Em cena Luis Fernando Lara (José) Fernanda Peres (Maria) e o pequeno Stevem como Jesus Cristo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
O ultimo Cena às 7 de 2012
Era para começar as oito, no entanto a equipe chegou a conclusão que seria melhor atrasar, já que o público não é pontual e começou a chegar já em cima da hora. As 20 horas e 20 minutos o auditório Prudêncio Rocha já acomodava um bom público que veio para assistir bom teatro e para ajudar as famílias mais carentes já que a entrada era um kilo de alimento que o banco de alimentos coletaria.
O começo não foi bom, sem ritmo, tenso. As coisas começaram a melhorar apenas a partir da terceira cena.
Tia Benona, Caroba e Eurico arrancaram gargalhadas e o elenco cada dia mais apropriado do trabalho encontrou novas jogadas, novas piadas e o ritmo perfeito para a curva dramática.

Foi a despedida de um dos mais marcantes, talentosos e controversos atores que já passou pelo Grupo. Um ótimo comediante que construiu uma carreira que sempre deixará lembranças nas plateias, cheio de instinto, criatividade, e um domínio omérico do palco. Tia Benona, Felipinho, e o cigano Vassili são alguns dos tantos personagens que Ele deu vida e que ficarão no imaginário dos novos atores e do público por muito tempo.
A parte técnica do espetáculo não estava nos melhores dias. A iluminação era incerta, as coisas aconteciam segundos depois que deveriam. Ex: Se há uma cena em que o ator entrará em um quarto escuro, o quarto não pode escurecer depois que ele já entrou! A Sonoplastia também estava manipulada de forma agressiva, estouros, falta de nuance.
Foi enfim mais uma noite de emoções e se não foi uma das melhores investidas do Máschara, certamente foi verdadeira, honesta e cheia da emoção que esse grupo põe em tudo o que faz. Em 2012 o Grupo levou ao palco da Casa de cultura 11 edições do Cena às 7, com 7 peças em 19 noites de espetáculos. Para 2013, a intenção são doze edições com 24 espetáculos. Para isso conta com a população e seus atores dedicados e cheios de garra.Cléber Lorenzoni (**)
Dulce Jorge (*)
Gabriel Wink (**)
Alessandra Souza (**)
Luis Fernando Lara (***)
Gabriela Oliveira (*)
Renato Casagrande (**)
Fernanda Peres (*)
Ricardo Fenner (**)
A Rainha
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Os Saltimbancos - SESC 24/11/2012
O teatro infantil é concebido pensando no público infantil, seus figurinos são pensados de forma a seduzir o público infantil, as marcações são elaboradas pensando no público infantil, o cenário é desenhado tentando encher os olhos das crianças. Sendo assim, durante o espetáculo o público infantil tem o direito de se pronunciar e agir como bem quiser, qualquer forma de coibir a postura das crianças, estaria indo contra o objetivo da "mise em cene". Bons atores devem compreender que a atuação não é uma obra fechada, separada do público por uma parede imaginária. O teatro é uma troca, ele é tridimencional, triangular... Alguns artistas são mais sensíveis a isso e por isso se destacam, exemplo foi Cléber Lorenzoni, indagando as crianças e tentando trazê-las para o espetáculo. Gabriel Wink já o faz desde a estréia, no entanto poderia triangular mais com a assistência. Os Saltimbancos envolve, diverte, e até emociona crianças e adultos. Há no entanto de se ensaiar mais no intuito de não deixar as danças perderem sua perfeição.
Se um espetáculo fosse a cada apresentação, uma repetição da noite anterior, perderia rapidamente o interesse dos artistas, seres criativos por natureza. Há então de se buscar sempre novas inspirações e aprimoramento de intenções e sutilezas.
Alessandra Souza destacou-se nessa intervenção, pode ainda brincar muito com a voz, com as intonações. Minha dica a essa atris é que invista no trabalho vocal. O cuidado e carinho com a adaptação do espaço se deve muito ao trabalho de Cléber Lorenzoni e Luis Fernando Lara, mas preciso aplaudir o trabalho em equipe de todos.
O que não posso compreender, e que me deixa muito surpresa é a falta de respeito de alguns atores para com a direção. Um ator que se revolta em ter que tirar o óculos para contracenar com os colegas na hora de marcar as cenas pouco antes do espetáculo, não deveria realmente ser considerado. Outra situação discutível é a falta de segurança dos atores já que enquanto estão em cena os contra-regras ficam manipulando suas cosias nos camarins. A esses dois casos pergunto, que tipo de teatro estão fazendo? O Grupo Máschara chegou há vinte anos por dedicação, respeito e teatro levado a serio.
