segunda-feira, 1 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Análise de A Hora da Estrela
A HORA DA ESTRELA
Publicado em 1977, pouco antes da autora morrer, A hora da estrela é a
única de suas obras que enfatiza aspectos da realidade objetiva e manifesta uma
intenção explicitamente social, embora não seja esta a dimensão mais valiosa do
texto.
ARGUMENTO
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
A Serpente tomo 01
Prezados Integrantes do Grupo Máschara
As realizações pessoais são abrilhantadas quando a arte sempre está presente. Em tudo o que fazemos existe uma pitada de cultura e arte. Basta possuir a sensibilidade de percebê-las. Gostaríamos que o povo brasileiro percebesse mais o quanto o sentimento artístico é benéfico para nossas vidas. Fotografar o espetáculo do Grupo Máschara foi uma experiência ímpar, de aprendizado e aumento na percepção artística. Parabéns às pessoas privilegiadas com o "Cena às Sete". E dizem que a vida é feita de lembranças e escolhas: agradeço por escolher e lembrar sempre deste grupo teatral.
Gentileza e fotos de Alexandre Giacomini
Neste ultimo fim de semana, mais precisamente no domingo, dia 23 de junho, estreou o mais novo trunfo do Máschara, A Serpente de Nelson Rodrigues, ultimo texto do autor, escrita em 1978 mas tão atual e contemporâneo quanto Aristófanes ou qualquer outro besteirol de sucesso. E isso porque trata dos instintos humanos arraigados há muito tempo. Nelson é não só nosso clássico dramaturgo, como também o autor mais montado do país e ainda o que mais causa furor. Sofre grande preconceito por parte dos mais moralistas e conservadores, mas chega fácil a compreensão humana.
A produção do cena às 7 foi incrível, algo novo, algo que surpreendeu quem estava presente. A principal função do Máschara, que é sempre ousar, pesquisar a arte, os estilos e as linguagens, foi muito bem cumprida. O público era recebido na portaria pelo elenco, vestidos de noivos, brindando com taças de espumante. Na arena, uma cama, uma janela e um banco. Tudo em preto, branco e vermelho.
A trilha é de muito bom gosto, forte, tangos e outros sons equivalentes. Batidas buscadas na obra de Ênnio Morricone. A luz muito bem operada por Roberta Corrêa. E os figurinos extremamente simbólicos.
O público não foi grande, lástima, o teatro não é prato principal na mesa do Cruzaltense, ao contrário, vem em ultimo lugar. Outros já haveriam desistido, mas o Máschara continua ali, enfrentando leões, passando sufocos para manter o teatro. Até quando?
Alessandra Souza (**)
Tatiana Quadros (**)
Renato Casagrande (**)
Cléber lorenzoni (**)
Evaldo Goulart (**)
Ricardo Fenner (**)
Fernanda Peres (**)
Roberta Corrêa (***)
Arte é vida A Rainha
terça-feira, 25 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Lili Inventa o mundo - 4ª Matinê do Máschara
Quando ficou bom, parou, aliás, bom esteve desde o começo, no entanto o público foi aumentando, o Máschara depois de criar o Cena às 7, decidiu oferecer um programa de hábito teatral também para o público infantil. Foram quatro meses: Março, Abril, Maio e Junho e um bom público deleitou-se com teatro ás 16 horas.
O melhor dessas ultimas edições foi o calor humano, a proximidade entre público e atores. No restaurante do Clube Internacional não há palco, e a Cia. de teatro, montou tudo no chão mesmo, mas nada fica abaixo da capacidade desse grupo em dar a vida as coisas. O Máschara, como já disse em outras situações, chega nos ambientes e pensa em toda a mise em cene, não apenas no "palco".
Em cena o adorável espetáculo Lili Inventa o Mundo, que há anos encanta crianças e adultos por méritos da equipe, do texto adaptado por Cléber Lorenzoni e pelo incrível talento da poesia de Mario Quintana. Não há como não se encantar, brincadeiras, palhaçadas, fantasia, mocinhas e vilões. O espetáculo tem de tudo. Foi o dia dos coadjuvantes, que se destacaram muito, principalmente Alessandra Souza, que esteve em uma de suas melhores apresentações como Rainha das Rainhas. Evaldo Goulart, embora muito espontâneo e criativo, gaguejou um pouco, as vezes falou baixo e até perdeu parte do falsete. Renato Casagrande pega o público do inicio ao fim e assim como Tatiana Quadros arranca risos e surpresas. Fernanda Peres não estava em um bom dia, tem que trabalhar mais a técnica, para que faça chuva ou faça sol, o técnico aconteça.
Por outro lado sou de observar muito os bastidores, o Máschara passa por algumas situações precárias, no que diz respeito as esquipes de trabalho. Onde estão os contra-regras? As pessoas que precisam dar suporte aos atores? A trilha sonora foi operada muito profissionalmente, o que devia ser via de regra.
Agora a matinê para, volta talvez no segundo semestre. Torçamos!
A Rainha
Cléber Lorenzoni **
Evaldo Goulart *
Renato Casagrande **
Gabriela Oliveira ***
Tatiana Quadros **
Alessandra Souza ***
Fernanda Peres *
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