sábado, 29 de outubro de 2011

Dança Velha, dança dança...

Dança velha, dança dança, põe um pé põe outro pé, mais depressa mais depressa, põe mais pé pé pé, upa, salta, pula agacha, mete pé e mete acento, que o velho agita frenético o seu chicote de vento!

A Magia do teatro - Lili Inventa o Mundo

Ora Lili, Só por que as coisas são inatingíveis não é motivo para não querê-las, o que seria dos caminhos sem a presença das estrelas?

Lili Inventa o Mundo na feira agropecuária de Cruz Alta

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Todo o Cena às 7



44) Esconderijos do Tempo - 04 de Dezembro de 2011

43) O Incidente - 06 de Novembro de 2011

42) Feriadão  - 09 de outubro de 2011

41) Ed Mort  - 18 de Setembro de 2011

40) Deu a louca no ator -21 de Agosto de 2011

39) A Maldição do Vale Negro 17 de julho de 2011

38) As Balzaquianas 19 de junho de 2011

37) As Balzaquianas -ESTRÉIA- 15 de maio de 2011

36)Lili Inventa o Mundo- 10 de outubro de 2010

35)Esconderijos do Tempo - 29 de agosto de 2010

34)Ed Mort - 18 de julho de 2010

33)A Maldição do Vale Negro - 13 de junho de 2010

32)Ed Mort - 13 de setembro de 2009

31) Esconderijos do Tempo - 12 de julho de 2009

30)A Maldição do Vale Negro - 14 de junho de 2009

29)A Maldição do Vale Negro - 3 de maio de 2009

28)Ed Mort - 14 de novembro de 2008

27)Bodas de Sangue-outubro 2008

26)Tartufo - 14 de setembro de 2008

25)Ed Mort -10 de agosto de 2008

24)Ed Mort - Estréia - 6 de julho de 2008

23)Esconderijos do Tempo - 8 de junho de 2008

22)O Incidente - 11 de maio de 2008

21)Esconderijos do Tempo - ? de dezembro de 2007

20)Lili e Tartufo - 11 de novembro de 2007

19)Um Inimigo - 14 de outubro de 2007

18)Um Inimigo do povo - ESTRÉIA-9 de setembro de 2007

17)O Incidente - 16 de agosto de 2007

16) Feriadão -15 de Julho de 2007

15) Tartufo - 10 de junho de 2007

14) Esconderijos do Tempo - 20 de maio de 2007

13) Bodas de Sangue - 21 de abril de 2007

12) Romeu e Julieta - 3 de dezembro de 2006

11) Esconderijos do Tempo

10) Esconderijos do Tempo

9) Amanajé

8) Castelo Encantado

7) Casa de Samba

6) Feriadão - 08 de Janeiro de 2006

5) Macbeth

4) Impressões

3) Bodas de Sangue

2) Amanajé

1)Tartufo - 17 de outubro de 2005

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Marcação de palco em Antonio Prado

Os Contadores de Historia do Castelo Encantado

Atores        Tempo     Status  

1- Dulce Jorge (Fundadora)  ---->
2- Giane Rires
3- Claudia
4- Diogo
5- Cezar Dorrs
6- Thire
7- Marli
8- Wilson
9- Nadia Régia (1992/1994) I
10- Eduardo Gonçalves (1992/1995) II
11- Janaína Peroti (1992/1996)
12- Dão Dill (1992/1995) III
13- Vera Porto (1992/1998) IV
14- Fernandra Strainbrenerr (1996)
15- Altiva Soares (1993/1997) IV  + 2009
16- Katiússia (1996)
17- Claudia Cavalheiro (
18- Odacir Pena (1996/1997) II
19- Carolina Monteiro (1996/1997) III
    20- Evandro Silva (1992/1994) IV
    21- Cléber Lorenzoni (membro remido) I
    22- Fábio Branco (1996)
    23- Bibiana Monteiro (1996/1997) IV
    24- Zenaide Perez (1996/1997) IV
    25- João Paulo Perez (1996/1997) IV
    26- Maiara
27- Paulo César Perez (1996/1997) IV
28- Alexandre Dill (1996/2006) I