Alessandra Souza (***)
Luis Fernando Lara (**)
Gabriel Wink (**)
Renato Casagrande (**)
Cléber Lorenzoni (***)
Gabriela Oliveira (**)
Fernanda Peres (**)
Ricardo Fenner(**)
De que forma vocês estão fazendo teatro????!!!!????!!!!
domingo, 11 de novembro de 2012
54º Cena às 7
Não importa o que se diga, não importa o que se faça, o teatro nasce do ensaio. da repetição, da organicidade, da EXAUSTÃO, da prática. Depois que um espetáculo estréia, não precisa mais de ensaios sistematicamente, seguidamente, afinal, os atores passam a ter aquele espetáculo afixado em sua epiderme, em seus poros, alma. Precisam apenas de alguns poucos ensaios para não deixar o espetáculo se desajustar, "o trem descarrilhar". Mas isso só se refere à temporadas. Quando um espetáculo é apresentado com grandes intervalos de tempo, com outros espetáculos permeando-o e ainda com substituição de elenco, então precisará de ensaios frequentes para que o "jogo" aconteça, para que a afinação de cenas, marcas, textos não se perca. O talento de um ator não se baseia no quanto ele consegue brilhar no momento de uma encenação, mas no quanto ele cria com seus colegas de cena.
Tartufo é uma das melhores incursões do Máschara pelos clássicos do teatro, uma comédia elegante, um texto afiado, uma critica indispensável aos nossos dias. Gabriel Wink e Cléber Lorenzoni a dois grandes personagens, Orgon e Tartufo, ambos velhos no texto, mas com um olhar contemporâneo, sua velhice não está na aparência, mas na postura. Farsa (absurdo tratado com naturalidade) é sempre um prato cheio para atores mostrarem sua versatilidade. Dulce jorge alcança vôos altos com sua Dona Elmira e Tatiana Quadros tem em sua Dorina seu melhor papel. Fernanda Peres e Renato Casagrande formam um casal lindo que estreou há pouco no espetáculo e que traz toda uma energia nova à cena.
O visual do espetáculo conta o objetivo de sua montagem, a crença que abafa, o desejo, os segredos, a ignorância, a sobriedade. Tudo está estampado em cena e cumpre sua função iconográfica. O texto francês em cinco atos foi transformado em dois, o primeiro cheio de ação, malabarismos corporais, o segundo com cenas mais longas, cheio de nuances construído de forma a valorizar o melhor de cada ator envolvido.
Talvez Tartufo seja um belíssimo trabalho do Máschara que deve ser guardado na galeria dos grandes espetáculos da Cia. Sendo assim esperemos que nesse domingo o público aproveite uma das ultimas chances de assistir esse clássico.
Cléber Lorenzoni (**) Fez o básico, mas sempre de forma marcante e incrível.
Gabriela Oliveira (***) No que diz respeito ao seu trabalho de camareira esteve inteira, preocupada em fazer o melhor. O que errou, o fez por não ter ainda aprendido.
Alessandra Souza (**) Mereceria um * já que em alguns momentos a trilha das aparições de Tartufo entrou baixa de mais. No entanto foi uma ótima parceira em fazer o cena às 7 acontecer nesse mês.
Fernanda Peres (***) Intensa, vívida, com pouquíssimos ensaios tirou de letra os obstáculos. Pode ser logicamente muito melhor.
Tatiana Quadros (***)Uma das melhores e mais profissionais atrizes com que já tive o prazer de contracenar.
Dulce Jorge (*) Elegantérrima, intensa, no entanto a falta de ensaio prejudicou um pouco sua colocação vocal e textual.
Ricardo Fenner (**) Exerceu sua parte de forma eficaz...
Renato Casagrande (**) Esteve muito bem,
Gabriel Wink (*) É ótimo no que faz, e seu Orgon esteve muito bem, mas a falta de ensaios prejudicou sua precisão e por vários momentos perdeu-se na farsa.
Luis Fernando Lara (**) Exerceu sua parte de forma eficaz.
sábado, 10 de novembro de 2012
Grupo Máschara em Garibaldi com porca, gata, jumento, galinha e cachorro... 08 de novembro de 2012
Teatro Regional
O que mais me atrai na arte, no teatro, é o fato de você assistir um texto que foi escrito há muito tempo atrás, e perceber nele o povo, a situação social de uma determinada época, o jeito de ser de uma região... Os espetáculos do Máschara são além de criativos e muito bem concebidos, um reflexo da platéia cruzaltense. E isso de forma alguma é um problema, pelo contrário, torna seus espetáculos uma obra mais sincera, honesta, retrato de época e povo. Quando digo isso refiro-me a forma como a equipe conseguiu aprender o tipo de riso dos Cruzaltenses, os estilos de comédia e de drama. Ontem o Santo e a Porca e Os Saltimbancos foram apresentados na feira de livros de Garibaldi e fizeram grandioso sucesso. Mas há algo acontecendo... Algo na forma como o Máschara vem trabalhando, algo com alguns de seus atores. Uma falta de conscientização do que se está fazendo no palco. Um total desrespeito ao seu eu mesmo e ao talento que Dionisio lhes deu.
