quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Cena às 7 57º Lili Inventa o Mundo (B)


              Cena às 7, é algo que já se solidificou, teatro todo mês na Casa de Cultura de Cruz Alta, sempre com espetáculos do Máschara. No espetáculo de hoje, adultos deliciaram-se com a poética de Mario Quintana e crianças riram e viajaram por um mundo de fantasia. No palco seis atores, com talentos diversos, energia, domínio do fazer teatral  e voracidade. Cléber Lorenzoni a frente do elenco arrancou gargalhadas com seu parceiro Evaldo Goullart. O teatro é a arte do dia, é efêmero, é para quem está naquele momento, nunca será igual. Pois depende da inspiração do ator naquele dia. E a equipe do Máschara estava muito inspirada. 
                 Foi a apresentação de número 94, e o espetáculo tinha cara de espetáculo novo. Lili Inventa o Mundo lendo seu livro de poesias conhece o senhor poeta (Mario) e seu ajudante (o pequeno Malaquias- aquele que por um pequeno erro divino tinhas asinhas no bumbum e não conseguia voar direito). Lili é apresentada ao pé de pilão (o menino Matias que é transformado em patinho pela fada mascarada que mora na floresta encantada e que é feia feia feia como ninguém faz ideia). Enfim poesias e versos sem parar. 
                   Fernanda Peres esteve muito bem, no entanto precisa ter mais cuidado com sua presença em cena. Lili com um brinco na orelha não fica muito legal. A troca do vocábulo Comeu por Engoliu, seria muito  mais perspicaz. E a prosa final da peça deveria ter sido dita com maior sapiência. 
                    Renato Casagrande descobriu muito mais coisas em cena, gosto de atores que sempre retomam suas personagens, descobrindo coisas novas, ousando. O pé de pilão foi o xodó do público infantil. Roberta Queiróz esteve muito bem, a atriz pode forçar um pouco mais sua pronuncia, mas sua interpretação nada deixa a desejar. Alessandra Souza parece ter captado muito bem a alma do espetáculo nessa apresentação, mas tanto ela quanto a colega pularam algo durante o "Pirulim, pirulim, pirulim..." Há de se ficar mais atento. Evaldo Goullart criou muito, é um ator que traz de casa. não é a toa que mudou de Status logo após a interpretação. É um dos novos talentos do Máschara.
                         Na parte técnica, o Máschara precisa ser mais capacitado, não basta ter bons atores se a técnica do espetáculo não acompanha. 
                            Teatro infantil não é mais fácil de fazer, não é mais simples, criança é muito mais exigente que adulto, é verdadeira. Lili Inventa o Mundo é e sempre será o melhor espetáculo infantil da Cia.

Alessandra Souza (**)
Renato Casagrande (***)
Cléber Lorenzoni (***)
Roberta Queiroz (**)
Evaldo Goullart (***)
Fernanda Peres (*)
Gabriela Oliveira (*)
Luis fernando Lara (*)


