Em cena Renato Casagrande, Cléber Lorenzoni, Raquel Arigony, Sandra Lázari, Evaldo Goulart e Douglas Maldaner
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
sábado, 7 de dezembro de 2019
Retrospectiva melhores do Ano
Melhor Ator Melhor
Atriz M.Ator
Audiovisual M.Atriz Audiovisual
2020-1ºNicolas Miranda 1º Clara Devi 1º Cléber Lorenzoni 1º MArta Medeiro
(Nerêncio) (Olga) (Comandante) (Chapeuzinho Verde)
Melhor Ator Melhor Atriz Melhor Ator Coadj Melhor Atriz Coadj
2019-11ºCléber Lorenzoni 1ºEliani Aléssio 1ºStalin Ciotti 1ºLaura Hoover
(Mad.Rafaela) (Flávia) (Júnior) (Salomé)
2019-11ºCléber Lorenzoni 1ºEliani Aléssio 1ºStalin Ciotti 1ºLaura Hoover
(Mad.Rafaela) (Flávia) (Júnior) (Salomé)
2018- 3ºRenato Casagrande 1ºKauane Silva 1º Gabriel Giacomini 1ºAlessandra Souza
(Kaifaz) (Anahí) (Anáz) (Cerafina)
2017- 10ºCléber Lorenzoni 10ºDulce Jorge 3ºRenato Casagrande 2ºRaquel Arigony
(Jesus) (Maria) (Mulec) (Maluc)
2016- 9ºCléber
Lorenzoni 9º Dulce Jorge 1º Evaldo Goulart 1º Raquel Arigony
(Ulrica) (Leninha) E (Henrique) (Velha Cega)
3º Alessandra Souza
(Ereda)
2015-2ºRenato
Casagrande 2ºAlessandra Souza 2ºRicardo Fenner 1ºDulce Jorge
(Bah
Baah) (Olívia) (Seu. Angelo) (Euníce)
2014-8ºCléber
Lorenzoni 8ºDulce Jorge 2º Renato Casagrande 1º Fernanda Peres
(Euricão) (Caroba) (Dodó) (Glorinha)
2013 -1ºRenato
Casagrande 1ºAlessandra Souza 1ººRenato Casagrande 1ºTatiana Quadros
(Ágatha) (Lígia) (Décio) (Guida)
2012- 3ºGabriel Wink 7º Dulce Jorge
(Benona)
(Caroba)
2011- 7ºCléber
Lorenzoni 3ºAngelica Ertel
(Adelaide) (Leninha)
2010- 2ºGabriel
Wink 2ºAngélica Ertel
(Ágatha) (Lili infantil)
2009- 6ºCléber
Lorenzoni 1ºRicardo Fenner
(rosalinda)
(Conde Mauricio)
2008- 6ºDulce
Jorge 1ºTatiana
Quadros
(Penélope) (Fada Mascarada)
2007- 1º Gabriel Wink 1º Angelica Ertel
(Piteer
Stockmann) (Glorinha)
2006 - 5ºCléber
Lorenzoni 1º Kellem Padilha
(Mario
Quintana) (Lili)
2005- 2ºAlexandre
Dill 1º Miriam Kempfer
(Dr. Cícero) (Rita Paz)
2004- 1ºlauanda Varone
(Palhacinha)
2003- 5º Dulce
Jorge
(mãe-Bodas)
2002- 1ºJorge Pittan 2ºSimone De Dordi
(Rei Duncam) (Lady Macduff
2001- 4ºCléber Lorenzoni 1ºMarcele Franco
(tartufo) (Mariana)
2000- 1ºAlexandre Dill 4ºDulce Jorge
(Hêmon) (Antígona)
1999- 3ºCléber Lorenzoni 1ºAriani Pedrotti
(palhacinho) (palhaça espanhola)
1998- 2ºCléber Lorenzoni 1º Simone De Dordi
(flávia) (Das Dores)
1997- 1º Cléber Lorenzoni 3ºDulce Jorge
(Fada
morgana) (Bruxa Magnólia)
1996- 1ºDiulio Penna 2º Dulce Jorge
(Gato
Bulunga) (bruxa Magnólia)
1995- 1º Dulce Jorge
(cordélia Brasil)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
IV - Recital Vozes com participação do Máschara
Música é meu prato preferido no que diz respeito a arte. Logo depois vem a dança, e então a pintura, a literatura etc... Todas é claro conectadas à arte cênica e portanto me atrevo aqui a dar meu ponto de vista. Perdoem-me se eu estiver um tanto ultrapassada, sou meramente uma senhora que acompanha os acontecimentos artísticos ao nosso redor. Observo através de revistas e jornais o que acontece no mundo. Frequento todo o tipo de espetáculo e para minha diáfana surpresa, o Máschara estava presente no recital vozes, da professora Andrea Rosa, a quem não fui ainda apresentada, mas de quem já me tornei fã. Não há como não admirar quem se entrega, mergulha de fato no fazer artístico e mais ainda, quem tenta criar possibilidades para que outros possam também se descobrir nos braços da arte.
