segunda-feira, 13 de abril de 2015
Elenco em 2015
Atores Tempo Status
2- Giane Ries
3- Claudia
5- Cezar Dors
6- Thire
7- Marli
8- Wilson
10- Eduardo Gonçalves (1992/1995) II
11- Janaína Peroti (1992/1996)
12- Dão Dill (1992/1995) III
14- Fernandra Strainbrenerr (1996)
15- Altiva Soares (1993/1997) IV + 2009
16- Katiússia (1996)
17- Claudia Cavalheiro (
18- Odacir Pena (1996/1997) II
19- Carolina Monteiro (1996/1997) III
20- Evandro Silva (1992/1994) IV
21- Cléber Lorenzoni (membro remido) I A
22- Fábio Branco (1996)
23- Bibiana Monteiro (1996/1997) IV
25- João Paulo Perez (1996/1997) IV
26- Maiara
27- Paulo César Perez (1996/1997) IV
28- Alexandre Dill (1996/2006) I
29- Janiele Peroti (1996/1997) IV
31- Adilson Sattes (1997) IV
32- Naiara (1996/1997) IV
33- Simone De Dordi (1997/2002) I --->
34- Luciano
35- Maria Amélia
36- Ariane Pedroti (1998/2003) III
36- Ariane Pedroti (1998/2003) III
37- Fernanda Garrido (1998/2001) V
39- Leonardo Mattos (1999/2002) IV
40- Matheus da Rosa (1999) IV
41- Úrsula Macke (1999/2000) V
42- Guilherme Macke
43- Eduardo
44- Rosimere
45- Marcele Franco (1998/2010) III
46- Fábio Novelo (2001) IV (2014_____)Honorário
47- Diego Barcellos (2001) IV
48- Ricardo Fenner (2001/____) III A
49- Yanna Monge
50- Suzzete Siqueira
51- Cássius
52- Lauanda Varone (2002/2006) II
53- Pothira
54- Rafael Aranha (2003/2006) III
55- Daiane Albuquerque (2002/2006) III
56- Ana Paula (2002) V
57- Jorge Pittan (2002) IV
58- Guto Baugrathz (2002) V
63- Gelton Quadros (2005/2010 ) III
64- Kellen Padilha (2005/2007) II
65- Mirian Almeida (2005/2006) II
66- Ezequiel Mattos (2005)IV
67- Tatiana Almeida (2005/2014) II Honorário
68- Fabiúla
69- Claudia
71- Marciele Benittes
72- Angélica Ertel (2006/___)II Honorário
73- Luiz Henrique Da Costa (2006/2008) IV
74- Jéssica Martins (2006/2007) V
75- Kauane Leite Linassi (2006/2007) IV
76- Alessandra Souza (2008/____) II
77- Roberta Corrêa (2008/2010-2012/2013) III (2014)
77- Roberta Corrêa (2008/2010-2012/2013) III (2014)
78- Renato Casagrande (2008/____)II
79-Pamêla Canciani
80-Rodrigo Fabrício
81-Michele da Rosa
83-Lucas Padilha
84-Newton Moraes (2011)IV
85-Gabriela Varone (2011/2013)IV
86-Fernanda Peres (2011/____)III
87-Evaldo Goulartt (2012/____)IV
88-Evandro Amorim (2014)V
89-Manoeli Machado (2015)
89-Manoeli Machado (2015)
90-Douglas Maldaner (2015/___)IV
91-Bárbara Santos (2015/____
92-Larissa Marques (2015)V
93-Bruna Malheiros (2015/____)IV
92-Larissa Marques (2015)V
93-Bruna Malheiros (2015/____)IV
6ª Matinê do Máschara -Lili Inventa o Mundo (686) tomo 104
Disciplina = Sucesso
Sempre que há teatro em Cruz Alta, parece que haverá um evento, talvez por que as opções de entretenimento sejam poucas. Mas o teatro não pode ser encarado como um evento, ele é apenas uma opção de entretenimento, como assistir um filme, ou ir a um recital. Quero dizer, deveria ser um hábito normal, (pegar um cineminha, ir ao teatro). No entanto moramos em uma cidade pequena, onde as opções são poucas e os lutadores pelo teatro são poucos.