29- Janiele Peroti (1996/1997) IV
30- Adriane Fiúza (1997/1998) IV
31- Adilson Sattes (1997) IV
32- Naiara (1996/1997) IV
33- Simone De Dordi (1997/2002) I --->
34- Luciano
35- Maria Amélia

36- Ariane Pedroti (1998/2003) III    
37- Fernanda Garrido (1998/2001) V
38- Cristiane (1999)
39- Leonardo Mattos (1999/2002) IV
40- Matheus da Rosa (1999) IV
41- Úrsula Macke (1999/2000) V
42- Guilherme Macke
43- Eduardo
44- Rosimere
45- Marcele Franco (1998/honorário) III
46- Fábio Novelo (2001) IV
47- Diego Barcellos (2001) V
48- Ricardo Fenner (2001/____) II
49- Yanna Monge
50- Suzzete Siqueira
51- Cássius
52- Lauanda Varone (2002/2006) II
53- Pothira
54- Rafael Aranha (2003/2006) III
55- Daiane Albuquerque (2002/2006) III
56- Ana Paula (2002) V
57- Jorge Pittan (2002) IV

58- Guto Baugrathz (2002) V
   59- Monique Vogel (2002/2003) IV
   60- Luiz Fernando Lara (2002/ Honorário) III
   61- Lílian Kempfer (2005) V
   62- Cristiano Albuquerque (2002/2005) IV
   63- Gelton Quadros (2005/2010 ) III
   64- Kellen Padilha (2005/2007) II
   65- Mirian Almeida (2005/2006) II
66- Ezequiel Mattos (2005) V
67- Tatiana Almeida (2005/Honorário ) III

68- Fabiúla
69- Claudia
70- Gabriel Wink (2006/___) II  
71- Marciele Benittes
72- Angélica Ertel (2006/____) II
73- Luiz Henrique Da Costa (2006/2008) IV
74- Jéssica Martins (2006/2007) V
75- Kauane Leite Linassi (2006/2007) V
76- Alessandra Souza (2008/____) III

77- Roberta Corrêa (2008/2010) IV
     78- Renato Casagrande (2008/____)III
     79-Pamêla Canciani
     80-Rodrigo Fabrício
     81-Michele da Rosa
     82-Diego Pedroso (2010/2011) V
     83-Lucas Padilha  (2011/____) V
     84-Newtom Moraes (2011/____)V

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Castelo Encantado Em Antonio Prado - Análise 17/09/2011

O Circo encantado no castelo encantado do mundo encantado........




Elenco: Angélica Ertel, Cléber Lorenzoni, Gabriel Wink, Renato Casagrande, Alessandra Souza e Newton Moraes
Sonoplastia: Luis Fernando Lara




