Quantas crianças ficam embasbacadas pelos palhaços, pelo artista, pelas formas e cores da arte. Quantos meninos gostariam de ser bailarinos, mas não podem por convenções prosaicas de seus pais. Quantas jovens gostariam de ser atrizes, mas se aquetam em seus deveres de esposas e mães. Quantos jovens talentosos músicos, abriram mão de suas ideologias e se frustraram em suas profissões rentosas... Quantas donas de casas assistem televisão nostalgicamente lembrando de quando sonhavam em brilhar, não sob o aplauso, mas sobre a arte em si mesmas...
Hoje fiquei “só analisando” o elenco de Lili Inventa o Mundo, o público infantil e o público de professores. E “me desliguei”. Havia no olhas dos “pimpolhos”, um brilho, uma melodiosa confusão entre, o que viam e o que pensavam. Havia pontos de interrogação no ar.
A arte é realmente mágica... Uma cortina, alguns atores maquiados e faz-se todo um universo, de sonho, de magia.
Mas o que queriam todas aquelas pessoas¿

Uma vida não é apenas para ser vivida, ela precisa ser sonhada. Mas de que adianta sonhar se os que estão a nossa volta não nos permitem...
Hoje fez-se a luz. Sob o palco, gana, ritmo, cadencia motora, musicalidade... Som e Fúria e o silêncio.
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