Ontem a tarde parti com uma amiga para o Clube Internacional, Veríamos um espetáculo infantil, inspirado na obra infantil do poeta Mario Quintana. Ora, parte do público nem ao menos sabia que Quintana escrevera uma obra infantil.
Uma sala nos fundos do Clube havia sido transformada em teatro. Caixa preta, espaço caloroso, lanches a disposição. (Não gosto de lanches no teatro). Para começar o Máschara prova que com boa vontade, qualquer espaço pode se tornar em um bom lugar para se ver teatro.
Lili Inventa o Mundo passou por algumas mudanças , elenco e cenário. Uma cortina vermelha com barrado franjado, dava um clima nobre e ao mesmo tempo paradoxalmente lembrava um circo, o que se cumpria com as palhaçadas do senhor poeta e do pequeno Malaquias.
O espaço ficou praticamente lotado, o que é surpreendente para uma cidade como Cruz Alta, espero que para o bem da trupe, isso se repita nos outros três domingos. As crianças foram rapidamente envolvidas e logo nas primeiras cenas. A dobradinha Goulart e Lorenzoni é certeira, embora o primeiro estivesse um tanto avoado na apresentação. O público não deve ter percebido, logicamente, mas o que me chegou foram alguns silêncios, alguns vazios maiores do que o necessário. Um ator não pode se dar ao luxo de abrir mão de piadas que na sua ausência deixarão colegas perdidos em cena. Evaldo Goulart ainda pode rever o finalzinho do verso do M, feito no inicio do espetáculo, o trecho (gato das gatinhas) soa muito falso. E precisa rever a questão do ritmo, o tambor não pontuou as canções, e todo ator deve cumprir com brilhantismo suas funções, principalmente quando já o faz há mais de ano.
O espetáculo esteve muito vivo, e nesses tempos de redes sociais, foi extremamente conectador, aliás a sala de espetáculo é o maior grupo de Whatsap possível, todo mundo visualiza ao mesmo tempo as imagens e comenta com áudio ligado. Foi delicioso ver as crianças tão conectadas, falando a seu bel prazer com o elenco e esse triangulando, respondendo sem perder o clima da narrativa. Tenho certeza que muitos levaram para casa o espirito da poesia.
A iluminação precisou ser muito restrita, afinal não tínhamos barras, urdimento ou qualquer outro item do maquinário cênico. No entanto pontou a transformação, pontuou a entrada da Rainha das Rainhas e ainda ofereceu uma tridimensionalidade visual com uma luz de fundo. As duas palhacinhas de pompons cumpriram sua parte. Alessandra Souza esteve bastante entregue a personagem, embora tenha feito seus "draminhas" antes do espetáculo começar. Atores devem se desafiar e resolver e não ficar sempre encontrando problemas. Bruna Malheiros é a nova adquirição da Cia. E por sinal iniciou em Status 5 muito bem. Essa profissão é árdua. Atores não usam gravata e paletó. (ou o equivalente feminino), para trabalhar não bate ponto às oito ou as nove da manhã, não tem aquela coisa reconhecidamente respeitável que se chama consultório, e por que trabalha a noite, acorda mais tarde que gente que trabalha de dia. Tudo isso causa inveja a muita gente, mas causa também um sentimento um pouco diferente: todos aqueles, como dizia o saudoso Bernard Shaw, confundem retidão moral com desconforto físico, consideram que em vista das condições acima mencionadas, gente de teatro tem que ser encarada com muita desconfiança, como uma espécie marginal apenas ligeiramente enfeitada. Bruna tem vencido vários desafios para estar ali. E entra em cena com energia de atriz madura. A Rainha das Rainhas é mais um tipo, do que uma personagem, embora isso possa ser questionável, já que "Divindade vestida de palhacinha, falando poesia, não pareça ser um tipo conhecido". À Bruna falta técnica, o que rapidamente pode ser alcançado com disciplina. Não gosto da malha da interprete, ela destoa dos padrões do restante do elenco, mas gosto do vestido e das cores. Bruna também precisa se ater ao volume de sua voz, ainda que estejam apresentando em um espaço pequeno.