A Rainha

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Presépio vivo no natal


Matinê do Máschara


O Renascimento

            Eu já havia dito que o espetáculo Lili Inventa o Mundo(2006) do Grupo Teatral Máschara deveria não mais ser apresentado, por motivos que agora não vem ao caso repetir. No entanto ontem a peça se reinventou, e provou que sempre é um bom momento para se recomeçar a buscar algo em cena. Atores sempre podem descobrir algo novo, toda a apresentação é momento para um ator encontrar novas inflexões, novas emoções. O público do Cena às 7 do sábado é sempre um público menor, parece que o teatro em Cruz Alta foi realmente aprovado no domingo. Mas um público pequeno tem seu ponto positivo.                             
Os atores conseguem envolver melhor, tocar cada um dos presentes de forma mais calorosa. E o clima se estabeleceu, claro o espetáculo foi mais cômico, mas quem disse que a poesia não pode ser engraçada? Felizmente a poesia pode ser tudo!
            Quando um espetáculo é bem concebido, e alcança um certo grau de perfeição, mesmo que haja substituições, os atores que entram rapidamente se vêem em meio a esse mundo proposto. Mérito aí de Dulce Jorge(St. A) e Cléber Lorenzoni(St.I ), que mantém seu trabalho com pulso firme. O Teatro é de certa forma uma ciência exata, o teatro pode ser matemático, é emoção, uau, o teatro é tudo!
             A atriz Fernanda Peres (St.III) preenche muito bem a lacuna deixada pela protagonista anterior. Peres tem um talento magico, uma facilidade para ambientar-se, uma lucidez cênica e um profundo respeito pela platéia. Talvez por isso mesmo consegue sempre em questão de poucos dias abraçar a personagem que lhe é delegada. Pois bem, precisa de mais técnica, mas essa técnica precisa ser buscada calmamente, sem turbilhões, sem pressões para não massacrar seu talento. Diria que para agora é mister trabalhar a voz, e o corpo no espaço cênico.
                O Ator Evaldo Gullart (St.V) merece louros dourados. Estreou com pé direito e orgulhou certamente todo o elenco. Evaldo trás consigo um approach que se adapta rapidamente, cheio de criatividade e improvisação. Chegar de repente e assumir o papel de um ator que era muito admirado não é tarefa fácil. O elenco a sua volta, e o público exige algo a altura. Falta à Evaldo também muita técnica, no entanto há nele já uma técnica empírica, e essa experiencia tem haver com seus outros trabalhos ainda em sua cidade natal. 
                        Alessandra Souza (St.III ) e Renato Casagrande (St.II ) são os mesmos, ele com mais recursos que em 2012, mais cartas na manga. É um ator de energia, presença, e foi sem dúvida muito generoso com a colega de cena, pode ainda rever a cena da transformação, ousar, criar, sentir algo novo. Alessandra é uma atriz mais sutil e por isso mesmo precisa de mais força em cena para chegar onde quer. A Rainha das Rainhas estava belíssima, mas fugia um pouco da proposta do espetáculo. Mas foi bom ver a naturalidade com que a atriz atuou, sem a tensão nervosa que atores estreantes tem e que pode pôr em risco a encenação. 
                       Roberta Queiróz (St.IV) já foi prata da casa, e agora está de volta, precisa acreditar mais em si mesma, ousar, aprofundar o talento que tem dentro de si. Mesmo no papel de Fada Mascarada, já foi muito longe... E acredito que com pouco mais de repetições chega lá. 
                           Cléber Lorenzoni (St.I) segurou o espetáculo e pontuou as cenas. A cada entrada do Senhor Poeta e de Malaquias o público sorria envolvido novamente. E o interessante é ver um ator já de tempos, desafiado pelo novato. Cléber conhece, e não poderia ser diferente, as cartas na manga de todo os seus atores. Mas Evaldo era surpresa constante em cena. E isso fez o ator/diretor se remotivar em cena.
                            A iluminação de Luis Fernando Lara foi pobre de climas, falta de alma, e de possibilidades téncicas. Espetáculo infantil precisa possuir mais luminosidade, mais cor. A trilha de Gabriela Oliveira foi pontual, mas as vezes um tanto pesada
                                     Lili Inventa o Mundo encantou quem assistiu e parece realmente pronta para nova turnê. Parabéns aos atores do Máschara que sempre vencem os desafios que os nossos perspicazes Deuses do teatro impõe.

Cléber Lorenzoni (***)
Alessandra Souza (**)
Evaldo Gullart (**)
Fernanda Peres (***)
Roberta Queiroz (**)
Renato Casagrande (***)
Gabriela Oliveira (**)
Luis Fernando  Lara (**)
Ricardo Fenner (**)

Dulce Jorge (**)


O Ator Cléber Lorenzoni


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


Deu a louca no ator...


Troféu Framboesa


É lógico que em cada ano algum integrante não alcançou o que se esperava ou se dedicou pouco ou se equivocou na construção de sua personagem... aqui os framboesas..

2014 - Não houve premiado

2013 - Evaldo Goullart em Lili Especial de Natal

2012 -Gabriel Wink em O Santo e a porca

2011-Alessandra Souza em Deu a louca no ator

2010- Luis Fernando Lara em O castelo Encantado

2009-A maldição do vale negro - Ricardo Fenner por Conde mauricio de belmont

2008-Ed Mort - Alessandra Souza por Menina de azul

2007-Um Inimigo -Angelica Ertel por Petra

2006-Esconderijos Do Tempo - Gelton Quadros por Malaquias

2005-O Incidente - Kellem Padilha por Shirley Terezinha

2004-Bodas de Sangue- Luis Lara por Leonardo

2003-Feriadão - Guto por Vovô

2002-Macbeth- Leonardo Mttos por Macduff

2001- Tartufo- Fabio Novelo por Valério

2000-Antígona- Não houve atuação equivocada

1999- O Conto da Carrocinha Ursula Macke por Palhacinha mãe

1998- Dorotéia -Vera Porto por Carmelita

1997-Bulunga o rei azul- Zenaide Perez por Mimi

1996-Cordélia Brasil-Dudu Gonçalves-por Rico

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Falando de teatro com Alessandra Souza, Cléber Lorenzoni, Fernanda Peres, Renato Casagrande, Roberta Queiroz e Evaldo Goulart

E então, quais os planos para 2013?

