segunda-feira, 27 de maio de 2019

Clara Devi e Laura Hoover em Bruxamentos

Sucesso da Esmate em 2017

Laura Hoover com a família em cerimônia de Status

Com muita honra o Máschara viu neste domingo 26 de maio a atriz Laura Hoover subir de Status. No Máschara desde 2017, a atriz vem se destacando em grandes papéis dentro da Cia.. Lívia em Lendas da Mui Leal Cidade, Salomé em Paixão de Cristo além de várias substituições.


A magia dos contos de fadas


sábado, 18 de maio de 2019

No Quadro provocações - Cléber Lorenzoni como Mary Tudor

Mary Tudor foi rainha da Inglaterra no século XVI, casou-se com Felipe de Espanha. Filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão. Conhecida como Maria Sangrenta por sua perseguição aos protestantes, ela foi rainha até sua morte, quando subiu ao trono Elisabeth I

Turma Baby brincando com fantoches


Douglas Maldaner e Maria Antonia Silveira Netto em exercício sobre mitologia


Descontração após uma turnê de muito trabalho


O panteão dos Deuses - Aula de teatro grego na ESMATE


Renato Casagrande as pirate Jack Sparrow


Clowns


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Alessandra Souza na côrte de Maria Antonieta


Análise Ativa - Um remédio criado por Stanislavski para solucionar a interpretação


Tem chorume no quintal - Espetáculo sobre meio ambiente


Tem chorume no quintal

                    Alice é uma jovem que adora as árvores, os rios, os animais;  de repente vê a chácara do avô em perigo com a construção de uma fábrica nas suas proximidades. 
                 Tem chorume no quintal fala de separação de lixo, preservação do meio ambiente e de como é prazeroso estar em contato com a natureza.
                         Um espetáculo para toda a família, para rir e pensar sobre como estamos vivendo em nosso planeta e o que estamos fazendo para manter o mundo ao nosso redor.

Vem aí mais um projeto do Máschara


Dia de recordar A serpente de Nelson Rodrigues


segunda-feira, 13 de maio de 2019

20 anos de O conto da carrocinha

No dia 13 de maio de 1999 estreava no FERTAI - FESTIVAL DE TEATRO DE IBIRUBÁ - o espetáculo de Clown O Conto da Carrocinha, no elenco Cléber Lorenzoni, Ariane Pedroti, Matheus da Rosa, Marcele Franco, Simone De Dordi, Úrsula Macke, Alexandre Dill

Cenas de Pluft


PLUFT, O FANTASMINHA

Prólogo

Fantasmas assustam. Posessão clica em um rádio após dizer”som na caixa!” e começam a dançar…

Pluft – (interrompendo a dança) Tia Elga, gente existe?
Elga – Não sei, nunca vi e assusto quem já viu… (sai)
Pluft – Tia Valma, gente existe?
Valma – O que você disse?
Pluft – Eu perguntei se existe gente….
Valma – O que? Tu quer alpiste quente? Pera aí que eu vou pegar… (sai)
Pluft – Tia Maria, gente existe?
Maria – Pluft… (interrompida)
Posessão – (vestida com roupa de marinheiro) Eu sou o capitão dos sete mares! (Pluft sai de cena morrendo de medo)
Maria – Possessão! Quer matar seu irmão do coração? (saem)
Cena I

Aparecem os marujos nas janelas da casa da cultura

Ainda era uma criança, Quando saiu para o mar A aprender a navegar
O Capitão Bonança!

Depois morreu no mar, Deixou de navegar.
Onde está a herança Do Capitão Bonança!?

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Entrevista ao jornal Gazeta Missões - abril/2019 A

-O Grupo de vocês ganhou alguns prêmios, bons prêmios no festival Cena ViVa que culminou no domingo último. Conta pra nós quais foram os prêmios-

Então, nós ganhamos dezoito prêmios por assim dizer entre medalhas e troféus, entre eles o de melhor espetáculo infantil com o trabalho A roupa nova do rei. Um trabalho que já é de 2017, mas pouco apresentado. O elenco foi todo indicado praticamente, então motivo de orgulho para todos, sem falar que havia premiação em dinheiro, e para a gente que faz arte no interior esse aporte é muito importante....