         Nossa, quanto encantamento, e como disse o Sr. Mágico, que vontade de ser criança... Da última vez que analisei O Castelo Encantado, pensei que o espetáculo estivesse se aposentando, o que não aconteceu, ótimo, pois do contrário as crianças, criancinhas e crianções de Antonio Prado perderiam essa ótima alternativa de diversão em uma tarde quente da serra. Muita coisa mudou, todos mudamos, os artistas mudaram, o cenário mudou, o espetáculo mudou e para melhor, ao menos, o espetáculo.  No lugar da antiga caixa com rodas, havia agora uma tenda, cheia de entradas e saídas que até me lembravam o picadeiro de um circo que assisti na infância.
          O Castelo Encanto encanta pela facilidade com que as coisas tomam forma. E se para os adultos as vezes parece meio sem pé nem cabeça, para as crianças tudo não passa de um desfile de heróis muito verossímeis. Super Capitão tormenta, Super Ursinho, Super Leitão, e o próprio Basílio que quase virou uma super Borboleta. A adaptação da obra infantil de Erico Verissimo é divertida e cheia de ação, não dá tempo de enjoar, não dá tempo de se cansar... 
            O inicio de O Castelo Encantado assemelha-se muito ao de Lili Inventa o Mundo e diria que comparado ele até é mal feito. Mas o decorrer da historia em nada se compara. Rosa Maria é uma menina que está aberta a descobrir coisas, fazer novas amizades, começa meio duvidosa, cética, mas logo se deixa levar. Angélica Ertel compõe muito bem a menina observadora, seu falsete de criança pequenina conduz muito bem  a historia, embora eu me pergunte por que ela não sai do público ao invés de fazer parte dos contadores de historia...E aí chegamos a contradição musical. "A Rosa Maria... é quem vai contar...?" Não, me perdoem, quem conta não é ela, ela é como a platéia, observadora, nada passiva é claro, mas platéia! 
               A trilha sonora ainda se divide em música cantada e musica eletrônica. Decidam-se, uma vai contra a outra. Isso sem falar que o sonoplasta quase pôs tudo a perder nas duas apresentações. Técnicos de luz e som, precisam acompanhar os ensaios para exercerem com maestria seu trabalho.
                 O elenco masculino estava ágil e com boa proporção vocal e Newton Moraes estreou direitinho em Rafael  e Bonequinho Ruivo. As personagens de Cléber Lorenzoni são muito bem construídas, todos uma nuance de seu clown. Mas o público não tirava mesmo os olhos do anãozinho briguento do circo encantado, do castelo encantado do mundo encantado! Alessandra Souza e Renato Casagrande estiveram bem, ele com muito corpo, ela sutil, tímida demais para uma atriz. Mas diverti-me muito com o Ursinho Chocolate. Gabriel Wink tem mais potencial escondido, só não sei por que teima em não trabalhá-lo. Atores Prúúúúllll! 
                   Que continuem apresentando O Castelo Encantado, que joguem, que desenvolvam as personagens. Espetáculos são para serem vistos, são para tomar o mundo!


Aos atores: Angélica Ertel o céu
Alessandra Souza, Cléber Lorenzoni, Gabriel Wink, Renato Casagrande, e Newton Moraes a terra
Ao sonoplasta: o Xeól


        
                     

Dona Literara e Rosalinda na feira de Livros de Bento Gonçalves

Carnaval 2012 vem aí!



Grupo Máschara na comissão de frente da IZN

Ricardo Fenner como Pudim de Cachaça em Incidente em Antares

Festival de DOMPA - Angélica Ertel e Cléber Lorenzoni jurados

Deu a louca no ator


As batidas de Moilière

Alongamento antes de ensaio

Elenco de Ed Mort

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Crítica de O Incidente em Antonio Prado

De Cléber Lorenzoni   
 O Incidente em Antonio Prado

Ficha ténica:
Elenco:Cléber Lorenzoni, Angélica Ertel, Gabriel Wink, Luis Lara, Alessandra Souza, Ricardo Fenner e Renato Casagrande.
Sonoplasta: Newton Moraes

