Grupo Teatral Máschara
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terça-feira, 4 de agosto de 2026
COARTE O3 - Quintanares (tomo 01) -
Uma historia simples, mas bem contada, essa é a busca que admiro em grandes atores. Estreou na última quinta feira, um espetáculo simples, porém complexo, preparado em poucas semanas, o que seria de se surpreender se não fosse o fato de sua direção vir do já reconhecido diretor do Grupo Máschara. O mesmo que em 2002, dirigiu MacBeth e Shakespeare, em uma semana. O elenco no entanto, agora, é de terras longínquas. Me refiro ao doce espetáculo Quintanares, um espetáculo não de poesias, mas a partir de poesias. Um espetáculo não sobre Quintana, mas a partir dele. Há quem implique, eu sei, por que enxerga como única possibilidade, a energia de um sarau. Saraus, partem de páginas em branco, onde o ouvinte cria a narrativa para o poema. Em Quintanares, os atores trazem narrativas atreladas aos poemas. O que os torna mais claros e interessantes.
O elenco é formado por seis atores, durante toda a peça, os vemos trocando de roupas, ou fazendo uso de adereços que saem de malas espalhadas pelo fundo do palco. Embora saibamos muitas vezes o que está por vir, o espaço é tão bem delimitado, que preferimos curtir o que está acontecendo ali, quase no proscênio. A equipe muito coesa, apresenta uma sonoridade perfeita ao texto, e cria tipos e personalidades interessantes a todas as faixas etárias. Lorenzoni poderia ter feito um desfile de técnicas, visando nos surpreender, no entanto elas estão mascaradas e são usadas como escada, não como simples exibicionismo.
A historia dentro da historia, contada por uma trupe de viajantes, acaba fazendo uma homenagem a herança mambembe que tanto toca quanto instiga. Quem são, de onde vem? São perguntas que perambulam na mente da plateia durante os quase cinquenta minutos do espetáculo. Lírico e cômico caminham juntos, lado a lado. Prova disso são os risos e lágrimas advindos do público. Méritos de um trabalho delicado de preparação, que discutiu poesia e perpassou lá pelos tempos da Commedia Dell Art. Não há um só detalhe que não esteja bem acabado, que esteja fora do lugar, ou que não expresse formalmente o profundo cuidado e respeito que a jovem Cia. tem para com seu público. A maquiagem assinada por Clara Devi e o figurino de Renato Casagrande parecem se conectar perfeitamente com os adereços que levam principalmente os nomes de Tina Santos e Rosiane Morais.
Os atores da COARTE, antes ancorados por artistas do Máschara nos projetos Paixão de Cristo e Auto de Natal, começam a dar os primeiros passos independentes e produzem atuações muito criativas e funcionais. Destaque para a construção animalesca para o segundo ato do espetáculo e a forma como se pronunciaram as poesias. Algo difícil para a cena em atores ainda jovens no palco. Veja bem, eu sou eterna admiradora do trabalho do Máschara, mas fico orgulhosa de ver o espaço que o novo grupo do Alegrete vem criando. "Co-irmãos, ou afilhados", como diz Lorenzoni.
Penso que Quintanares, elevou o teatro feito no Alegrete, convidando o público a exigir mais de sua reflexão sobre o que é teatro, e até onde ele pode ir. Não há destaques já que o elenco esteve coeso, harmonioso. Palmas para as escolhas para cada papel. Aquilo que se viu em cena, foi reflexo de vários desafios vencidos. Foi a prova de que se pode fazer grandes coisas quando as pessoas se unem em um mesmo propósito.
Como mensagem aos atores e atrizes de Alegrete, quero pedir que nunca esqueçam da semiótica, que tenho certeza que lhes é instigada a todo tempo pelo diretor: na teoria de Pierce, "tudo o que há no mundo real é mundo!" e não há nada que não seja interpretante. No momento em que compro um livro e olho para ele na bolsa indo comigo para casa, ele já não é mais o mesmo livro que vi na estante da livraria. Meu olhar já o transformou, o recodificou com todos os símbolos que há em minha mente. Por isso, os atores já não são os mesmos... Os outrora papelões não são mais papelões... As malas que se tornaram malas decoradas até a quarta que antecedia o espetáculo, agora já não são mais malas, já se tornaram artefatos de uma estranha civilização que se veste com roupas codificadas por trechos de poesias e pronuncia sonetos.