-O Grupo Máschara já havia ganhado outros troféus ou foi a primeira vez? E como isso se mostra importante na cidade de vocês?

Na verdade já fomos em mais de cinquenta festivais desde que o grupo foi fundado em 1992. Temos um número legal de troféus. Mas claro sempre mudam os atores e a cada nova geração de atores é importante o reconhecimento que significa estudo e técnica buscados a cada ensaio, a cada trabalho dentro do grupo. Já na cidade acho que entre amigos e pessoas próximas, familiares é importante, mas no fundo no fundo é só mais coisa na estante...

-Fale um pouco da peça que vocês trouxeram.

Então, eram duas... As Balzaquianas uma tragicomédia para rir e chorar, que fala do universo feminino e que foi muito aplaudida. E A roupa nova do rei, um conto de Andersem adaptado para o palco de um jeito todo especial, com técnicas de comedia dell art, com visual medieval e que passa uma mensagem sobre o consumismo e talvez sobre a importância de revermos o que estamos ensinando a nossos filhos.

-Vocês imaginavam que iriam ganhar?

Quando a gente monta um trabalho a gente pensa em fazer algo bonito e que a platéia se comova de alguma forma, não se pensa muito em troféu ou em festival. Não se sabe se vai dar certo, são semanas as vezes meses de trabalho. A roupa nova por exemplo é um trabalho que começou há muito tempo, a ser pensado, escrito, até chegar a esse formato.

-Vocês escrevem seus textos? Qual a maior dificuldade?

A dificuldade maior é encontrar bons textos contemporâneos que falem exatamente o que tu queres falar. Por que existem muitos textos, mas muita coisa mal é estreada e já está ultrapassada. Então tens que adaptar, e isso não é tarefa fácil, há o politicamente  coreto que deve ser levado em conta, existe uma carpintaria que a que também deve se estar atento. Enfim, acho escrever algo muito difícil, hoje em dia há muita gente querendo falar, escrever, dar ponto de vista, escrevendo blogues, livros, letras de musicas... mas será que tudo é bom? Por que não se tem um crítico para essas coisas... É preciso saber escolher, saber com o que a gente pode perder tempo...

-Interessante essa colocação, para encerar, quando podemos ver novamente o espetáculo?

Em breve A roupa nova do rei será reapresentada em algum bom teatro, assim como As Balzaquianas, mas o interessante é o pessoal pensar que o importante é irmos ao teatro, sempre, qualquer teatro, a arte cênica é algo maravilhoso, todos devemos dar uma chance para que artistas nos encantem com suas historias maravilhosas.


                               Cléber Lorenzoni

Nas portas do Clube Arranca - Noite de Sucesso


Cenas curtas- Esmate adulto - Ano VII

Quadro 0

-Bom dia, Bom dia minhas e meus ouvintes, no ar a rádio Da Clarisse!
Aqui quem fala é o seu comunicador Rodrigo S. M
Esse é o programa A Hora da Estrela
E acredite, a estrela é você todinha!

Tudo o que estou agora escrevendo é acompanhado pelo rufar enfático de um tambor batido por um soldado. No instante mesmo em que eu começar a história de súbito cessará o tambor.  (palavras de uma escritora)

(palavra da escritora)
Aqui pela zyz... A rádio Da Clarisse!

