Essa é Alessandra Souza, ela já faz teatro há oito anos, e nem pensa em parar. Você deve conhecê-la do face ou de Cruz Alta, mas ela viaja por todo o estado levando o teatro às praças e palcos. Alessandra escolheu essa vida por que ser artista é tornar mais linda a vida de todos e descobrir-se a sí mesmo. Faça como ela, descubra o teatro com o Grupo Máschara.
quarta-feira, 2 de março de 2016
O Ator Fabio Novello em chamamento para a ESMATE
Este é o Fábio Novello, você já deve tê-lo visto por aí, divertindo, emocionando, criando. Apesar das dificuldades em se fazer teatro no Brasil, ele continua há mais de quinze anos, por que fazer teatro é uma das profissões mais engrandecedoras da humanidade. Fabio Novello é um ator do Grupo Máschara, venha você também participar da ESMATE e descobrir seus talentos.
domingo, 28 de fevereiro de 2016
sábado, 27 de fevereiro de 2016
ROMEU E JULIETA
ROMEU E JULIETA
William Shakespeare
PERSONAGENS ESCALO, Príncipe de Verona.
PÁRIS, jovem nobre, parente do príncipe.
MONTECCHIO, chefe de uma das casa rivais.
CAPULETO, chefe de uma das casa rivais.
ROMEU, filho de Montecchio.
MERCÚCCIO, parente do príncipe,(amigo de Romeu).
BENVÓLIO, sobrinho de Montecchio,(amigo de Romeu).
TEBALDO, sobrinho da senhora Capuleto.
FREI LOURENÇO, franciscano.
FREI JOÃO, da mesma Ordem.
BALTASAR, criado de Romeu.
SANSÃO,criado de Capuleto
GREGÓRIO, criado de Capuleto.
PEDRO, criado da ama de Julieta.
ABRAÃO, criado de Montecchio.
Um boticário.
Três músicos.
Pajem de Mercúcio;
pajem de Párís;
outro pajem;
o oficial.
SENHORA MONTECCHIO, esposa de Montecchio.
SENHORA CAPULETO, esposa de Capuleto.
JULIETA, filha de Capuleto.
AMA de Julieta.
Coro.
PERSONAGENS ESCALO, Príncipe de Verona.
PÁRIS, jovem nobre, parente do príncipe.
MONTECCHIO, chefe de uma das casa rivais.
CAPULETO, chefe de uma das casa rivais.
ROMEU, filho de Montecchio.
MERCÚCCIO, parente do príncipe,(amigo de Romeu).
BENVÓLIO, sobrinho de Montecchio,(amigo de Romeu).
TEBALDO, sobrinho da senhora Capuleto.
FREI LOURENÇO, franciscano.
FREI JOÃO, da mesma Ordem.
BALTASAR, criado de Romeu.
SANSÃO,criado de Capuleto
GREGÓRIO, criado de Capuleto.
PEDRO, criado da ama de Julieta.
ABRAÃO, criado de Montecchio.
Um boticário.
Três músicos.
Pajem de Mercúcio;
pajem de Párís;
outro pajem;
o oficial.
SENHORA MONTECCHIO, esposa de Montecchio.
SENHORA CAPULETO, esposa de Capuleto.
JULIETA, filha de Capuleto.
AMA de Julieta.
Coro.
PRÓLOGO
Entra o coro.