R.Q: Espero que neste ano que retomei minha vida teatral, eu possa quebrar preconceitos e evoluir a ponto de me tornar uma atriz na qual o grupo possa contar. 
A.S: Eu já não gosto de esperar muita coisa, mas quero muito que seja melhor que 2012.
E.G: Eu quero me dedicar cada vez mais até conseguir evoluir...
G.O: ...Atingir meu objetivo.
F.P: Espero que meu grupo progrida também.
C.L: Creio que de certa forma todos esperam a solidificação de seus trabalhos como atores. Já que grupo na verdade é a união de bons atores...
R.Q: A sim, as pessoas tinham uma visão de "Os Atores" do Máschara.
C.L: E renovação tem haver com crescimento, maturidade, busca pelo conhecimento...
R.C: Novas pessoas ´podem tornar o grupo com mais garra.
A.S: Com respeito um pelo outro.

Quando vocês falam em respeito, isso tem haver com a necessidade em jogar junto, em compreensão cênica também, não é mesmo? Como vocês vêem a situação em que o colega não está devolvendo a altura na cena?

R.C: Quando o espetáculo exige que ambos estejam no mesmo patamar é frustrante, mas tento sempre fazer a minha parte e auxiliar o máximo possível.
C.L: Esse jogo precisa ser saudável, e precisa de duas vontades, vontades de ambos os lados, uma atriz Eva Vilma, costumava dizer que jogava a bola, se o colega não pegasse ela segui a o jogo sozinha, meio que fazendo embaixadinha.
E.G: Eu tento dar o máximo que posso, para assim tentar devolver a altura que o colega está esperando! Mas as vezes posso não conseguir e aí parto para a improvisação. Ai fico pensando "é vou ter que melhorar". Eu me sinto priveligiado em contracenar com grandes atores do Máschara.

Mas qual é a maior dificuldade para vocês em cena?

F.P: Corpo! Me acho descoordenada demais, e isso deixa meu corpo muito mole, sem parâmetro, parece que estou sempre pisando em ovos.
G.O: A minha é deixar-me levar pela coisa, ser orgânica, me soltar, sair de mim...
R.C: Afinar a voz e sentir melhor o texto são minhas maiores dificuldades atuais.
A.S: Tive uma epifania e cheguei a conclusão de que minha maior dificuldade sou eu mesma, as vezes eu me achar impotente me torna assim.
C.L: É que o teatro está extremamente conectado ao que somos como pessoas, como nos sentimos dentro e fora do palco, certo?
E.G: Sim e percebo que me falta mais concentração, em foco, voz, postura no palco etc...
C.L Mas você ainda está começando... Tem uma longa caminhada pela frente.

E vocês, ao olharem para trás percebem a evolução?

A.S: Conquistei muito mais presença. Por exemplo se fossemos montar Os Saltimbancos em 2009 eu jamais faria a minha galinha.
F.P: Eu me sinto mais firme, com mais tônus, sinto mais presença...
R.C: Eu percebo que o teatro está entrando na minha vida como nunca entrou.
C.L: O teatro é muito efêmero, difícil apontar certas percepções, da para notar sim a evolução de cada um, mas tem muito a ver com maturidade, auto conhecimento, presença, personalidade dos atores.

E essa evolução se comprova por exemplo no fato de que agora vocês estão montando Nelson Rodrigues né?

C.L: Pois então, montar Nelson é algo que exige uma compreensão teatral maior. e vem exigindo e ao mesmo tempo realçando a noção de que esses atores não são mais os mesmos.
R.Q: Com a Guida por exemplo eu sei que se conseguir alcançar a personagem, estarei melhorando no palco e adquirindo experiência que me ajuda a alcançar meu objetivo.
A.S: Na Serpente eu tenho esse imenso desafio que é a Ligia, um personagem tão forte, uma protagonista, cujo drama me comove e de certa forma se parece em muito comigo.
C.L: Acho que muito desafiador é fazer o público ver Nelson com o olhar humano, desmistificando essa idéia de que Nelson fala de "sexo", ele fala do ser humano em seus instintos!

E montar Nelson em uma época que o público parece correr ao teatro em busca do riso e da comédia também é um desafio? Instigá-los a assistir algo tão denso, correr o risco de ter um belíssimo espetáculo mas com o teatro vazio é em sí grande desafio, não?

C.L: Totalmente, Colle Porter dizia "Para se dar bem, seja um palhaço, faça-os rir" e percebo cada dia mais que no fundo o público quer sim rir no teatro, mas eu também não sou obrigado a dar o que eles querem, enquanto artista eu preciso usar o lívre arbítrio de forma artística, vou montar o que me faz bem, e vou oferecer carinhosamente ao público e ele vai decidir se me da sua atenção, se está disposto a buscar algo naquele texto que montei.
A.S: Como hoje em dia o Grupo passa a ser também comercial, precisamos agradar o público...
F.P: Acho que depende muito do momento, (...)talvez fizesse mais por mim e não muito pela vontade do público.