Mas voltemos a hoje. Por que como se sabe, hoje é hoje. Não estão me entendendo e eu ouço escuro que estão rindo de mim em rios rápidos e ríspidos de velhos. E ouço passos cadenciados na rua. Tenho um arrepio de medo. Ainda bem que o que vou escrever já deve estar na certa de algum modo escrito em mim. Tenho é que me copiar com uma delicadeza de borboleta branca. Essa ideia de borboleta branca vem de que, se a moça vier a se casar, casar-se-á magra e leve, como virgem, de branco. Ou não se casará? O fato é que tenho nas mãos um destino e no entanto não me sinto com o poder de livremente inventar.


Na hora da morte a pessoa se torna brilhante estrela de cinema, é o instante de glória de cada um e é quando como no canto coral se ouvem agudos sibilantes...

(palavra da escritora)
Aqui pela ZYZ... A rádio Da Clarisse!

E a dúvida do dia...

Enquanto isso as nuvens são brancas e o céu é todo azul. Para que tanto Deus? Por que não um pouco para os homens?

Os Quiprocós de A roupa Nova do Rei


Alessandra Souza, Clara Devi e Kauane Silva - A corte Francesa


Cenas Curtas - Esmate Adulto - Ano VII


Quadro 5

-Levanta MAcabéa, já é tarde, venha ajudar a tia, vamos, se ficar dormindo não te dou goiabada com queijo. Anda  e não fale alto. Vamos Maca, não me incomode, se mecha dessa cama. Peça desculpas, vamos peça desculpas, peça desculpas
-Tia não por favor...
-Peça desculpas, e reze... Já arrumou tuas malas? Tu sabes que quero ir cedo para o ponto.
-Tia, o que nós vamos fazer no rio de janeiro?
-Arrumar um bom emprego para vc, desde que sua mãe morreu eu fiz mais do que podia pra te criar, agora é hora de vc devolver...

Cenas Curtas - Esmate Adulto - Ano VII


Quadro 1
-Olimpico, você podia me telefonar...
-Pra que?
-na repartição todo mundo atende telefone, alguém está sempre querendo falar com alguém, mas nunca ninguém me liga... se vc tiver ficha pode me telefonar...
-Pra ouvir as tuas bobagens? Eu sou muito inteligente, um dia vou ser deputado.
-Mulher é deputada?
-Acho que sim
-Que nome horrível, parece palavrão, eu não queria ser isso ai...
(pausa)
-Pois é.
-Pois é o que?
-Eu só disse pois é
-Mas pois é o que?
-Melhor mudar de conversa, você não me entende...
-Mas entender o que?
-Santa virgem Macabéa, vamos mudar de assunto.
-Falar de que?
-De qualquer coisa, por exemplo fale de você...
-Eu?
-Por que o espanto? VocÊ não é gente? Gente fala de gente.
-Desculpe, não sei se sou muito gente.
-Todo mundo é gente meu deus!
-É que não me habituei.
-Todo mundo é gente, cada um é o que é...
-E o que vc é?
-Eu ora, eu sou o olímpico, sou forte, embora não pareça.
(ela ri)
-Não acredita? Com um  braço posso te erguer do chão. Quer ver?
-Não, não os outros vão olhar e vão maldar...
-Magricela esqueisita ninguém olha.
(ele a ergue, ele se desiquilibra e a derruba)
-Não se incomode, foi uma queda pequena. (ela limpa o sangue com a saia) Não olhe enquanto eu estou me limpando por que é proibido levantar a saia.
-Venha, vou te pagar um café, sem leite, que é mais barato. Se eu não tiver vc completa.