Mathias e Lili conquistaram o público, embora Fernanda Peres precise recuperar sua força de interprete. Ser" atriz" é uma escolha difícil, aceitar ser atriz, aceitar esse grandioso poder que recebemos. Abrir mão da vida "segura" que as outras pessoas tem, para entregar-se de bandeja para o público. Fernanda Peres começou sua trajetória em 2010, foi, voltou, foi voltou... Ama o palco, não há dúvida, mas para ser protagonista é preciso convicção do que se quer. Lili precisa respirar mais, se acalmar mais, por exemplo: quando Mathias volta a ser menino o tempo pode ser mais longo, todos estavam concentrados no clima e então Lili falou: Mathias, você voltou a ser um menino. Funcionaria mais se esperassem mais uns 30 segundos. Se ela olhasse para ele e lentamente percebessem a transformação antes de falar. O Teatro precisa de silêncios, pausas, mesmo que seja o infantil.
Mathias e Lili conquistaram o público, embora Fernanda Peres precise recuperar sua força de interprete. Ser" atriz" é uma escolha difícil, aceitar ser atriz, aceitar esse grandioso poder que recebemos. Abrir mão da vida "segura" que as outras pessoas tem, para entregar-se de bandeja para o público. Fernanda Peres começou sua trajetória em 2010, foi, voltou, foi voltou... Ama o palco, não há dúvida, mas para ser protagonista é preciso convicção do que se quer. Lili precisa respirar mais, se acalmar mais, por exemplo: quando Mathias volta a ser menino o tempo pode ser mais longo, todos estavam concentrados no clima e então Lili falou: Mathias, você voltou a ser um menino. Funcionaria mais se esperassem mais uns 30 segundos. Se ela olhasse para ele e lentamente percebessem a transformação antes de falar. O Teatro precisa de silêncios, pausas, mesmo que seja o infantil.
Renato Casagrande ´um exemplo de ator preocupado com os colegas, preocupado com o todo. Talvez por isso todos se sintam tão bem em contracenar com ele, só não pode esquecer que há um diretor. Alessandra Souza perde algumas piadas e precisa estar atenta.
Minha maior preocupação foi com o canto. Quando Cléber Lorenzoni baixa o volume, a musica simplesmente some. Onde estavam os outros atores nessa hora?
A equipe técnica esteve de parabéns. Bárbara Santos, Dulce Jorge e Douglas Maldaner se esforçaram para preencher todas as necessidades dessa produção que teve o maior empenho de Ricardo Fenner para acontecer. Douglas e Barbara estão aprendendo o oficio, e há muito a se aprender. Por exemplo como preencher as cenas com som, sem incomodar os ouvidos do público. O que é contra-luz. Batidas de Molière. Palco Italiano e muito mais. Mas o principal, estar sempre com a mente aberta, esforçar-se em fazer o melhor e nunca achar que já se sabe tudo.
Torço que nos próximos domingos haja ainda uma platéia maior no teatro, e que todos encontrem dentro de si a criança que Lili Inventa o Mundo insiste em manter. Teatro é vida.
