi

Momento final de A Paixão de Cristo


Equipe engajada


Mais um troféu para a galeria do Máschara



Cléber Lorenzoni recebendo o troféu de Melhor Coreógrafo do carnaval 2019 - Unidos do Beco

Coreógrafo nota 10

Este ano em quatro ocasiões


Ultimo ensaio do espetáculo Paixão de Cristo


Diário Serrano divulgando mais um ano de Paixão de Cristo