Cenas Curtas - Esmate Adulto - Ano VII

Quadro 4

MGraça-Ai nossa, to exausta!
MJosé-Também o dia inteiro em pé
MPenha-Quem está com a chave?
MJosé-Olha a Maca...
MPenha-Boa noite Macabéa
Macabéa-Boa noite.
MGraça-Como foi na repartição?
(pausa)
MJose´-Macabéa, a Graça está falando com você!
Macabéa-A senhora me desculpe.
MGraça-(Debochando)A senhora me desculpe, você é uma figura Maca...
MPenha-Deixa ela Graça
MGraça-Preciso deitar, to morta
MPenha-Você está estranha Macabéa...
Senhoria-Estava esperando vocês... Dia de pagar o aluguel que aqui não é albergue
MJose´-Nossa já fechou o mês?
Senhoria-Já passou três dias, não sou irmã de caridade. Mas olha só tem café quentinho na térmica la na cozinha.
MJosé-Eu só quero um banho quente...
Senhoria-O chuveiro está queimado.
MGraça-O que? Não brinca
Senhoria-Não tive dinheiro pra manda trocar o fuzil, mas agora dou um jeito. E você Menina, não vai pagar não?
Macabéa-Não recebi ainda
Senhoria-Vocês deviam arrumar trabalho pra macabéa la nas americanas, lá pagam melhor.
Macabéa- A senhora me desculpe.
MPenha-Amanhã ela paga, , não é Macabéa e se não tiver o montante eu ajudo.
Senhoria-Vocês que sabem, café as seis e meia da manhã. E a senhorita, nada de escutar rádio alto aqui no quarto.
Macabéa-A senhora me desculpe.
Senhoria-Noite meninas, Graça, vou te deixar um esmalte que não uso la na cozinha amanhã pela manhã, sei que vc gosta.

Macabéa- Eu nunca usei esmalte...
MPenha-vc quer eu te empresto Maca
(radio)
Macabéa-É a merilin...
MJosé-Não sei por que vc gosta tanto dessa atriz...
Macabea- Eu vi ela na capa de uma magazine, Deve ser incrível ser uma artista. Usar batom forte. Esmalte
MPenha-Vou dormir, maca, estou muito cansada. Será que o olímpico gosta de merylin?
(cena com lembrança

Cenas Curtas - Esmate Adulto - Ano VII


Quadro 3
-chuvinha gelada...
-O que?
-Chuvinha gelada...
-A é...
-A moça não parece ser daqui não...
-Alagoas!
-Paraíba!
(silencio) (rádio)
-Se me desculpe, posso convidar a moça pra passear?
-Sim...
-Qual é mesmo a sua graça?
-Macabéa...
-Maca o que?
-Béa.
-Engraçado, até parece nome de doença que da na pele...
-E o seu?
- O que?
-Nome...
-Olímpico de Jesus...(pausa longa)  (rádio) Moreira chaves , olímpico de Jesus Moreira Chaves
-Eu não entendo o seu nome. Olímpico?
-Eu sei mas não quero dizer...
-Eu sou datilógrafa
-Eu sou metalúrgico...
-Datilógrafa e metalúrgico.  Eu gosto muito de pregos e martelos...
-Eu tenho que ir. Amanhã trabalho cedo. Será que podemos nos ver novamente amanhã depois do expediente?


Cenas curtas- Esmate Adulto - Ano VII


Quadro 2
-Bom dia Macabéa,
-Bom dia dona gloria!
-Senhorita Gloria, dona me envelhece. chegou mais cedo hoje. Preciso que você bata pra mim esses dois textos. O Raimundinho já chegou?
-Sim, o seu Raimundo já está na sala dele.
-hum, vou ali fazer um agradinho pra ele.  Bom dia chefinho, quer alguma coisa? Nossa que cara é essa?
-Não é possível dona gloria, essa moça, a macabéa, é uma porca.
-Psiu, fale baixo, a coitada da moça é capaz de se assustar..
-Farelo de comida, pingo de café, umas manchas marrons, onde ´que ela esfregou esse papel?
-Calma, eu limpo pra você...
-Não, chega, vou demitir ela! Dona Macabéa!
-Sim senhor seu Raimundo...
-Escute aqui, essa é uma repartição seria, que tem uma reputação, não da para datilografar errado, nem derramar coisas nos papeis, são documentos muito importantes, desse jeito logo logo a senhora não vai poder mais trabalhar aqui.
-O senhor me desculpe seu Raimundo!
-Que?
-O senhor me desculpe pela minha incompetência...
-Bom... claro, digo, claro que também se a senhora se esforçar, com certeza vai poder ficar trabalhando aqui... e..
(antes de sair da uma olhada empinada para macabéa)
-Não de  bola, tem dias que ele vem assim... não deve ter tido ontem a noite... Conhece o ditado né...
-Qual?
-Qual o que?
-Qual ditado?
-Que ele não met... deixa pra la macabéa... Mas me conta e seu namorado?
-Não é namorado, acho que é só amigo...
-E ele é bom?
-É um rapaz bom sim... Ele diz que vais er deputado.
-Deputado, politico? A já vi, então não gosta de trabalhar...
-Trabalha, trabalha sim, e enquanto não vira deputado, diz que quer trabalhar com carne, acha lindo cortar a carne, ver o sangue, eu não posso ver sangue perto de mim;..
-Carne, nossa, meu pai tem um açougue, posso ver se não há um lugar pra um açougueiro que gosta de mexer em coxão de dentro...