A rainha
Cléber Lorenzoni (status I) **
Fernanda Peres (Status III) *
Renato Casagrande (Status II) ***
Alessandra Souza (Status II) **
Evaldo Goulart (Status IV) *
Bruna Malheiros (Status V) **
Douglas Maldaner (Status V) **
Bárbara Santos (Status V) **
Dulce Jorge (Status A) **
Ricardo Fenner (Status A) **
terça-feira, 7 de abril de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
sábado, 28 de março de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
|Apresentação 685 - Esconderijos do Tempo 82
...Havia um ator, não muito conhecido, não muito reconhecido, ganhava pouco, mas amava o que fazia. Sua ambição era ser perfeito, cada vez que acabava uma apresentação, já começava a pensar na próxima, nos novos desafios. Para ele, em primeiro lugar vinha sempre o público, e tinha que ser assim, pois era para o público que fazia. Alguns atores dizem que fazem teatro para si mesmos, mas ai devem fazer em uma sala fechada! O Teatro é para o outro e por isso é um exercício tão humano. Tão digno. Para fazer seu teatro passava por vários sacrifícios e assim sempre foi, é e será. Antes de cada apresentação fazia uma prece, para si, para os colegas atores e para o público. Era pragmático e mítico. Doía-se por dentro quando algo dava errado, doía-se por dentro quando percebia que o público não compreendia o espetáculo apresentado, e então chorava. Chorava por si próprio, pelo público e pelo teatro. As vezes se apresentava em grandes teatros, as vezes em lonas, as vezes na rua, mas sempre se emocionava quando estava em lugares pequenos, lugares que nada tinham a ver com o teatro, pois aí tinha certeza de sua missão, de levar a arte, de tocar as pessoas. Ele convivia com todo tipo de artista, era amigo de vários atores e dividia o palco com atores e não atores. Constantemente se indignava, questionava-se, admirava-se com os atores todos. Com atores que não liam, com atores que não cuidavam ou trabalhavam a voz, com atores preguiçosos, com atores que não sentiam a presença do público quando estavam no palco. Esse ator idealizou um grupo, uma Cia.. Sua intenção era desenvolver o talento dos atores a sua volta, criar, debater, aprender, e envolver o público. Sua intenção era um grupo onde todos se apoiassem e se admirassem uns com os outros. Um Grupo onde todos fossem engajados, onde todos pudessem opinar, e mostrar sua criatividade...
Vilões e Mocinhos
O teatro tem suas regras, têm suas personagens maravilhosas, seus heróis e suas megeras, suas mocinhas e seus vilões. E são estes que nos movem, pois são eles que causam todos os conflitos. Mesmo nas novelas e filmes, os coadjuvantes têm muitas funções, divertir, informar, ajudar a conduzir a trama. Mas cabe aos vilões e mocinhos o jugo de causar os transtornos ou trazer de volta a mansidão. É durante seus incríveis surtos que se para constrangido sem saber ao certo o que fazer. São eles que têm o poder de mudar ou não o percurso da historia. O teatro não se resume aqueles sessenta minutos sob os holofotes, o teatro começa bem antes e termina muito depois que a ultima pessoa sai do templo de Baco. Ah! E como não mencionar os servos enfadonhos e ridículos dos vilões, seus capachos, que ficam ali, ao lado lambendo-lhe os pés, mesmo que seus mestres estejam equivocados. Existe também um bobo, que faz piada de tudo, talvez para acalmar os ânimos, ou por que não tem capacidade para compreender? Duvído, o palhaço da corte costuma ser muito sagaz, mas sabe que precisa abster-se de certos posicionamentos se quiser que o espetáculo continue. Há os sádicos, essas criaturas malévolas que se alimentam da desgraça. Voiers que se divertem, que até jogam felpas nas batalhas e depois apenas vêem a estrutura desmoronar, essas estranhas criaturas se alimentam sempre dos restos. E contentam-se com isso. Nesses espetáculos complexos, assomam-se os virtuosos amigos dos mocinhos, que embora gritem frases heróicas, sabem ser dissimulados. Afinal, na hora da vitória deverão cair méritos para todos os lados.
Mas definitivamente o que mais gosto de observar é a postura dos vilões, criaturas complexas, cheias de desejos e vontades, provavelmente vindas de famílias onde mimos não faltaram. Os vilões espalham suas maldades a todos, e nunca se vêem errados. Claro, para eles suas verdades são justas e cheias de certezas. Mas como conseguem ver as mocinhas indefesas, os lacaios ridículos, as vítimas familaires, desesperadas e não se tocarem com isso? De que foram feitos os corações dos vilões? De pedra? O que lhes terá acontecido? Algo de muito ruim na adolescência? O que os fez perdem os sentidos do princípio? Os valores da moral? Pobres criaturas, merecedores de toda nossa pena, afinal, como será seu fim? Vazio? Com os sapatinhos dançantes da malvada madrasta de Cinderela? Ou ainda envelhecendo para sempre como a de Branca de Neve? Ou sendo morto no meio da batalha como Ricardo III, ou esfaqueado como Iago? Penalizaivos dessas pobres criaturas.