Nessa mesma regra da semiótica, é preciso rever a presença cênica de Didi Araujo, embora muito talentoso, sua presença precisa conversar com o restante do espetáculo. Lully e Andrielle ainda podem aparecer mais, ousar mais. O jogo entre Pontualdo e Sonetina também pode render ainda mais.
Quintanares é um recém nascido, mas já nasceu muito grande, precisa voar e levar o propósito maior que carrega em si à todos os palcos.
Quintanares o Menino Pássaro
Direção e Dramaturgia - Kléber Lorenzoni
Texto - Renato Casagrande
Elenco: Maico Carricio (Pontualdo), Rosiane Morais (Dona
Prefácia) Paulo Amaral (Poesino) Andrielle Dallagnol (Sonetina), Fabiane Torrens (Criatividade), Luli Nicoli (Virgulina)
terça-feira, 28 de julho de 2026
TEXTO PARA SER LIDO SOB O URDIMENTO VI
QUINTANARES
Existe uma lenda muito antiga, de um pássaro, de plumagem azulada, que
durante a vida, não canta, não solta som algum. Um dia, percebendo que está se
aproximando o fim de sua vida, ele procura um galho seco, algo que se assemelhe
a uma lança. Ao encontrar o galho, ele se joga de asas abertas cravando a ponta
em seu pequeno peitinho, e ali, debatendo-se em um derradeiro adeus, ele canta
com toda a sua força, soltando o som mais lindo que já se ouviu. Esse som, ecoa
e chega até os ouvidos do criador. Logo depois, exausto, ele se deixa morrer.
Quintanares, nasce de
um amor, absoluto e intenso que aprendi a ter pelas letras de Quintana. Ao
vislumbrar meus corajosos artistas da COARTE e antropofagiar suas historias
sobre o poeta do Alegrete, comecei a descobrir uma fábula. A fábula de um bebê
pássaro, que nasceu pronto para voar. Um menino solitário, que também poderia
ser um peixe, pois cresceu dentro de um aquário. Solitário, fechado, tímido e
sonhador. Manuel Bandeira declarou em 1966, em seu poema Quintanares, que Mario
não cantava, Mario Quintanava... Ou seja, o lirismo sempre esteve pairando em
torno desse menino. O grupo COARTE, é um
grupo de artistas seletos, todos com histórias e realidades que perpassam a
dança, o tradicionalismo, as artes plásticas, as artes cênicas, a literatura e
muito mais. Assim, despertar ali uma dramaturgia e uma cenicidade, não foram
tarefas difíceis. Difícil é compactar tantas impressões, tantos olhares de Quintana
em pouco mais de quarenta minutos. “Não queremos que as pessoas saiam do
espetáculo satisfeitas, queremos que elas saiam dali, com vontade de adquirir
um livro, com vontade de ler, de compreender a poesia”. A poesia diz muito
sobre nós, ela pode dizer muito sobre nossos silêncios, sobre nossas
complexidades internas. Quintana é para mim, um mago, e possui uma frase para
cada situação. Basta devorá-lo!
Dia 30, o menino
pássaro irá nascer, mas ele precisa ganhar o mundo. Suas malinhas estão prontas
para viajar, para excursionar por palcos. Juntamente com histórias, vai o
esforço de uma equipe dedicada que quer encontrar um sentido dentro de sua
vontade de teatrar. Não me sinto diretor, me sinto um revelador de talentos, um
“garimpeiro” que procura pedras preciosas. No elenco feminino, quatro forças
cheias de vida: Rosi, Fabi, Andri e Lully. Cada uma com um tempo de teatro
diferente, cada uma com uma busca especial, intensa. No núcleo masculino, nosso
querido Paulo Amaral. Impossível não pensar nas voltas que a vida dá para levar
as pessoas ao palco, para unir histórias em prol da arte. E ainda Maico, uma
grande revelação. Todos eles dispostos, humildes, curiosos, ousados e dispostos... Somam-se a eles, colegas de todas as idades, colando, criando, recortando, pensando, treinando, opinando e vislumbrando, uma família inteira chamada COARTE. O que mais é preciso?
Lembrar que tudo isso
é proposto, pelas linhas tortuosas que as três Parkas, filhas da Deusa Têmis,
tramam meticulosamente. O teatro é forte, intenso, ciumento, possessivo e
viciante. Ele é necessário, pois une pessoas, em cima e na frente do palco. Ele
quebra barreiras, vence preconceitos e salva vidas. Ele provoca tremores nos
alicerces das sociedades e isso é transformação, evolução e amadurecimento. Dia
30, seremos todos nós meninos, seremos crianças novamente. Seremos uma grande
passarada buscando o verão que aquece as asas das andorinhas. Seremos partículas
do tecido da arte cênica, contribuindo da nossa forma, por um mundo melhor
através daquilo que nos disponibilizamos a fazer: ARTE.