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Divulgando os louros de Santa Rosa


A historia do troféu de melhores atores do Máschara

2019

Cléber Lorenzoni por seu trabalho como Adelaide Fontana - 4ª Cena Viva - Santa Rosa - 40ª Indicação


Cléber Lorenzoni - por seu trabalho como Reizinho - 4º Cena Viva- Santa Rosa - 23º Troféu

2018

Cléber Lorenzoni como João Fernandes em Lendas - Melhores do ano - 38º Indicação

Renato Casagrande- por seu trabalho como Kaifaz- Melhores do Ano 2018 - 2º troféu


2017

Cléber Lorenzoni como Jesus em Paixão de Cristo - Melhores do Ano 2017 - 22º Troféu

Cléber Lorenzoni por seu trabalho em Castelo Encantado - 3º Cena Viva - Santa Rosa  - 21º Troféu


2016

Renato Casagrande por seu trabalho como Babah em Zahzuuu - Melhores do Ano 2016 - 1º Troféu

Cléber Lorenzoni como Dr.Eugênio Fontes no 2º Cena Viva - Santa Rosa -21º Troféu
2015

Cléber Lorenzoni como Rosalinda no 1º Festival da Cidade dos Anjos (Santo Angelo) 34ª Indicação

2014

Cléber Lorenzoni como Fred em Feriadão no FESTVALE (Rolante) 33ª Indicação
2012

Cléber Lorenzoni como Euricão - no Art in Vento de Osório 19º Troféu

Cléber Lorenzoni como Gata  no Art in vento de Osório - 31ª Indicação.

2010


Cléber Lorenzoni como Rosalinda - no Art in Vento de Osório 18º Troféu

Gabriel Wink como Ágatha,`Vassili e Rafael no Art in Vento de Osório -1ª Indiação