                               Começo esse análise reiterando que este é o Incidente não de Erico Verissimo e sim de Cléber Lorenzoni. Ok, a base está no livro escrito por Erico Verissimo na década de 70, mas o espetáculo sobre o palco com seus erros e acertos é de Cléber Lorenzoni, e um pouquinho de Dulce Jorge. Não a excluo, sei que ambos trabalham juntos, mas é visivel o autoritarismo artístico do jovem diretor.
                                 Pois bem, o Incidente fica agora dividido entre espetáculo curto sketch, e performance. Como espetáculo falta-lhe o recurso cênico, é simples até demais. Como performance ele é complexo demais, ultrapassando a estética de análise-observação rápida e simples que cabe a uma performance.
                                  Sei que há versões mais longas, com outros personagens, mas como disse, falo aqui de Incidente nos altos da serra.  O Trabalho corporal é digno do Grupo Máschara, coluna, densidade e um pouco de escatologia (saliva, guspe, vômito),tudo para acrescer verdade ao tal: "Vinham quais bonecos de molas"...  Os figurinos assinados por Dulce Jorge são de um colorido versátil e preenchem cada universo. Des de a camisola de hospital até a casaca fraque do maestro, em uma competente alusão ao livro. As maquiagens deixam no chinelo alguns filmes do gênero trash,e pelo que pude conferir causam choque na platéia boquiaberta, outra alusão perfeita, ao livro, embora a mancha de Cícero estivesse ao lado contrário ao mencionado na obra, e a tal barba do professor Menandro tenha desaparecido... Mas eis aí minha grande dúvida... Afinal, antes de tudo é uma obra teatral... E para que me surpreenda e estimule enquanto obra, deve sim ter sua verdade propria e não ser escrava do livro, ou estaria eu em frente há uma adaptação global que fica sempre sobre o muro...
                                As interpretações chocam em um primeiro momento e depois esbarram na mesmice, quase ao enfadonho. Cléber Lorenzoni preenche com estímulos seu advogado, há força, alguns espasmos musculares muito bem vindos e é incrível que consiga dirigir enquanto atuade forma tão perfeita. Creio que esse seja seu mairo mérito. Alguns poderiam dizer, mas isso é o jogo, não, ele realmente dirige ali na frente de todos, som, luz, elenco, sem prejudicar a narrativa, sem que o público perceba.  O seu texto é dito de forma agressiva, vem para os lábios, volta para o diafragma, analasa, desce aos pulmões, torna-se grave, por vezes agudo, susurra e volta ao palato. Uma aula de técnica vocal.
                                  Mas a surpresa me veio por Ricardo Fenner... Os atores do Máschara são muito escravos da fórmula inicial que Cléber lhes dá no inicio, fórmula essa que os atores devem se apropriar e depois de orgânica em sem seus corpos, essa fórmula crescer, qual filho que vai para o mundo, livre. Ricardo Fenner realmente parecia um bêbado e arrancou risadas do público, e quando o público ama, perdoai-me mas aos críticos cabe o silêncio. Se usou fórmulas trazidas de outros personagens pouco importa, o que o público víu foi Pudim de Cachaça, ponto final. Seu Pudim de Cachaça, sería isso o tal "Ator que tem tanto a dizer"? Pois veio a Antonio Prado e disse.
                                Angelica Ertel está sempre soberba, reviveu a criação de Dulce Jorge muito bem e se alguém vê nisso alguma incopetência criativa, pergunto se o verdadeiro profissionalismo não está exatamente nisso. Ao lado de Luis Fernando Lara, sua interpretação é vigososa, direitinha.
                                Gabriel Wink, Alessandra Souza, Luis Lara e Renato Casagrande têm alguns aquéns. Wink e Souza tinham boas cenas dramáticas, mas não conseguiram as densidades necessárias, o primeiro começou sem ritmo e ficou bem apenas do meio para o fim de seu solilóquio. A segunda beirou a gritaria, quase ao fim uma pausa boa e quando algo parecia prester a acontecer, a atriz deixou desmoronar. A voz de Gabriel Wink subiu para a garganta enquanto a de Luis Lara extinguiu-se. Se não ouvimos a voz do ator e perdemos a historia da personagem, não há mais nenhum bom motivo para alí estar. Consegui ouvir quase tudo, mas se o espetáculo durasse mais alguns minutos a voz desse competente ator desapareceria.
                                  Renato Casagrande é jovem e seu amadurecimento de ator vem crescendo junto com o desenvolvimento de sua propria personalidade.  A direção poderia dar-lhe mais espaço, a historia de João Paz é só mencionada e pouco nos revela o atorsobre sua personagem.
                                   O Incidente desenrola-se como uma bola, tem um climax quase que contínuo e de repente acaba, só não é sem mais nem menos por que Dr. Cícero nos diz que os mortos partirão para o cemitério. Quando acaba da uma vontade de sair correndo e adquirir o livro o que passa lógo depois, já que a literatura ainda é prazer de poucos nessa tanatocracia.


Ao ator Ricardo Fenner e ao diretor Cléber Lorenzoni dedico-lhes o céu
Aos atores Gabriel Wink, Renato Casagrande, Luis Lara e Angélica Ertel a terra da constante e profissional interpretação.
A Alessandra Souza a busca de mais, no xeól.