Em suma, a vontade do público interfere sim, já que tudo é feito para eles, vocês são mais que atores, são comunicadores... Me parece que sempre estão procurando formas de surpreender, de atrair de trazer algo inovador e atraente, certo... Nos espetáculos de vocês há sempre quebra de quarta parede, comunicação direta...

R.C. Parece que quando a quarta parede é quebrada a platéia entra mais na historia, e essa sensação é maravilhosa, pois parece que o público está no palco atuando junto. Claro que se o ator não tiver dominio ele pode acabar se prejudicando cenicamente. 
F.P: Quebrar a quarta parede é uma sensação maravilhosa, não há nada mais gratificante, sinto pena de quem nunca sentiu isso, as vezes que senti foi extasiante, parece aí que as pessoas entram na sua. 
C.L: Eu sempre entro em cena para atuar com a platéia, eles me dão 25% do que tenho que fazer, claro tem dias que a coisa não se estabelece, que não acontece...
R.Q: Lembro de uma apresentação infantil, na qual o público não estava concentrado na apresentação e isto causa uma certa insegurança, e exige que os atores tenham domínio pleno do que estão fazendo para conseguir prender o público sem colocar o espetáculo em risco.
A.S: Tem que recorrer a técnica, à memória emotiva de outras vezes que fiz a cena e a cena passa a ser de fora pra dentro e não de dentro pra fora... Tem que forjar a fé cênica...

É a fé Cênica tem que perpassar por todo o espetáculo, é o que dá credibilidade ao público de que o ator É a personagem. Em A Serpente existem algumas cenas de distanciamento, isso torna mais dificil? 

R.C: Não chega a ser o distanciamento de Brecht, em que a personagem sai da narrativa e olha para si proprio em relação a historia. 
C.L: Acho que é mais uma quebra de quarta parede em um espetáculo formal, e isso surpreende...
R.Q: Ele precisa fazer isso de uma forma que não quebre certos principios que foram criados até então...

E no teatro que vocês fazem vocês acabam sendo um pouco produtores certo?

G.O: É tanto isso ou aquilo que o teu trabalho como ator vai ficando de lado, mesmo vc não querendo, pois você já vai para o ensaio cansado, estressado, cheio de coisas para resolver e muitas vezes não consegue se dedicar ao máximo no seu personagem como deveria, mas sabe que ao mesmo tempo precisa estar bem em cena.

Enfim, da para dizer que teatro é inspiração, sensações, correto?

C.L: O Teatro é tudo o que falamos aqui e muito mais, o teatro é um mundo paralelo formado pela mente de todas as pessoas maravilhosas que o fazem...









sábado, 9 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Renato Casagrande, o cachorro de Os Saltimbancos


Status dentro do Máschara

Status A: Diretores, Atores convidados em situações especiais com Status entre 1 e 2. Membros fundadores. 

Status 1: Atores do primeiro escalão, aptos a quaisquer papéis. Membros com presença "constante" em mais de dez anos de grupo. Protagonistas, atores com conhecimento grandioso em teoria, com base de dança e musica. 

Status 2: Artistas ambiciosos com grande personalidade cênica, protagonistas ou coadjuvantes. Capazes de quase tudo pela arte. Pessoas que conseguem representar o grupo e falar em nome do mesmo. Atores preparados para serem protagonistas. Presentes em 90% dos acontecimentos. Atores com bom conhecimento teórico, dispostos, exigentes com seu trabalho e com rendimento extremo em todas as áreas do ofício.

Status 3: Atores coadjuvantes com bons papéis, capazes de trabalhar o corpo e a expressividade de forma coerente. Aprendizes que participam de alguns poucos espetáculos, Atores com no mínimo um ano de teatro. Camareiros que vestem os atores, que ajudam a conceber figurinos. Contra-regras em estágio 1. Iluminadores e Sonoplastas que concebem nas respectivas áreas. Atores presentes em 75% dos acontecimentos da equipe no mínimo.

Status 4: Atores ou figurantes em quaisquer peças. Coadjuvantes que começam a se destacar. Atores substitutos. Empreendedores, interessados que estejam em no mínimo um espetáculo. Camareiros dedicados. Contra-regras organizados que ajudam as coisas a acontecer. Iluminadores e Sonoplastas que dominam a base do trabalho, que sabem preparar o equipamento para o trabalho. Montadores de Cenário. Membros que estão presentes em 50% dos acontecimentos da Cia. no mínimo.

Status 5: Interessados em fazer teatro, dispostos, curiosos, com ou sem talento, mas esforçados, corajosos. Principalmente pessoas que abraçam o grupo ou o teatro em si e fazem tudo para que o teatro seja propagado sempre. Camareiros, contra-regras dispostos a aprender. Sonoplastas e Iluminadores que começam a aprender o ofício. Membros que não podem se fazer presentes em mais de 30% dos acontecimentos da equipe.