Cléber Lorenzoni como Rosalinda e Úrsula - 11ºFestival de Itaqui- 29ª Indicação

2008

Cléber Lorenzoni por Sr. Poeta em Lili – 1º FETTEN – 28ª Indicação

Cléber Lorenzoni por Mario em Esconderijos – 1º FETTEN- 17º Troféu

Cléber Lorenzoni por Sr. Poeta em Lili – XVº Erechin – 16º Troféu

Cléber Lorenzoni por Mario em Esconderijos – XVº Erechin – 15º Troféu

Cléber Lorenzoni por Sr. Poeta em Lili – 10º DOMPA – 14º Troféu

Cléber Lorenzoni por Mario em Esconderijos – 10º DOMPA – 13º Troféu

2007

Cléber Lorenzoni por Mario em Esconderijos – 14º FERTAI – 12º Troféu

2006
Cléber Lorenzoni por Mario em Esconderijos – 5º FESTSALTO – 11º Troféu

2003

Cléber Lorenzoni por Noivo em Bodas de Sangue –Xº FERTAI – 20ª Indicação

2002

Cléber Lorenzoni por MacBeth em MacBeth – XIIIº FETARGS – final 10º Troféu

Cléber Lorenzoni por MacBeth em MacBeth – XIIIº FETARGS – 18ª Indicação

Cléber Lorenzoni por MacBeth em MacBeth- 16º CANELA – 9º Troféu

Cléber Lorenzoni por Tartufo em Tartufo- 2º FESTSALTO – 8º Troféu

Cléber Lorenzoni por MacBeth em MacBeth –9º FERTAI – 7º Troféu

2001

Cléber Lorenzoni por Tartufo em Tartufo –XIIº FETARGS final – 6º Troféu

Alexandre Dill por Orgon em Tartufo –VIº Santiago em cena- 1º Troféu

Cléber Lorenzoni por Tartufo em Tartufo – VIº Santiago em cena – 13º Indicação

Cléber Lorenzoni por Tartufo em Tartufo – XIIº FETARGS – semifinal -12º Indicação

2000

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – XIº FETARGS –Final 11ª Indicação

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – Iº FESTSALTO – 10ª Indicação

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – XIº FETARGS –Semifinal 5º Troféu

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – IVº Santiago em cena- 4º Troféu

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – 2º Uruguaiana – 3º Troféu

Cléber Lorenzoni por Creonte em Antígona – 2º Rosário sem Cena- 6ª Indicação

1999

Cléber Lorenzoni por Palhacinho em Carrocinha – 1º Uruguaiana – 2º troféu

Cléber Lorenzoni por Palhacinho em Carrocinha – 9º Guaíba – 4ª Indicação

Cléber Lorenzoni por Palhacinho em Carrocinha – VIºFERTAI - 3ª Indicação

1998

Cléber Lorenzoni por D.Flávia em Dorotéia – IXº FETARGS semifinal 2ª Indicação

1997

Alexandre Dill por Tudo Azul em Bulunga – VIIIº FETARGS semifinal 1ª Indicação

Cléber Lorenzoni por Morgana em Bulunga VIIIº FETARGS semifinal 1ª Troféu

Diulio Penna por Bulunga em Bulunga – 7º Guaíba – 5ª Indicação

Diluio Penna por Andre em Um dia a casa cai – IVº FERTAI – 4ª Indicação

Diulio Penna por Bulunga em Bulunga – IVº FERTAI -1º Troféu

1996

Diulio Penna por Bulunga em Bulunga – VIIº Fetargs semifinal- 2ª Indicação

Diulio Penna por Leônidas em Cordélia Brasil – IIIº FERTAI – 1ª Indicação

1995

Eduardo Gonçalves por Júpiter em O dia em que Júpiter encontrou Saturno – IIº FERTAI – 2ª Indicação