    A Rainha   ****

        

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Crítica de Feriadão 42º Cena às 7

  Feriadão

          Quando me sento para assistir um espetáculo teatral, sempre fico tentando me identificar com a personagem, e penso que assim seja com toda a platéia... Nas comédias principalmente sempre tentamos encontrar nos amigos as personagens mais tresloucadas que os atores nos dão. E há sempre em nosso circulo de amigos, alguma mocinha sonhadora e apaixonada, uma megera indomável, um tio avarento, uma senhora hipocondríaca...Afinal a vida é por demais irônica e tem por vezes um senso de humor macabro. 
         Nos dramas, tentamos não nos identificar, na verdade muitas vezes nem vamos ao teatro quando o objetivo é ser tocado de forma emocional. A vida é tão árdua que preferimos esconder os sentimentos. Chorar perante outros hoje em dia é considerado fraqueza. 
               Nas tragédias é mais fácil se distanciar e por isso mesmo até gostar de assistir. Toda aquela matança e ódio despudorados parecem não nos tocar, afinal a platéia não é formada por um grupo de maníacos assassinos.
               Nos espetáculos a lógica da assemelhação fica em segundo plano. Sim as crianças também se identificam com as princesas e os super heróis. Mas há no teatro infantil uma maior gama de focos, crianças de várias idades, amadurecendo rápido demais.                             
             O que amavam hoje, amanhã talvez sequer admirem. Assim os atores do teatro infantil carregam a dúvida ainda maior do que no teatro adulto, de como, quando e quem tocar na platéia. 
                 O espetáculo de Domingo tocou-me e olhem que nem sou criança, mas mesmo senhora de longa data, deixei-me divertir pelas gags das cinco crianças no sótão. E que maravilhosa ideia, uma brincadeira no sótão só podia ser o pontapé inicial para uma agradável diversão. O espetáculo é curto e quando comecei a me acomodar era hora de levantar-me... Embora tenho para mim que quando não se há mais nada a ser dito é hora de parar... 
                    Ah! Que agradável aquele auditório depois que o Máschara encapou as paredes, adicionou coxias e toda a maquinaria teatral de um espetáculo. Até os atores devem ter se sentido acarinhados, protegidos pela caixa preta do teatro...Soube de fonte segura que ensaios extenuantes precederam o espetáculo. Bons atores amam ensaiar. O tearo nasce da exaustão.
                       O elenco era conhecido, Cléber Lorenzoni, Gabriel Wink, ambos de A Maldição do Vale Negro que tanto adoro. Alessandra Souza, a produtora de "Deu a Louca" , Renato Casagrande o Mathias de Lili Inventa o Mundo e por fim a "Balzaquianas" Angélica Ertel. Todos muito afinados, sob a batuta invisível de Cléber Lorenzoni. O público não é subestimado e crianças e adultos se divertem juntos. O Luisinho de Renato poderia ser mais tímido, talvez isso diferencia-se melhor as crianças. A Serenita é maravilhosa, uma pequena neurótica, dessas que quer tudo certinho e do seu jeito. Cléber e Alessandra encontram no jogo muitas soluções que chegam ao público. Mas para mim quem roubou a cena nessa Cena às 7, foi mesmo Gabriel Wink. Engraçadíssimo, pontuador, gracioso. Todos com muito corpo e um figurino de dar inveja a muitas Cias. 
                     No inicio ouvi o começo do musical, mas os atores não estavam em cena, isso me perturbou, detalhe que deve ser cuidado pela equipe técnica... Sim o espetáculo era um musical temático, "trânsito", mas em apenas um único momento, - primeira cena- pareceu-me um tanto educativo. Depois foi lúdico, a troca de roupinha das crianças é deliciosa, e a revelação de Felipinho se mostra uma verdadeira carta na manga. Alessandra Souza pode sim trabalhar mais o corpo, é só se deixar pelo restante da equipe que se movimenta como em uma dança. As letras foram muito bem feitas e dispostas na melodia, me agrada ouvir os atores cantando e eu os ouvi, alguns poderiam carregar mais volume e não esperar pela sonoridade do diretor, serem mais confiantes.
                  Foi sem dúvida uma noite agradabilíssima, aproveitada por poucas crianças, já que a direção deveria certamente ter optado por uma outra data.
Dedico o céu para Gabriel e Alessandra. Para Angélica, Marcele e Cléber a terra e finalmente para Lucas e Renato aconselho que desçam ao xeol e busquem melhor na sonoplastia e a ser menos complicador em dias de cena às 7 respectivamente.


A Rainha

                    

O Luisinho de Feriadão