CORO - Duas casas, iguais em dignidade - na formosa Verona vos dirão - reativaram antiga inimizade,
manchando mãos fraternas sangue irmão. Do fatal seio desses dois rivais um par nasceu de amantes
desditosos, que em sua sepultura o ódio dos pais depuseram, na morte venturosos. Os lances desse amor
fadado à morte e a obstinação dos pais sempre exaltados que teve fim naquela triste sorte em duas horas
vereis representados. Se emprestardes a tudo ouvido atento, supriremos as faltas a contento.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
A obra de Shakespeare
Henrique 6.º - Parte 1 (1589/1590)
Tito Adrônico (1589/1592)
Os dois cavalheiros de Verona (1590/1594)
Henrique 6.º - Parte 2 (1591)
Henrique 6.º - Parte 3 (1592)
Ricardo 3.º (1592/1594)
A megera domada (1593/1594)
Trabalhos de amores perdidos (1593/1594)
A comédia dos erros (1594)
Romeu e Julieta (1594/1595)
Sonhos de uma noite de verão (1594/1595)
Ricardo 2.º (1595)
Rei João (1595/1596)
O mercador de Veneza (1596/1597)
Henrique 4.º - Parte 1 (1596/1597)
As alegres comadres de Windsor (1597)
Henrique 4.º - Parte 2 (1598)
Muito barulho por nada (1598)
Júlio César (1599)
Henrique 5.º (1600)
Como gostais (1600)
Noite de reis (1600)
Hamlet (1600/1601)
Tróilo e Créssida (1601/1602)
Tudo bem quando termina bem (1603)
Otelo (1603/1604)
Medida por medida (1604)
Rei Lear (1605/1606)
Antônio e Cleópatra (1606)
Macbeth (1606/1607)
Péricles, o príncipe de Tiro (1606/1608)
Timão de Atenas (1607/1608)
Coriolano (1608)
Cimbelino (1609/1610)
Contos de inverno (1610)
A tempestade (1611)
Henrique 8.º (com John Fletcher - 1613)
Dois nobres parentes (com John Fletcher - 1613)
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Fim de Jogo- Um processo
Que o teatro é mais necessário na vida dos atores do que para o público, não há duvida. O Ator, precisa do teatro, a ponto de adoecer caso seja impedido de praticá-lo. Por outro lado, há em meio a milhares de textos, aquele que cabe exatamente, se ajusta perfeitamente a cada ideia que se quer dizer. Mas como escolher sem conhecer o maior número de narrativas? Durante a oficina "Ideias modernas para um teatro", a direção do Grupo Máschara decidiu mergulhar em uma estética totalmente distante da realidade da Cia. O que foi maravilhoso, já que essa é a função mais esperada de uma boa Cia. teatral. Oferecer aos atores a opção de pesquisar-se, desafiar-se. Em meio à Boal, Brecht e Becket, surgiu a esquete "Fim de Jogo, um processo".
O teatro precisa ser vivo, ou corre o risco da estagnação do artista e portanto seu esmorecimento. Fim de Jogo é desconcertante, e desacomoda as tensões internas, seu texto lida com paradoxos como otimismo-pessimismo ou realismo-absurdo. Isso desencadeia as mais variadas reações, coloca o ator em seu estágio mais vivo, já que ele precisa perceber-se "ator-pensante-ator."
Cléber Lorenzoni criou um pseudo-texto, inspirado em Fim de Jogo, e os atores compuseram cenas para acrescer ao texto base. O que criou vida, foi uma intensa e audaciosa cena, repleta de indagações e pontos de reflexão.
Com uma filosofia forte,Becket construiu uma obra movida pelos impasses, em que a invenção formal, o abalo dos limites dos gêneros literários entre si e entre a literatura e outras artes (a narrativa televisiva ou radiofônica, o cinema e as artes visuais), o apreço pela economia de meios e o respeito pelo silêncio traduziram-se num percurso de continuidade e adensamento exemplares. Sendo assim, muitas são as leituras que podemos ter das situações em cena, mas elas nos ficarão mais claras se compreendermos o cenário do século XX. Para um ator que serve-se durante anos da jarra Stanilsavskiana, fica difícil adentrar tão rapidamente no jeito becktiano de compreender a vida. Mas levando em conta a cena vista no dia do encerramento da oficina, eu diria que em sua maioria a equipe conseguiu abrir um caminho em meio a obscuridade desse novo cenário.
As quatro personagens originais Nag, Nell, Clov e Hamm, foram muito bem caracterizadas. Acredito que com a decisão de montar esse texto, certamente os quatro atores criariam e encontrariam muitos signos de interpretação icônicos. As maquiagens do elenco, casaram perfeitamente com o figurino composto por Cléber Lorenzoni, o que mostra a conexão entre a equipe da oficina.
Evaldo Goulart e Gabriel Giacomini não alcançara o timing dos outros, provavelmente por sua juventude excessiva e sua imaturidade cênica, algo que o tempo soluciona. A própria Alessandra Souza é uma atriz que levou muito tempo para alcançar uma maturidade que hoje em dia é maravilhosa de se perceber.
Douglas precisa ler mais, mergulhar mais no conhecimento das mais variadas formas de interpretação. Ser mais observador e atento, isso o tornará um encenador melhor. Renato Casagrande tem estalos criativos muito pertinentes. A seu Hamm faltou talvez maior compreensão da idade da personagem. Evaldo Goulart precisa de mais intensidade. E diferenciar a "loucura" interna da loucura estereotipa. A loucura mostrada de fora para dentro não comove plateias. A cena em que o filho recebe a perna da mãe, deveria ser muito mais intensa e é aí que Evaldo deve investir. Gabriel precisa de mais e mais exercícios, de postura, presença e energia. E Ricardo Fenner foi ótimo em seu Nag, talvez devesse fazer mais esse tio de personagens. Sempre que uma oficina acaba me entristeço, pois sei o quanto é difícil no mundo de hoje, conseguir reunir as pessoas e começar algo.
A Rainha
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
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