1994

Eduardo Gonçalves por André em Um dia a casa cai-1º FERTAI -1ª Indicação

Improvisação criativa - ESMATE


Crítica do espetáculo As balzaquianas por Antonio Carlos Brunet

CENA VIVA 2019 - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE SANTA ROSA
As Balzaquianas
Cruz Alta-RS
Crítica do espetáculo por Antonio Carlos Brunet
Equilíbrio raro, entre ternura, irreverência e ousadia, é o que consegue Cleber Lorenzoni e o Grupo Teatral Maschara, de Cruz Alta, RS, com o espetáculo As Balzaquianas.
Estamos diante de uma livre adaptação do monólogo de José Saffioti Filho, A Rainha do Rádio. Numa manobra arriscada, porém vitoriosa, Cleber Lorenzoni ousa introduzir outra personagem ao texto original, criando assim Leninha, sua ouvinte e fã ardorosa. Adelaide, personagem central, é uma locutora de rádio, que mantém um programa diário, ao meio-dia, sobre variedades, inserções musicais, poesias e comentários sobre o cotidiano das pequenas cidades do interior. Durante a ação, Adelaide comemora os 25 anos do programa, de maneira muito peculiar: ao invés de ir ao ar ao meio-dia, está sendo transmitido à meia-noite, já que ela tem como entrar no prédio e colocar a rádio no ar. Por estar comemorando, ela, durante o programa, brinda aos seus ouvintes com um espumante, que ela bebe, e que, com o passar do tempo, vai alterando o comportamento da distinta apresentadora. Leninha, do outro lado, ouvindo o programa, reage à altura às provocações de Adelaide.
Estabelecida tal circunstância, Cleber Lorenzoni deita e rola, com picardia e irreverência, sem 'perder a ternura jamais', lançando um olhar agudo, crítico e solidário às agruras femininas, com elas (as agruras e as mulheres) identificando-se plenamente e, com seu talento e perspicácia, envolvendo a todos nós, espectadores, convidando-nos a um mergulho vertical às profundezas da alma feminina.
Há respeito e admiração. Há deboche e inconformismo. Há delicadezas e grosserias. E, sobretudo, há um talento e uma verve extraordinários desse ator/diretor que, mesmo nos momentos onde, à primeira vista, corre o risco de cair numa vala comum de concessões e apelos chulos, estes são objetivamente direcionados, e com maestria, coerentemente à concepção, que visa traçar um painel sensível e humano sobre a solidão humana (tanto faz feminina quanto masculina). No caso específico, a escolha cai sobre uma personagem feminina. Representada, porém, por um homem; o que escancara sobremaneira, via distanciamento, a necessidade e a justa premência do empoderamento que se estabelece no decorrer da ação. Cleber Lorenzoni, com sua Adelaide, é a mulher mais empoderada vista em cena, durante o Festival Cena Viva, de Santa Rosa, RS, 2019. Ativo e enfático ele dá conta do recado, na prática, sem levantar bandeiras e teorias, ao contrário do que sói acontecer muitas vezes, com trabalhos absolutamente apáticos, onde o empoderamento buscado permanece tão somente como um tremendo esforço de ser, encoberto por camadas de passividade.
O Grupo Teatral Maschara chegou, ao longo de seus 27 anos de existência, a um patamar incontestável de qualidade em seus trabalhos. Tudo gira a favor da plenitude do espetáculo: cenário, trilha, iluminação e figurinos, com unidade, bom gosto e simplicidade.
Dulce Jorge, atriz e fundadora do Grupo, juntamente com Cleber Lorenzoni, defende com garbo sua dona-de-casa rádio ouvinte. A direção usou o artifício da ouvinte alheia ao universo original do texto, inserindo-a, não meramente como escada para os devaneios e discursos de Adelaide, mas, principalmente, como representante legítima da mulher comum, que ao se permitir transformar, abre portas para que se estabeleça um empoderamento consciente, que jamais havia sonhado ter e poder.
Esfuziante. Borbulhante. Inebriante como uma taça de champanhe, que nos leva - como um soco na boca do estômago - à reflexão sobre as contradições e as condições do feminino no mundo contemporâneo, é o que nos proporciona As Balzaquianas.
AS BALZAQUIANAS
Texto adaptado - Cleber Lorenzoni & Angélica Ertel Cenografia - Grupo Teatral Maschara Iluminação - Renato Casagrande Sonoplastia - Angélica Ertel Figurino - Cleber Lorenzoni Maquiagem - Cleber Lorenzoni & Dulce Jorge Elenco - Dulce Jorge / Cleber Lorenzoni Direção - Cleber Lorenzoni
Antonio Carlos Brunet
Maio 2019.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Análise crítico do espetáculo A Roupa nova do Rei pelo diretor Camilo de Lélis


Cena Viva 2019 – Festival Internacional de Teatro de Santa Rosa - Crítica dos Espetáculos