Mas enfim, deve ser toda essa confusão de sentimentos que faz das vilãs e dos vilões, criaturas tão admiradas... Sua ambição desmedida, seu egoísmo desmedido, sua inveja desmedida. E o que me conforta é que vilões vem e vão, passam rápido ao esquecimento para logo surgirem outros.
Trecho extraído de terça-feira, 31 de agosto de 2010 Esconderijos do Tempo no 35º Cena às 7
Esconderijos do Tempo reuniu novamente Fabio Novello e Grupo Máschara para mais uma apresentação em Ijuí. No palco ainda os velhos atores conhecidos do público. Dulce Jorge (St.IIA) Alessandra Souza (St.II) Renato Casagrande (St.II) Cléber Lorenzoni (IA) e Fernanda Peres (St.II). A noite foi emocionante, para o público pelo belíssimo espetáculo que presenciou e também para os atores, pelas situações adversas que testaram a coragem e o talento de cada um. Eu sentada entre a assistência, senti uma energia estranha desde que iluminou-se o palco já com seu cenário exposto. Um temor que pairou desde sempre em Esconderijos, aconteceu deixando todos atônitos. O lampiãozinho de esquina não ascendeu-se. Equipe técnica, atores em cena e provavelmente equipe por trás das cortinas entraram em pânico, mas pouco havia a se fazer. O interessante é questionar-se. O lampião era assim tão importante? O público percebeu que algo estranho acontecera? Ou o que realmente segura uma platéia é a postura de um ator, seu elan? Lorenzoni aguentou firme, sem transparecer a preocupação, mas parecia estar tentando solucionar a situação, percebeu-se sua respiração mudando quando finalmente a lâmpada decidiu permanecer acessa. As cenas seguiram no seu melhor, provavelmente pelo prazer em ver a casa lotada, e embora deva elogiar muito o ator, não posso esquecer de mencionar a calça "não remangada". Detalhe marcante da concepção do espetáculo(+). Renato Casagrande fez um ótimo trabalho e como sempre auxiliou em tudo o que foi possível. Um ótimo ator que em um maior papel pode orgulhar muito mais(+). Alessandra Souza esteve bem como de costume, e surpreendeu na musa, mas confundi-me um pouco com a caracterização da atriz. Souza tem que tomar cuidado, pois pende seu vigor ora para uma personagem, ora para outra.(C). Fábio Novello merecia logicamente estar entre os melhores da noite por toda a sua dedicação, pelo esforço em deixar o cenário lindo, por sua apresentação marcante, claro que com necessidade de um pouquinho mais de força no "soneto". No entanto o final cronometrado do espetáculo foi balançado negativamente pela demora do interprete de Gouvarinho e de Fernanda Peres. Outra atriz que apesar de poucos ensaios e de pouco frequentar os ensaios da Cia. presenteou o público com uma cena contundente e divertidíssima. Ambos (+). Dulce Jorge, como de costume entrou jogando firme, emocionou, disse o texto com uma clareza e sentimentos ímpares. Merece galardões por sua capacidade de sempre estar perfeita em Dona Glorinha(C).
Evaldo Goulart a cada dia cresce mais. E como típico de sua juventude, as vezes evolui mais, as vezes regride um pouco, então volta a ascender. Um bom ator/técnico, deve ser humilde e auto crítico(+). Ricardo Fenner se saiu muito bem, mas ainda pode se tornar um iluminador melhor, se esse for seu interesse logicamente. A luz foi bem manipulada, mas pode receber mais "sentimento". (+).
Bruna Malheiros e Manoelli Machado trabalharam esforçadamente e devem, se querem ser grandes atrizes, ou ainda, mais importante, "mulheres de teatro" sugar tudo o que possam, pensar sempre em ser perfeitas. O teatro não exige menos. Ambas se saíram muito bem, mas pela prestatividade certamente Bruna destacou-se(C). Manoelli continua enchendo os olhos como a grande promessa do Máschara para 2015(+).
Arte é vida.
sábado, 21 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)









