sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
IIª Matinê do Máschara
619 - 86 O Castelo Encantado
“Existem duas tragédias, uma é não conseguir, a outra
conseguir”. Oscar Wilde
O teatro é sem dúvida a arte do inesperado, não é matemático
como a dança ou como a própria música. Claro que ambas tem alma, mas o teatro é
inesperado, tanto para o público quanto para o próprio ator.
Cruz Alta continua sem salas para espetáculos, por isso ontem fui ao clube
internacional assistir a 2ª Matinê do Máschara. Tudo ajeitadinho , como é
típico da Cia., coxias, fundo escuro, cenário bem acabado, embora aqueles pés
dos pedestais aparecendo me incomodem profundamente. Colchonetes no chão para as crianças
(gentileza do SESC) e público de 67 pessoas. Bom público para o teatro, bom
público para o teatro em Cruz Alta, bom público para a matinê.
A plateia era plana, o que prejudicava um pouco a
assistência, mas felizmente não havia muitas cenas em plano baixo. O texto da vez era O castelo
Encantado, uma pequena homenagem a obra infantil de Erico Verissimo, escritor
imortalizado por sua obra adulta e menos conhecido pelo seu passeio pelo
universo dos pequenos.
O segundo elenco era
disposto em: Porquinho amarelo, apresentadora do circo e Rafael. Três jovens
atores que não reconheci de outros espetáculo, mas que precisam de mais ensaio
e segurança.
O espetáculo foi curto, rápido demais, as vezes gritado e
por muitas vezes confundi-me na trama. Senti falta de um personagem que me conduzisse. Calma Rosa Maria, calma,
pausa, silêncio, triangulação e tempo.
O cenário funciona bem, os retalhinhos saem dos figurinos e
penduram-se nas cortinas. Os figurinos são um primor e as mascaras compõe bem,
embora alguns atores não saibam carrega-las. Não basta por uma mascara no
rosto, é preciso extrair vida delas...
O Castelo Encantado é sem duvida um rascunho de Lili Inventa
o Mundo e há duas sugestões : Arrumem-no, consagrem-no ou então enterrem-no
logo. Dessa apresentação ficou comigo além do belíssimo visual, a falta de
ritmo, a discrepância nas atuações e a patada da morte.
“Não da para ser o melhor sempre...”
Dá sim, basta desejar e os olhos fechar!
A rainha
Renato Casagrande **
Alessandra Souza *
Cléber Lorenzoni**
Roberta Corrêa *
Fernanda Peres *
Evaldo Goullart **
Luis Fernando Lara ***
Gabriela Oliveira *
Dulce Jorge **
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Texto da peça "O Cavalinho Azul" de Maria Clara Machado
“O CAVALINHO AZUL” foi levado, pela primeira vez,
pelo TABLADO, no Rio de Janeiro, em maio de 1960, com cenário de Anna Letycia;
música de Reginaldo de Carvalho; figurinos de Kalma Murtinho; bichos de Marie
Louise e Dirceu Nery; luz de Fernando Pamplona; assistente de direção, Heloisa
Guimarães; piano, Martha Rosman; baixo, Livolsi Bartolomeo; flauta, Carlos
Guimarães; maquiagem de Fredy Amaral; execução de cenário, Wagner dos Santos;
eletricistas, Anthero de Oliveira e Diaci de Alencar; direção de Maria Clara
Machado. Personagens: Cesar Tozzi, Caire Isabella, José de Freitas, Anna Maria
Magnus, Carlos Augusto Nem, Delson de Almeida, Anthero de Oliveira, Yan
Michaslki, Luiz de Affonseca, Ivan Junqueira, Celina Whately, Diaci de Alencar,
Núvio Pereira, Geisa Virgílio, Lejzor Bronz, Afonso Veiga, Reynaldo Pereira,
Virginia Valli e Paulo Mathias da Costa.
O CAVALINHO AZUL
1 ato e 9 cenas
Música de Reginaldo de Carvalho
PERSONAGENS
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