Cléber Lorenzoni
segunda-feira, 27 de julho de 2026
terça-feira, 21 de julho de 2026
Artigo para artistas de teatro V
A régua
do teatro
Volta e meia me pego
diante do espelho. Não para conferir o figurino ou repetir um texto, mas para
encarar uma pergunta que todo ator deveria fazer a si mesmo: Será que sou tudo aquilo que imagino ser?
O espelho é um
sujeito curioso. Ele costuma concordar conosco. Se acreditamos que somos
grandes atores, ele nos devolve um grande ator. Se pensamos que merecemos
sucesso, ele também parece confirmar. O problema é que existe um espelho muito
mais honesto do que aquele pendurado na parede.
Esse espelho se chama teatro.
E esse não mente!
O teatro devolve
exatamente aquilo que recebe. Nem mais. Nem menos.
Às vezes
temos a impressão de que estamos nos sacrificando. Que fazemos grandes
esforços. Que ensaiamos bastante. Que abrimos mão de muitas coisas. Que somos
dedicados. Mas será mesmo?
Quem responde essa
pergunta não somos nós. Quem dita a régua é o próprio teatro. Façamos o seguinte: Olhemos para o lado...
Quase sempre existe
alguém chegando antes do ensaio. Alguém estudando mais um texto. Alguém
pesquisando uma referência. Alguém treinando o corpo enquanto os outros
descansam. Alguém disposto a fazer um pouco mais. Há alguém que corre ler um
livro, quando o diretor dá um tema. Pessoas que não ficam se revoltando, ao
contrário, baixam a cabeça e trabalham. Não pelo dinheiro, não pelo sucesso, mas
pelo teatro. Quando percebemos isso, entendemos que talvez o nosso máximo ainda
não seja o máximo.
O teatro tem uma
personalidade complexa. Eu costumo dizer que ele é ciumento. E também
possessivo. Ele não aceita ser apenas mais um compromisso na agenda. Não gosta
de ficar atrás da preguiça, do ego, da vaidade ou das desculpas.
O teatro exige
prioridade! Presença, disciplina e entrega.
Para merecer o
aplauso não basta decorar falas. Não basta vestir um figurino bonito. Não basta
acreditar que se tem talento. É preciso colocar o palco em primeiro lugar, colocar
o ofício acima do orgulho.
Compreender que amar
o teatro não é dizer que o ama. É demonstrar isso todos os dias.
Claro que não é
fácil escolher o teatro, já que ele cobra tempo. Cobra renúncias. Cobra estudo.
Cobra cansaço. Cobra finais de semana. Cobra a coragem de continuar quando
ninguém está olhando. E é por isso que eu digo que o teatro é tão justo. Já vi
atrizes esperando por troféus, se esforçando, mas depois reclamando desse
esforço já que não ganharam nada. O teatro conhece nossos sonhos e desejos. Sabe
quando mentimos. Sabe quando fazemos por obrigação e não por amor ao público,
ou ao chão sagrado do palco.
Então, no fim das
contas, o espelho pode até nos convencer de que somos grandes atores, mas é o
teatro quem decide se estamos prontos para sê-lo. Não, não é o diretor, é o
teatro dentro de cada um de nós! E prestem atenção, essa decisão nunca será
tomada diante do reflexo, diante de uma expectativa baseada em likes.