O Santo e a Porca é um texto sobre fé... e essa fé pode estar direcionada há qualquer coisa, aconselho os atores do Máschara a terem mais fé na direção de seus espetáculos. Naquilo que lhes guiou no inicio quando ainda eram aspirantes atores. O texto de Suassuna prendeu os alunos, mas a farsa mais uma vez perdeu espaço para os maneirismos, os exibicionismos e os exageros em busca do aplauso. O maior mérito do Máschara sempre foi buscar a excelência, agora parece que os atores buscam o riso fácil, o brilho.
Quem são os coadjuvantes desse texto? Na obra escrita eu sei, mas no palco não ouso dizer. Todos parecem querer brilhar e todos esquecem pequenas coisas que o diretor do espetáculo lhes pediu. Tia Benona sem o chapéu na primeira cena, Ricardo Fenner praticamente entregando toda a confusão de mão beijada ao protagonista na cena em que pede a entrevista com Margarida. Luis Fernando Lara destacou-se, e principalmente por que todos pareciam tensos, preocupados, ele continuava em um ritmo clamo mas inteiro no espetáculo, isso sem falar que aos poucos está descobrindo pequenos detalhes em Pinhão. Renato Casagrande tem um papel ótimo que tem sempre tudo para emplacar, nesse dia perdeu a afiação de Dodó. Fez tudo direitinho, mas em outra vibração.
| Ricardo Fenner |
É muito estimulante perceber o público, perceber o espaço, adaptar-se a ele, como fez Cléber Lorenzoni ao escolher outras entradas para o elenco na primeira cena, ou ainda quando chegou do hotel de Seu Dadá, do meio do público. Mas e a sonoplasta? Estava atenta? Há de se ser prefeito! E quando digo perceber, refiro-me também ao prazer de perceber quais piadas cada sociedade aceita, quais frases pipocam melhor em determinado ao público. O ator humano é aquele que sempre percebe o outro, o outro em seu elenco e o outro na sua platéia. E quem é humano, terá sempre o aplauso de sua platéia.
O figurino de Dulce Jorge tombando na cena final é detalhe que não pode repetir-se sempre e que a camareira tem que se ater. O espetáculo tem complexidades enormes, não pode ser picado ou reduzido aos tombos para adaptar-se ao tempo que a feira de livros oferece. Mas isso é bom, pois tenho medo desses espetáculos que suportam cortes enormes. Talvez fossem barrigas. O Santo e a Porca é um espetáculo maravilhoso, que pode render muito mas para isso senhores atores, voltemos as velhas e boas formalidades do teatro do Grupo Máschara!
Já em Os Saltimbancos, os animaizinhos voltaram a brilhar. Alessandra Souza exerce muito bem sua função, mas pode sim surpreender, claro, se busca ser uma grande atriz! Gabriel Wink estava muito mais corpóreo do que em outras apresentações, mas precisa de ensaios mais seguidamente para parar de sempre esquecer alguma cena do começo do espetáculo. A "Ida para a cidade", nunca acontece as quatro vezes como foi marcada. Por que? Renato Casagrande mais uma vez não estava intenso como sempre é. A vida pessoal do artista deve sim interferir em seu trabalho, mas para dar-lhe mais força, mais garra... Cléber Lorenzoni esteve ótimo, mas precisa encontrar um tom de voz que possamos ouvir ainda que seu microfone falhe. E por fim Gabriela Oliveira está se tornando uma ótima camareira/contra-regra, precisa é revirar la dentro e trazer mais de seu amor pela arte para suas funções.
Dulce Jorge (**)(**) -Embora sem ensaios esteve ótima em Caroba, quase digna de ***
Cléber Lorenzoni (***)(**) Não ganhou *** em Saltim. por que quando seu microfone falhou não tentou falar mais alto.
Gabriel Wink (**)(**) Poderia ter ganho *, em "O santo" esqueceu o chapéu e não estava com a energia de sempre, e em Saltim. Engoliu a 2ª Ida a cidade, além de se embolar no final, mas fez tudo direitinho, e jogou muito bem o que lhe confere duas **.