A R0UPA NOVA DO REI
Como avaliador e crítico do festival Cena Viva - 2019, de Santa Rosa, foi uma surpresa agradável, para mim, rever o Grupo Máschara, de Cruz Alta, dessa vez com a peça infantil A Roupa Nova do Rei, numa criativa adaptação da obra do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
O Grupo Máschara não se limita a contar a conhecida fábula do rei que, por extrema vaidade, foi enganado por dois charlatães, que se passavam por alfaiates. Esses crápulas lhe venderam uma roupa inexistente, alegando que, por ser mágica, ela só poderia ser vista, em sua real beleza, por pessoas inteligentes, sendo invisível aos toleirões.
O mais surpreendente de tudo isso, é que o diretor Kleber Lorenzoni trouxe essa clássica história infantil, sem deturpá-la em nenhum elemento do enredo, para a realidade contemporânea, para situações que estamos vivendo no presente, realçando que os que têm muito desperdiçam, enquanto há tantos necessitados ao nosso redor. A população, em sua maioria, está nua (simbolicamente, nessa obra, a nudez se refere à miséria em todos os sentidos). Outra adaptação significativa e original foi a ideia de representar o rei, que é adulto na fábula de Andersen, como um rei menino, muito mimado. Isso facilita bastante, no resultado das gags da comédia.
O ponto alto do espetáculo, que merece ser realçado, é o momento em que as crianças do público são convidadas a expor a nudez do reizinho vaidoso que, enganado pelos falsos alfaiates, se julgava vestido, e ninguém na corte teve a coragem de passar por burro, denunciando a mentira. As crianças, em sua inocência não temem a verdade. Elas, desde o seu lugar, na plateia, revelam ao rei que ele, de fato, está nu (em roupas de baixo). Isso causa uma virada no personagem, que daí em diante, se torna consciente de sua ambição, resolvendo ser mais generoso com os pobres e com seus empregados, que sempre o amaram e apoiaram. Ao final, a rainha mãe aparece, para um desfecho carinhoso com seu filhinho, numa cena pungente e de grande beleza plástica.
O espetáculo tem todos os seus elementos funcionais equilibrados, contribuindo para o desenvolvimento da fábula. Ou seja, cenário, figurino, luz, trilha e maquiagem atuam harmoniosamente, potencializando a concepção do diretor.
Destaques para Kleber Lorenzoni, que dirige e também protagoniza o espetáculo, com o seu adorável reizinho mimado. Muito importante para a resolução do enredo, é a arlequina e costureira Zuzu, que foi vivida magnificamente por Alessandra Souza (ela também faz uma figuração). Os outros integrantes merecem ser citados, por seu excelente desempenho: Gabriel Giacomini,como Flauber; Renato Casagrande, como Mulec e figuração; Raquel Artigony, como Maluk, Rainha Mãe e figuração.
Vida longa ao reizinho do Grupo Máschara, uma referência de seriedade e criatividade no teatro gaúcho.

Camilo de Lélis - Avaliador e Crítico no Festival Cena Viva - 2019 de Santa Rosa

quarta-feira, 1 de maio de 2019

O Público de A Paixão de Cristo


Texto adaptado para a ESMATE de A Intrusa -


A INTRUSA





A Avó. -Parece-me que há pouca luz aqui.

Velho. -Vamos ao terraço ou devemos permanecer nesta sala?

O TIO. - Tem chovido toda a semana, e as noites são húmidas e frias..

Pai - É melhor que fiquemos aqui. Não sei o que pode acontecer.


Ellen Faccin em paródia corporal de tela impressionista


Releitura de Renato Casagrande para o auto retrato de Van Gogh


Aluna da ESMATE em criação a partir de tela impressionista


Construção Cênica - Estética Teatral



Exercício Estético - Turma Adulto ESMATE


INSATISFAÇÃO COM AS COISAS DA VIDA

"Em nossas buscas para além da vida
muito pouco entendemos
tudo se crê, se supõe... sem se ver, nem saber
pois que tudo é imaginação dos homens
nessa ânsia insana do conhecer"