Ela será tomada
diante da entrega. Porque, no teatro, o aplauso não pertence a quem sonha com
ele, mas pertence a quem fez por merecê-lo.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Breve gênese do Máschara
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Breve História de um Grupo
Teatral |
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Gênese (1992-1999) |
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01 |
1992 -Um dia a Casa Cai- Texto
de Ivo Bender –(comédia) |
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02 03 |
1993 – A bruxinha que era boa
–Maria Clara Machado –(comédia infantil) |
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04 |
1994 – O dia em que Júpiter
encontrou Saturno – (esquete) |
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05 |
1995 –Cordelia Brasil – Texto
Antonio Bivar –(tragicomédia) |
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06 |
1996 –Bulunga o Rei Azul- Texto
Dulce Jorge –(fábula infantil) |
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07 |
1997 –Um dia a Casa cai-
Remontagem (comédia) |
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08 |
1998 – Dorotéia -Texto de
Nelson Rodrigues – (farsa trágica) |
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09 |
1999 -O conto da carrocinha –
roteiro de Cléber Lorenzoni – (clown) |
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Fase Clássica (2000-2004) |
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10 |
2000- Antígona -Texto de
Sófocles – (tragédia grega) |
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11 |
2001-Tartufo- Texto de Molière
(comédia clássica) |
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12 |
2002- Macbeth-Texto de
Shakespeare (tragédia-elisabetana) |
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13 |
2002-Feriadão – Texto de
Hércules Grecco (educativo-infantil) |
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14 15 |
2003- Bodas de Sangue- Texto de
Lorca (tragédia rural) |
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Fase Literária (2005-2008) |
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16 |
2005-O Incidente- da obra de
Erico Verissimo-(Realismo Fantástico) |
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17 |
2005-O castelo Encantado – da
obra de Verissimo (comédia infantil) |
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18 |
2006-Esconderijos do Tempo-da
obra de Mario Quintana(Drama) |
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19 |
2006-Lili Inventa o Mundo - da
obra de Quintana ( infantil) |
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20 |
2007- Um Inimigo do Povo -da
obra de Ibsen (Drama) |
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21 |
2008 -Ed Mort -da obra de Luís
Fernando Verissimo (comédia) |
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Construção de uma personalidade
(2009-2015) |
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22 |
2009-A Maldição do Vale Negro-
Caio Fernando Abreu(melodrama-besteirol) |
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23 |
2011-As Balzaquianas-Inspirado
em A rainha do rádio-(tragicomédia) |
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24 |
2011-Deu a Louca no Ator-Texto
de Antonio Fagundes (Comédia) |
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25 |
2012 - Os
Saltimbancos -Texto de Chico Buarque (musical infantil) |
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26 |
2012- O santo e a porca -texto
de Ariano Suassuna(comédia) |
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27 |
2013-A Serpente -texto Nelson
Rodrigues-(Tragédia carioca) |
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28 29 |
2015-Olhai os Lírios do
Campo-Erico Verissimo (melodrama) |
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30 |
2015-Zah Zuuu -Roteiro de
Cléber Lorenzoni (clown infantil) |
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ESMATE (2013-atual) |
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01B |
2016-Confusões e Trapalhadas na
Villa Pantalônica |
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02B |
2017-Bruxamentos e Encantarias
-Texto Lorenzoni-(comédia infantil) |
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03B 08B 09B |
2018-Lendas da Mui Leal Cidade-Texto
Lorenzoni e Casagrande(Drama histórico) 2024- Os contos do Vovô Erico 2025-As mulheres de Erico Verissimo (performance) |
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Grandes Espetáculos a céu
aberto (2017-atual) |
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31 |
2017-A maior História de todos
os tempos -Texto de Lorenzoni (Paixão 1) |
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32 |
2017-A história da família de
Nazaré-Texto de Lorenzoni e Casagrande(Auto 1) |
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33 |
2018-As Mulheres ao redor de
Cristo-Texto de Lorenzoni (Paixão 2) |
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34 |
2018-Um milagre de natal (Auto
2) |
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35 |
2019-Cristo-Texto de Lorenzoni
(Paixão 3) |
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36 |
2022-O Menino entre o bem e o
mal (Paixão 4) |
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37 38 39 40 41 42 |
2022-La Sacra Alegria (auto 3) 2025-A Fé se renova (Alegrete) 2026-Me dê sua mão (Paixão 8) |
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TEATRO NO ALEGRETE (COARTE) |
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43 44 45 |
2025-A Fé se Renova (paixão de Cristo) 2025-Para todos os povos, para todas as
raças(auto) 2026-Me dÊ sua mão (Paixão de Cristo) 2026- Quintanares – O menino Pássaro |
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Maturidade (2016-atual) |
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46 47 48 49 50 51 52 53 |
2016-Complexo de Elecktra-Adaptação
de Ivo Bender (Tragédia) 2017-A roupa Nova do Rei- Da obra
de Andersem (Conto Infantil) 2019-Tem Chorume no Quintal (Comédia educativa) 2018-Infância
Roubada 2020-O Menino do Pastoreio 2021-O Grande Circo Mágico 2022-A boneca gente (performance) 2023-Dona Flica e seus dois maridos (autoral) 2025-Rei Lixo (Shakespeare) |
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Audio-Visual (2020) |
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01C |
2020- Contos do Vovô Erico -
cinco episódios |
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06C |
2020- Lendas da Mui Leal
Cidade- (episódio 1) |