Renato Casagrande(*)(**) Em Dodó não fez com o brilho que lhe deu Status II, deixou a personagem escorrer pelos dedos. Sua melhor cena foi a que Eudoro visita a casa e conversa com margarida.
Alessandra Souza (**)(**) Fez tudo básico. o básico é ótimo, é digno, mas espero vê-la "mordendo".
Luis Fernando Lara(***)(**) Perfeito em seu Pinhão nessa apresentação.
Gabriela Oliveira(**)(**)Básica, ainda pode ser perfeita.
Fernanda Peres(**)(**)Seu trabalho de contra-regra quase merece ***
Ricardo Fenner(*)(**)O ator conhece demais seu texto para por em risco como pôs. O público pode ter ficado se perguntando, afinal ele pediu a mão de Margarida ao Pai???
Tatiana Quadros(***)(**) Profissional, mesmo sem estar nos espetáculos desse dia, dedicou-se ajudou sem obrigação alguma. Sem reclamar, quase mais do que os que estão em todos os espetáculos e enchem a boca pra chamar de seu trabalho.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Garibaldi RS Espetáculo adulto e infantil...
Talento x Técnica e Mambembes
O Grupo Máschara completou esse ano 20 anos de atividades, e por atividades refiro-me ao teatro sendo apresentado por todo o estado. E não só em palcos italianos, mas em ruas, praças, palcos adaptados, salões e pasmem, até em altares de igrejas. O Máschara sempre primando pela excelência, tentou além disso, transformar os lugares, adequando-os. Em algumas cidades estiveram várias vezes com trabalhos distintos, mostrando sua versatilidade, sua capacidade em contar as mais diferentes historias. São sim atores mambembes que não só vivem disso, mas amam, precisam dessa virtuosidade, desse passeio pelos mais diversos públicos. E quem são? São todos os tipos de pessoas, de talentos, de amores ao palco. Talentosos ou extremamente técnicos, alguns com conhecimento empírico, outros esforçados, dedicados, estudiosos. Diria que alguns atores estão mais em contato com o todo ao seu redor, que compreendem sua existência e seu corpo cênico, outros precisam se antenar mais. Alguns tem uma inspiração acelerada, pontuada, atuam até sem perceber. O Máschara é assim, uma colcha de retalhos, com atores de todos os estilos, com personalidades cênicas muito distintas. Um espetáculo depois de anos precisa de muitos ensaios para não sair do prumo, não esticar. Quando um espetáculo é montado, a equipe tem um ponto de vista e esse mesmo deve ser mantido enquanto o espetáculo continua ou então a pergunta será: O que os atores pretendem?
Ed Mort é um espetáculo moderadamente fácil, de compreensão simples. Com reviravoltas, cenas curtas, sem bifes. Um prato cheio para bons comediantes, já que a grande gama de piadas não prejudica qualquer profundidade textual. Gabriel Wink é um humorista nato e sempre consegue ser extremamente atraente em suas cenas. Tatiane Quadros é uma atriz que sempre volta ao palco intensa e precisa nas intenções iniciais. Tanto na comédia adulta quanto em Castelo Encantado, Tatiane consegue preencher o palco e prender a atenção. Aliás atrair a atenção é uma coisa que praticamente todo o elenco consegue fazer em todos os espetáculos. Ricardo Fenner as vezes perde o jogo com os colegas. O espetáculo O Castelo Encantado é antigo também e perdeu muito de seus ideais iniciais. Se reinventou e até poderia ser perfeito, caso os atores ensaiassem mais, se dedicassem mais.
Dulce Jorge (**)(**)
Gabriel Wink (**)(**)
Tatiane Quadros(**)(***)
Renato Casagrande (**)(**)
Alessandra Souza (**)(**)
Luis Fernando Lara (*)(**)
Gabriela Oliveira (***)(*)
Ricardo Fenner (*)(**)
Fernanda Peres(**)(*)
Cléber Lorenzoni (**)(*)
domingo, 4 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Os Saltimbancos Veranópolis III e IV
Um espetáculo em cena é reflexo do trabalho em bastidor, do ensaio, da equipe técnica. O Grupo Máschara foi perfeito durante anos, sem máculas, e não pode agora relaxar tanto. Respeito por sua direção, exímio trabalho em cena, dedicação ao público... Os Saltimbancos apresentado nessa quinta-feira em dois horários foi contundente. A primeira inserção foi interessante, capaz, elogiável, mas foi sem sombra de dúvidas a despedida de Veranópolis que cumpriu sua função máxima. Gabriel Wink esteve bem em ambas, mas ainda precisa largar o microfone de mão quando for apenas dublar as musicas, para que possa dedicar-se melhor ao trabalho corporal. Precisa seguir as marcas coreográficas para que não atrapalha os colegas na cena. Na segunda apresentação da manhã, Gabriel Wink enfrentou uma platéia de adolescentes e conseguiu guiar o restante do elenco dando tudo de si. Alessandra Souza esteve brilhante com sua galinha, mostrando que se dá muito bem com personagens atrapalhados propositalmente. No entanto seu figurino deve ser mais asseado, obrigação da camareira da equipe e TAMBÉM da atriz. Cléber Lorenzoni esteve totalmente intenso na primeira, no que diz respeito ao corpo, na segunda criou mil cacos interessantes para dar um toque de malicia nas cenas e deixá-la com jeito de espetáculo menos infantil.