Em cena diversos aspirantes, cantores jovens e crianças. Como em qualquer espetáculo proveniente de uma escola, havia discrepâncias, alguns mais capazes outros menos. Alguns se portavam como artistas sobre o palco, outros apenas tentavam vencer seus medos... Perdoamos à todos, são alunos. A anfitriã da noite esmerou-se em figurinos diversos e lindas canções, das quais destaco a canção tema do musical de 1986 O Fantasma da Ópera, Não era uma atriz cantando, era uma cantora, mas ainda assim alcançou grande exito. Como professora capacitada que é, dividiu o palco com muita delicadeza com alunas e alunos. Sem exagerar em sua exposição, deixando os alunos brilharem.
Durante o espetáculo algumas ações cênicas poluíram um tanto o palco. Excesso de pessoas sobre o mesmo. Por algum motivo havia dança acompanhando todas as canções, e como se não bastasse ainda havia um telão onde víamos cenas que sublinhavam o que acontecia no palco. Eu não apreciei, e como dica, aconselharia a rever esse pequeno exagero. As vezes eu gostaria de me concentrar apenas nos cantores, já que era um recital. Por outro lado, aplaudo a iniciativa de reunir as artes em um único espetáculo, de forma cênica e razoavelmente estruturada.
Alguns bailarinos deviam ser alunos, pois não estavam muito preparados, isso de certa forma divide opiniões, seria um espetáculo profissional, ou não? Penso que sim, já que havia um valor de ingresso.
Foi divulgado que o espetáculo começaria pontualmente e que as portas seriam fechadas de modo a ninguém mais adentrar o espaço, outro acerto. É preciso educarmos a platéia que não é pontual em detrimento daqueles que chegam na hora.
O Máschara, grupo que muito admiro fez pequenas participações que deixaram um sabor de "quero mais". ABBA que já é a cara do Máschara, Dancing Days, que colocou sobre o palco quatro lindas e provocantes Drag Queens e ainda uma recepção na marquise, que foi prejudicada pelo volume do som baixo que os acompanhava. Lá fora, uma caracterização lindíssima, com Clara Devi interpretando a doce Chritine Daaé. Fiquei encantada, mas não pude assistir toda a performance, pois a garoa fria assustava meus tornozelos.
O Máschara foi aplaudido com muita intensidade enquanto dançava Mamma Mia ao lado dos interpretes: João Alberto, Marla e Luciane.
Entre os cantores, grandes revelações e emocionantes interpretações, Dulce Jorge, João Alberto JuChem, o casal de alunos que interpretou a canção de Fantasma da Ópera emocionou a todos, e certamente outras grandes interpretações.
Entre os cantores, grandes revelações e emocionantes interpretações, Dulce Jorge, João Alberto JuChem, o casal de alunos que interpretou a canção de Fantasma da Ópera emocionou a todos, e certamente outras grandes interpretações.
Enfim uma noite de emoções, como bem cantou Luíz Euclides da Cunha Lopes. Um arrojo para nosso fim de ano. A parte técnica cometeu pequenos atrapalhos, artistas sem o microfone, contra-regras atravessando o palco em um tal de põe e tira pedestais, a falta dos nomes dos artistas que deveriam ser mencionados pelos protocolistas. A luz pouco capacitada para um espetáculo que necessita de uma luz muito bem afinada. Mas são detalhes que aos poucos serão vencidos, quem trabalha com eventos sabe que a cada ocasião novas arestas precisam ser aparadas, para se alcançar o trabalho exímio, a perfeição.
Meus sinceros parabéns à Cantora Andrea Rosa, a diretora de palco Karen Costa e ao Máschara. Três forças unidas em prol da arte.
Arte é Vida
A Rainha
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