Alessandra Souza (**)(***)
Renato Casagrande (**)(***)
Gabriel Wink (**)(***)
Cléber Lorenzoni (*)(***)
Gabriela Oliveira (**)(**)
Luis Fernando Lara (***)(*)
Fernanda Peres (**)(*)
Atores, fazedores da arte, justos, compreendem o que acontece a sua volta e consigo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Os saltimbancos em Veranópolis
Um espetáculo teatral pode acontecer em qualquer situação, em qualquer espaço, basta uma arena, algumas pessoas e o interesse em fazê-lo. No entanto os diretores vão criando cenas complexas, jogos de luzes, cenários gigantescos e assim alguns lugares tornam-se improprios para que seu espetáculo aconteça. Em bora claro, os organizadores do acontecimento teatral devam sempre preocupar-se em compreender as necessidades dos artistas, da obra a ser apresentada.
A função de uma camareira é vestir o ator, dos pés a cabeça, solucionar problemas no costume a ser usado. A camareira mantém tudo organizado e asseado, a camareira é quem coloca o elenco pronto na cena. A função exata da contra-regragem é montar o cenário, organizar adereços, mantê-los, para que estejam sempre bem cuidados, organizados. Dispô-los pelo palco para que o ator possa entrar em cena seguro de que o material cênico estará ali disposto da melhor forma. A função do operador de som é conhecer o aparelho que usará, checá-lo antes do espetáculo começar. A função de um diretor é conceber um espetáculo e depois, na medida do possível, primar para que os atores não o transformem em outra coisa. A função dos atores por sua vez é a mais complexa de todas e precisa ser a melhor executada.
Em um espetáculo formal não se pode esquecer marcas, coreografias. O ator precisa cuidar de sua voz com dias de antecedência para que ela esteja boa em cena, razoavelmente ouvível. O ator precisa compreender o espetáculo no qual está inserido. Precisa canta se for musical, precisa aprender a dominar o som. O ator sobe ao palco para brilhar, contar algo, envolver e emocionar, mas principalmente, precisa saber o que está fazendo.
Alessandra Souza (***)(**)
Renato Casagrande (**)(**)
Gabriel Wink (*)(**)
Cléber Lorenzoni (***)(**)
Gabriela Varone (*)(**)
Luis Fernando Lara(**)(**)
Fernanda Peres (**)(**)
A função de uma camareira é vestir o ator, dos pés a cabeça, solucionar problemas no costume a ser usado. A camareira mantém tudo organizado e asseado, a camareira é quem coloca o elenco pronto na cena. A função exata da contra-regragem é montar o cenário, organizar adereços, mantê-los, para que estejam sempre bem cuidados, organizados. Dispô-los pelo palco para que o ator possa entrar em cena seguro de que o material cênico estará ali disposto da melhor forma. A função do operador de som é conhecer o aparelho que usará, checá-lo antes do espetáculo começar. A função de um diretor é conceber um espetáculo e depois, na medida do possível, primar para que os atores não o transformem em outra coisa. A função dos atores por sua vez é a mais complexa de todas e precisa ser a melhor executada.
Em um espetáculo formal não se pode esquecer marcas, coreografias. O ator precisa cuidar de sua voz com dias de antecedência para que ela esteja boa em cena, razoavelmente ouvível. O ator precisa compreender o espetáculo no qual está inserido. Precisa canta se for musical, precisa aprender a dominar o som. O ator sobe ao palco para brilhar, contar algo, envolver e emocionar, mas principalmente, precisa saber o que está fazendo.
Alessandra Souza (***)(**)
Renato Casagrande (**)(**)
Gabriel Wink (*)(**)
Cléber Lorenzoni (***)(**)
Gabriela Varone (*)(**)
Luis Fernando Lara(**)(**)
Fernanda Peres (**)(**)
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)


